domingo, 31 de agosto de 2008

CNE - Canadian National Exibition






Este é o nome de uma feira que acontece todo ano em toronto, e é um dos maiores evontos da cidade, que atrai muita gente. Eu diria que é um tipo de exposição daquelas que geralmente tem nas cidades do interior do Brasil, com muita exposição agropecuária, parque de diversões, comida, rodeio, e outras atraçoes. Hoje é o penúltimo dia da feira e eu realmente não liguei muito para ir visto que eu quero distancia de multidões, mas eu pensei que seria um bom programa o show aéreo que haveria, onde aviões fariam manobras e tal. Para vê-los não precisaria entrar na feira, bastaria estar em algum lugar na margem do lago Ontário. Eu chamei uma colega de trabalho, ela veio para cá de Honk Kong e está no Canadá a mais de 10 anos e já conhece bem a feira, e ela topou a parada entao fomos.

Na estação Union do metrô encontramos muita fila para os Street Cars que iam para a exposição então resolvemos ir a pé, pois não era tão longe assim.

Muito barulho de avião e muita gente na margem do lago tentando ver o show aereo, mas para dizer a verdade pouca coisa eu vi. O céu muito claro, sol forte, aviões rápidos... precisa enxergar um pouco mais do que eu para vê-los... Mas eu consegui tirar algumas fotos, algumos estão aqui no blog, o resto eu coloquei neste album.


Estando na feira, resolvemos caminhar até o High Park para aproveitar o dia bonito, de verão, e a caminhada acabou sendo longa, mais de 11Km, o percurso está aqui. Descobri algumas novas trilhas no High Park e alguns lugares bastante bonitos que também estão mais ou menos registrados no mesmo album de fotos. No final do dia deu para cansar um pouco....

Treino de 11Km

Fui dormir tarde, acordei tarde, mas diferente de ontem, hoje eu fui pra rua. Saí para o treino pouco depois das 10 da manhã, o sol já alto, bastante calor. Estava meio travado, pensei em desistir e voltar para casa no primeiro Km, mas continuei. Como já era tarde tinha muita gente na trilha, galera com crianças e cachorros e tal como a tempo eu não via. Segui rumo ao Norte, peguei a Belt Line de volta para o Sul. Foi então que comecei a ver muitos corredores com camisetas vermelhas, de vez enquando passava um grupo, e eu fiquei por um tempo tentando adivinhar o que era aquilo. Lembrei então da Nike 10K. Lembrei da galera correndo no Brasil, Angel, Leo, Carlos, Jacke e lembrei também que embora não tivessemos a corrida propriamente dita em Toronto, a Nike tinha arrumado um jeito de fazer com que qualquer corredor no Canada pudesse participar do evento global. Os detalhes estão aqui. Ok, deveria ser isso, as camisetas vermelhas deveriam ser a galera de Toronto participando da Nike 10K ainda que não da corrida. Eu segui com minha camiseta branca da Eco Run, presente do Angel pelo correio, e seguia cada vez melhor. No final da Belt Line resolvi não fazer o loop de 9Km, fui para o de 11 pois já me sentia bem melhor e mais que isso, tinha aumentando bem o ritmo. Terminei o percurso bem, mas não marquei o tempo, na verdade ao cruzar uma rua acho que parei o cronometro e não o reativei... Bom, bom... e vamos que vamos...

sábado, 30 de agosto de 2008

Almoço diferente

Uma das coisas impressionantes de Toronto é a diversidade cultural trazida pelos tão diferentes povos que aqui vivem. Na sexta feira o meu colega de trabalho etíope disse que me ligaria no sábado para a gente almoçar em um restaurante que ele achou e cujo nome é "Brasiliano", e que ele disse que gostou. Ele sabe que eu não ligo muito para restaurantes e que se depender de mim eu só vou chamar ele para almoçar na hora do almoço do trabalho.

Eu disse Ok, meio desconfiado que o nome do restaurante podia ser um falso indício de que o negócio era brasileiro. Mas ele me ligou - "Estou indo, em 10 minutos estou aí para te pegar!" - Caracas. Então eu tenho 10 minutos para tomar banho, me vestir e tal. 5 minutos depois ele me liga novamente - "Estou aqui em baixo...desce aí...". Santa velocidade... Desci. Estava lá ele de carro disposto a me levar para o tal Brasiliano.

Descemos pela Spadina e eu reconheci na luz do dia o percurso que eu tinha corrido ontem de madrugada. Quando nos aproximamos do centro as ruas ficaram cheias, barracas nas calçadas, ele disse - Estamos na Chinatown, aqui muitos deles nem sabem falar ingles, veja o nome das lojas, tudo em chines... - Era mesmo, e muito chines nas calçadas. Ele virou à direita, pegou a Queen sentido Oeste, chegamos no Brasiliano e ele foi comprar o ticket do parquímetro - No Brasil não temos isso... - eu fui dizendo, e ele emendando - Na Etiopia ficam uns sujeitos andando pela rua vendendo ticket, também não existe parquímetro... - eu disse que no Brasil era assim também, meio sem saber direito como é no Brasil pois nunca tive carro...

Entro seco no Brasiliano e foi para as bandeijas estilo self-service dos restaurantes brasileiros.... estavam vazias! O sujeito disse que hoje excepcionalmente, não haveria almoço. Ele ficou sem jeito de ter me levado lá num dia sem almoço, e eu me divertindo com a situação, principalmente pelo fato da inversão dos papéis, ele me levando no restaurante brasileiro (segundo ele) para eu conhecer a comida brasileira (porque ele já tinha ido lá), e nada para comer... - Ok - eu disse - vamos andar por aí, tem outros restaurantes, a gente almoça em qualquer canto...

Ele não quis, pegamos o carro - Onde vc vai? - perguntei - podemos ir no Ginger - continuei, mencionando o nome do restaurante que a gente vai sempre, todo dia mesmo, na hora do almoço. Ele deu risada, não iria nem a pau. Eu vi que ele tava meio perdido, pensativo, pego de surpresa pelo Brasiliano ter pisado na bola - Porque a gente não vai num etíope então? - eu sugeri. Ele respondeu meio repentinamente, como se estive esperando que eu fizesse a pergunta, e já meio estacionando o carro - Ok, então vamos, tem um aqui!

Eu sempre notei uma certa reticencia nele em ir no restaurante etíope, e eu sabendo que a comida seria diferente nunca nem insisti muito dada o meu apego ao arroz com feijão e ao fato de ele dizer que os etíopes comiam carne de camelo e comida com bastante condimento. Mas eu sabia que no restaurante etíope do Canada não seria servido camelo ensopado. O pouco de relutância dele no entanto, se é que existia mesmo, seria mais pelo fato das enormes diferenças culturais, seria razoável para ele imaginar que nós ocidentais achariamos bem estranho e talvez nem apreciaríamos a comida...

Ok - ele foi me avisando - a gente come com a mão, a comida é apimentada... - e eu respondendo - Tá bom, tem coca- cola não tem? Se tiver muito apimentado eu bebo uma coca-cola para dar uma esfriada e vou seguindo o que você faz porque realmente nunca fui num restaurante onde se comesse com as mãos... Mas senti ele ainda meio desconfortável...

Veio o menu, ele conversou em Armaico (uma das linguas lá da Etiópia) com a garçonete. Disse que pediu um prato para dois, com uma parte com carnes e outra com vegetais, eu poderia experimentar e comer o que eu quisesse. E disse que pediu para maneirar no tempero.

A coca cola veio antes e depois veio um pratão que a garçonete colocou no meio da mesa, era somente aquele prato para os dois, era assim que funcionava. Do lado um prato menor com um tipo de pão meio elástico que eles chamam de injera, o qual é bem fino e voce usa pedaços dele como se fosse guardanapo para pegar a comida com a mão, e na hora de comer come tudo. Aqui eu achei uma foto de um típico prato etíope.

Foi interessante e bem diferente, e a comida estava boa, embora com bastante tempero o que para quem não tá acostumado como eu é meio forte. Mas deu para comer bastante e acabei me lambuzando bastante, ao contrário dele que pegava tudo com muita destreza. Ok, é a primeira vez... Ele disse que aquele jeito de comer era o dia a dia na Etiópia, e que eles usavam garfos somente raramente quando acabava a injera e eles então faziam macarrão.

A outra parte interessante foi que conversamos bastante sobre a Etiópia e o país vizinho, o Quenia onde ele também morou. Ele falou sobre o governo, as tribos, as brigas tribais, a colonização, educação e várias coisas da Etiópia e Quenia. Disse que o corredor Abebe Bikila, ouro olímpico em duas maratonas na década de 60, é um herói nacional. Eu tinha que falar de corrida né....

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Treino

Ontem o dia terminou um pouco frio e hoje amanheceu bem umido, com muita neblina, mas surpreendentemente mais quente do que ontem a tarde. Sai para o treino por volta das 5h40 com as ruas molhadas e muito pouco carro nas ruas, ainda muito escuras. Mesmo no momento que comecei a correr ainda nao estava certo qual percurso faria, mas logo resolvi que desceria a Spadina ateh onde desse pois naquele momento eu nao lembrava se a Spadina descia ateh o lago ou nao. Ela descia e eu fui ateh o lago, fiz o favor de me perder por la e acabei voltando pela Jarvis.

O problema de ir na direcao do lago eh que a ida eh descida mas a volta eh soh subida... O ritmo da ida foi muito bom, eu estava sentando o peh e rodando por volta dos 4m40s/km. Mas o ritmo cobrou seu preco e na volta eu nao soh estava cansado como tive que encarar as subidas. Mas o tempo estava gostoso e eu nao estava muito mal, entao acabei voltando numa boa ateh em casa, completando 14.8Km em 1h13m. Foi um bom treino, parece que estou entrando nos eixos, vamos ver se logo eu consigo voltar aos longos de 20 a 25 km...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Listeriose

Está havendo aqui uma epidemia de Listeriose, que é uma doença causada por uam bacteria encontrada em alimentos contaminados. Pelo que eu vi na internet a doença não é perigosa de uma forma geral, ameaçando mais pessoas em certos grupos de risco, como idosos, gráficas, pessoas com deficiência imunolóticas, etc.

Esses dias a galera ligou a doença aos alimentos fornecidos pela Maple Leaf, uma empresa de alimentos daqui. A empresa fez um recall de muitos de seus produtos e foi anunciado que se achou traços da bactéria em alguns tipos de produtos (frios e carnes). Dizem que já houvem 15 mortes no Canadá, 8 das quais estão ligadas aos produtos dessa empresa de alguma forma. A empresa deve ter um enorme prejuizo com isso tudo, e mais ainda se tiver que pagar indenizações.

A questão é que essa é uma doença que vira e mexa acontece em todo lugar (intoxicação alimentar) e em casos raros é fatal. A prevenção consiste no adequado cozimento dos alimentos e lavar bem alimentos que se come cru.

Vamos acompanhando, enquanto isso vou ver se diminuoo consumo de carne que já não é muito grande....

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

8Km

Hoje não foi fácil levantar da cama. Deu raiva do despertador. Mas mesmo assim eu me obriguei a ir pra rua fazer o meu treino. Afinal fazia tempo que eu não entrava na linha e corria pelo menos dois dias seguidos. Denovo não estava quente, quando saí a temperatura era de 12 graus. Levei um par de luvas por precaução, mas hoje não usei.

Segui a Oeste pela Saint Clair até a Bathurst, onde virei a esquerda. Eu estava realmente pensando em fazer um treino mais curto hoje, pois a idéia é correr mais frenquentemente e adaptar o corpo a isso, então preciso ir aumentando a frequencia e volume devagar.

Desci até a Bloor, passando por locais ruins de correr, muitas fáquinas, tratores, a rua estava em obras. Na Bloor ja me senti cansado, mas segui a Leste até chegar na empresa onde trabalho e de lá a idéia era voltar para casa pelo caminho que venho com a bike, mas eu tava me sentindo cansado, entao virei na Yonge e voltei direto para casa, 8.5 Km segundo o mapa, feitos em quase 45 minutos. Nada bom... embora tenha encontrado uma bela subida na Yonge. Bom, pelo menos corri...

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Mais um treino

Hoje eu acordei sedo e resolvi correr muito embora não queria sair da cama, estava com sono, me sentindo cansado. Na Tv o sujeito do tempo tava dizendo que a temperatura lá fora tava 11 graus, mais um motivo para eu voltar pra cama. Mas criei coragem, peguei minhas luvas de tirolesa que trouxe do Brasil e desci pra tua. Era umas 5h40m quando comecei e resolvi novemente correr sentido Oeste pela Saint Clair, mais pra frente eu decidiria até onde. E decidi que iria por 30 minutos depois voltaria.

A Saint Clair não é plana, e na volta parece que tem mais subida, mas a verdade é que sobe e desce toda hora, embora sem qualquer subida íngreme. O dia estava bem escuro quando comecei, e depois foi clareando, mas clareou mesmo quando eu cheguei na Keele Street e dei meia volta, então comecei correr voltado para o leste. A votla foi difícil, em alguns pontos da ida eu tinha forcado e agara sentia na volta. Mas cheguei em casa. O percurso foi de 5.9 Km, ou seja, ida e volta igual a 11.8Km. Foi bom, estou correndo um pouco mais do que os 9 Km que eu corria todo dia, vou ver se aumento a Km semanal de alguma forma.... No final do treino me sentia bem, a pedalada até o trabalho serviu para relaxar um pouco...

domingo, 24 de agosto de 2008

Treinos

A Km semanal com ose pode ver na tabela ao lado está caindo para números inaceitáveis. Ok, eu tenho a desculpa de ter pedalado legal ontem. Não sei se é desculpa. Na verdade eu andei sendo mei preguiçoso mesmo esses dias, tanto que considerando os últimos 7 dias eu tive apenas 3 treinos.

Hoje foi o treinos que eu tirei fotos em alguns pontos para fazer a sequencia mensal de fotos ao longo do ano. Eu me senti bem cansado depois da aventura de ontem, mas ainda assim encarei o desafio de ir correndo ao inves de ir de bike. Depois de ontem ach oque correr foi mesmo mais fácil do que teria sido ir de bike. Mas senti as pernas cansadas. A sorte foram as paradas.

Teoricamente tenho setembro e Outubro para aumentar novamente a quilometragem semanal para chegar nos dias frios embalado. Vamos ver, espero me disciplinar um pouco melhor até lá, quem sabe uns 60 semanais...

Mais uma olimpiadas

E ontem cheguei em casa e assisti a maratona com os corte dos intervalos comerciais. Não vi os brasileiros, mas fiquei sabendo depois que dois desistiram (Marilson e Frank) e apenas o José Teles terminou. Fiquei contente por ele ter terminado, depois do feito dele na maratona de São Paulo a dois anos atrás, se não me engano. Na minha opinião ele demonstrou correr não só com as pernas, mas com a cabeça também, e fez o que estava a seu alcance. Os outros dois brasileiros se depararam com um ritmo muito forte no começo da prova e tentaram acompanhar, mas foi muito para eles, talvez principalmente devido as condições climáticas, eles acabaram abandonando. Mas é minha opinião de curioso.

Com a maratona masculina terminam os jogos olímpicos. Jogos que tiveram alguns resultados extraordinários na natação e 100m rasos, que eu estou me recusando a acreditar e até por isso nem penso nessas modalidades. O que talvez tenha marcado foi que o Brasil por quatro vezes pegou os EUA no voley e por 3 vezes perdeu. No voley de praia feminino para mim ficou clara a superioridade americana. No masculino eu não entendi, o terceiro set foi tão fácil para os americanos depois de uma vitoria do Brasil no segundo set, que eu realmente não entendi o que aconteceu com o time brasileiro. Eu não assisti por completo a final do voley de quadra masculino, mas também fiquei sem entender porque o Brasil perdeu. Para mim temos time melhores, e se perdemos mesmo assim então é quase cmo se tivéssemos amerelado ao encarar a seleção americana. Pelo menos o voley de quadra feminino venceu, e venceu bem, e eu assisti e gostei muito.

O resto da participação do Brasil eu pouco pude ver. Vi pelo menos um pouco da participação do Canadá, com alguns atletas humildes e batalhadores, eu torci um pouco para eles. Agora eles estão de olho nas olimpíadas de inverno...

Apesar da dificuldade de acompanhar os atletas brasileiros, foi uma experiencia interessante. Agora que não tenho mais desculpa de assistir as olimpíadas o esquema é voltar aos treinos....

sábado, 23 de agosto de 2008

Bike hoje






Eu descobri que há uma ilha no lago Sincoe, ao norte de Toronto. Daqui na Ilha são entre 90 e 100Km e eu andei pensando na possibilidade de ir lá de bike. O inconveniente principal é que para aqueles lados não tem trem, eu teria que ir e voltar de bike, o que dá uns 200Km. Eu já tinha pedalado 100 num dia, para encarar os 200 precisaria pensar antes em algo intermediário. E foi para tentar uns 150 Km que eu saí hoje rumo a leste.

A idéia era ir até Oshawa, de lá seguir para leste até a cidade de Clarington, e voltar até a estação de trem, o que deveria dar uns 150 Km. De casa fui direto a Pickering e de peguei a Waterfront Trail a partir de lá. Foi uma jornada de 42 Km até a trilha em Pickering, com velocidade média de 22 Km/h Um pouco forte para mim, eu cheguei lá meio cansado. Dali até Oshawa o plano era não parar muito porque eu já conhecia o caminho. Cheguei em Oshawa com 4h30 apos ter saido de casa mais ou menos, com algumas paradas pelo caminho, mas não tantas. A que perdi mais tempo foi para comer um sanduiche, pois dessa vez fiz questão de me alimentar e hidratar melhor do que quando fui para Hamilton.

Em Oshawa, depois de 70Km eu estava visivelmente cansado. Eu percebia nintidamente que ter aumentado um pouco o ritmo e não ter parado fez bastante diferença. Eu cheguei em Owhawa as 10 da manhã, então a boa notícia é que era cedo e eu podia ir em frente mais devagar. Planejei ir duas horas para leste e depois voltar, com isso eu estaria na estação do trem de Oshawa no máximo as 2h... Eu queria ter certeza que chegaria em casa com tempo para ver a maratona olímpica.

A má notícia é que eu tinha rodado 70Km, com duas horas eu faria no máximo mais uns 30 Km para Leste, 30 voltando para Oeste, sabia que não conseguiria passar dos 130Km. Mas mesmo dessa marca eu fiquei longe, estava cansado e o trecho se mostrou não muito plano, além do que tive alguns problemas com o caminho correto em certos trechos, além de ter parado para comer pela segunda vez.

Fui para leste mais uns 20 Km, o suficiente para sair do município de Oshawa e entrar no município de Clarington e pedalar bastante lá. Mas não cheguei na cidade propriamente dita, pelo que entendi é um município grande, com boa parte da áre sendo rural. De novo, achei uma praia interessante, achei mais trilhas legais, um farol de fazer sinal para navios, e uma área de conservação, perto de uma usina nuclear, um lugar bem bonito (última foto).


Quando deu meio dia, duas horas alem de Owhawa, tudo o que eu queria era voltar. As pernas reclamavam muito quando eu encontrava qualquer subida e a velocidade caiu bastante mesmo no plano. Não era inteligente seguir além disso, eu já estava cansado e ficava cada vez mais longe para voltar (eu ainda tinha que voltar 20 Km pelo menos, e isso era desanimante...). O sol tava quente, apesar do vento que sas vezes chegava a atrapalhar. A volta porem foi tranquila (as vezes eu penso que foi somente porque eu estava a favor do vento). Foi bem mais rápida também, eu demorei pouco mais de 1h para voltar o percurso que eu tinha demorado duas horas para ir. Bom, eram 20 ou 21 Km...

Na volta tive a felicidade de errar o caminho numa parte urbana, já em Oshawa, e ir parar numa trilha que seguia um rio rumo ao norte. No começo eu entrei na trilha, imaginei que pudesse ser o caminho correto, eu devia andar um pouco nela para ver se lembrava... Mas não lembrei, pelo contrário, passei sobre uma ponte e encontrei uma bifurcação que me deu a certeza que eu não tinha passado por ali. Joguei a moeda e resolvi ir para a esquerda na bifurcação, tentar ir mais para frente, a idéia era achar uma rua, ver o nome dela e olhar no mapa onde eu estava. Logo a trilha passou sob uma rua, e na ponte estava o nome da rua. Eu vi no mapa que estava longe do caminho que eu passei na ida, mas não estava indo para o lado errado, considerando que de todo jeito eu teria que ir para o norte para chegar no trem. Me localizei no mapa e decidi seguir pela trilha que até acabou sendo um atalho bonito e tranquilo (eu vi que ela passaria sob uma outra rua que levaria ao trem).

Cheguei no trem cansado, mas antes das 12h30m, e por sorte um trem saiu em breve. Eu comi uns viscoitos que tinha levado bebi um gatorade e até acabei cochilando um pouco na viagem de uma hora até Toronto.Em Toronto peguei o metrô e estava em casa...

Foi cansativo e o resultado (112Km) me desanimou um pouco quanto a aventura à ilha Georgina do lago Sincoe. Um pouco também porque o caminho seria todo por ruas e estradas, não tem trilha. Isso faria com que a viagem seria meio que sem paradas, portanto cansativa e talvez monótona. Também indo para o Norte eu devo encontrar mais subidas e descidaqs que indo para o Leste na beira do lago, isso me faria chegar na ilha bastante cansado se considerarmos o que aconteceu hoje. E depois para voltar? Ou sej colocar a ilha meio fora dos planos deste ano... Vou procurar outros lugares...

Aqui está o percurso e aqui estão todas as fotos.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Bicicleta e ambiente

Quando no Brasil a idéia que eu tinha era a de que ter uma bicicleta era tido como sinônimo de fazer exercício físico ou então não ter grana. Se o sujeito ia de bicicleta para o trabalho ele era meio maluco, e de fato ninguem fazia isso. Aqui, depois que eu comprei a bicicleta tenho notado que a visão é muito diferente. A primeira coisa que as pessoas pensam é que estamos protegendo o meio ambiente. Assim bicicleta até dá um certo status. E por isso as bicicletas são de certa forma respeitadas, e, talvez, admiradas.

A consciencia e o respeito que eles tem é algo diferente. Nas ruas muitos ciclistas se comportam como se fossem carros e não como se fossem os motoqueiros de São Paulo. Eles ficam no meio da rua, o cupando o lugar de um carro, esperando pelo semáforo abrir. Na primeira vez que segui o Trevor para casa, quando ele parou no semáforo, eu parei indeciso atrás e não pude deixar de perguntar "Você tem certeza que podemos ficar aqui?" Ah, se fosse no Brasil. Você teria que ser esperto para sair inteiro porque eu não tenho dúvida de que depois de muitas buzinas você ainda correria um serio risco de ser atropelado, talvez até propositalmente. Até hoje, quando estou sozinho, ainda não consigo parar lá no meio da rua.

Mas ele não só para no lugar dos carros, ele respeita todas as leis dos carros. Se o semáforo tá vermelho, ele para ainda que não tem carro vindo em lugar nenhum. Se tem um sinal de PARE, ele diminui a velocidade, chega quase parar, mesmo que todo mundo tá vendo que não vem carro nenhum. E faz sinal com a mão quando vai entrar para um lado e para outro, usa luzaes a noite, sempre usa capacete. Nem todos os ciclistas são assim, na verdade muitos não respeitam os sinais de transito. E alguns motoristas não gostam dos ciclistas, tal como no Brasil. Uma vez estávamos parado no meio da rua esperando o semáforo quando a senhora do carro do lado abriu o vidro e perguntou para o Trevor se o seguro dele pagaria o estrago caso a bicicleta dele batesse num carro. Ele é muito calmo e continuou com o sorriso dele, meio que concordando, sem responder como que dizendo "Eu ando de bicicleta e sou feliz, isso que importa..." No semáforo seguinte ele me pergunto sorrindo ainda "A gente não fez nada de errado, porque ela veio perguntar isso?" - "Acho que é porque ela não sabe andar de bicicleta" - eu respondi.

Pelo menos aqui eu posso ir todo dia para o trabalho de bicicleta sem medo, é mais sensação de liberdade e de que seus direitos valem alguma coisa....

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Ta melhorando..

Hoje resolvi mudar o percurso do treino, tentar fazer um treino mais aleatorio. Tenho estado bastante descontente com o desempenho dos treinos, não só lento mas tenho terminado cansado, sentido umas dores e tal. Talvez mudando o percurso eu me distraia mais. Com certeza, pois desde Maio que não tenho corrido em outro percurso.

Segui a Oeste pela St Clair, sem saber direito até onde ia, nem relógio eu tinha levado. Passei pela Dufferin e pelo restaurante brasileiro, então logo dobrei à esquerda com a idéia de descer até a Bloor, e se o dia ficasse claro demais eu pegaria o metrô, pois tava sem os óculos escuros. Mas a ruazinha que peguei não chegou na Bloor, chegou na Dupont, e segui por ela mesmo, de volta para casa. No final do percurso cheguei no caminho que faço de bicicleta do trabalho para casa e encarei uma grande subida.

Embora lento o treino foi bem melhor do que tem sido, corri 11Km enão terminei tão cansado. Talvez o esquema seja mesmo aleatorizar o percurso. Às 5h30, quando saio para o treino, ainda está escuro e correr pela trilha vai ficando complicado. Os dias passam e fica cada vez mais escuro. Então a saída é correr nas ruas mesmo. Quuando esfriar e chegar a neve eu não terei saida senão correr nas ruas, então é bom ir acostumando. E já deu uma esfriada esses dias, hoje sai para o treino com 12 graus, corri de luvas....

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Triathlon e Volei de Praia

Ontem foi a vez do triathlon masculino. Eu voltei para casa cedo e fiquei de olho na TV para não perder nada. E valeu a pena, embora os brasileiros não chegaram em boas posições. Eu até animei quando um deles estava no pelotão da frente do ciclismo, mas não passou do ciclismo. A emoção maior ficou por conta do canadense, que todos davam por quebrado, e que reagiu uns 500 metros da chegada, acelerando o passo e tomando a liderança da prova. Só perdeu no sprint final para um alemão.

Depois houve o volei de praia feminino onde enfrentamos as americanas. Me pareceu muito fácil para as americanas, o time do Brasil cometeu tantos erros que acho que as americanas fizeram mais pontos por erros do Brasil do que por acertos delas. Eu não sei, talvez o psicologico das garotas fica meio abalado depois de perder um set....

domingo, 17 de agosto de 2008

Olimpiadas

Hoje eu resolvi ficar em casa, o dia todo assistindo a TV. E dormindo de vez enquando...

O que chamou a atenção hoje foi a prova dos 10000 metros masculinos, na qual se não estou errado não tinhamos nenhum representante. O Canadá tinha um representante que fez a prova em cerca de 29 minutos e chegou bem no final, acho que em penúltimo lugar, depois de ter levado uma volta dos ponteiros. Os locutores falavam que era uma boa experiência para ele correr no meio dos etíopes e quenianos. O Haile correu os 10 mil e na minha opinião fez bonito, quebrou o recorde olímpico embora tenha ficado na quinta posição. Acho que ele errou em escolher os 10 mil, ele tá mais para maratona mesmo... Os etíopes, principalmente o Bekele deu um show na última volta. Chegou inteiro, sorrindo, num ritmo alucinante.

Assisti também o replay do jogo de voley Brasil e Itália, feminino. Ol locutores da TV canadense elogiaram bastante o time do Brasil, mas fiquei com a impressão que estavam torcendo pra Itália. Eles comentaram que o Brasil é o único país que usa o primeiro nome na camisa (ao invés do sobrnome) e disseram que isso apesar de estranho é muito normal no Brasil.

O Canadá ganhou medalha de ouro na canoagem, 8 remadores. Os locutores ficaram super felizes! Cadê os brasileiros...

Então enfim, nada de treino hoje...

sábado, 16 de agosto de 2008

Mais um treino

Hoje sai para o treino a tarde, mais ou menos 1 hora antes de começar a transmissão da maratona feminina em Pequim. Estava gostoso para correr, não tão quente, e tinha bastante gente na trilha, alguns correndo, outros levando o cachorro para dar uma volta.

Pouco depois de chegar na Belt line avistei dois ciclistas e apertei o passo para acompanhá-los, acabei segurando um ritmo forte por uns 3 Km, mas não consegui alcançá-los, estávamos na mesma velocidade, eles 50m na minha frente. Com isso terminei bem cansado mas me senti bem em forçar um pouco o ritmo forte, como eu sempre fiz com excessão deste ano...

Terminei o treino de pouco mais de 9 Km em 45 minutos, mas estava cansado, fiquei andando um pouco para esfriar do sprint final e quando cheguei em casa a maratona tinha começado...

Eu assisti a prova pela NBC, canal americano. É impressionante como eles tem intervalos, como eles perdem bons momentos da prova por causa dos intervalos. A atleta deles teve que parar logo no começo por algum problema no pé. A Romena ganhou a prova, as chinesas pegaram terceiro e quarto, eu não consegui achar a brasileira Marily que não tinha chegado até a posição 24. MInha impressão foi que temos uma transmissão bem melhor no Brasil... Agora estão na expectativa pela oitava medalha de ouro do Phelps no revezamento, vamos ver.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Treino úmido

Hoje eu treinei novamente com o Trevor. Fomos rumo a velha e conhecida trilha, dessa vez fazendo ela no sentido contrário. Começamos falando sobre os jogos olímpicos, que nem eu nem ele estamos acompanhando muito bem. Comecei lembrando ele que o Brasil já tem 4 medalhas (agora 5 com mais uma de ouro na natação com a qual o Brasil realmente subiu no quadro de medalhas) enquanto que o Canadá ainda está a ver navios. Entramos na trilha molhada, com muitas poças de água e depois mudamos o assunto para bike, ficamos de combinar que uma manhã sairmos para uma pedalada ao inves da corrida. No final o percurso não deve ter dado mais do que 7 Km, mas foi legal, divertido...

Rio 40 Graus

Ontem o pessoal do trabalho combinou de jantar num restaurante brasileiro. Eu nao costumo ir nestes eventos, mas dessa vez n'ao deu para n'ao ir. Faz mais de um ano que estou aqui e eu nunca tinha ido num restaurante brasileiro.

O nome do restaurante é Rio 40 graus, e nem fica longe daqui de casa. Fica na mesma rua, uns 4 Km para Oeste. É um lugar grande, espaçoso, com opções de mesas fora ao ar livre ou dentro do restaurante. Or garçons são brasileiros e é bom porque podemos falar em portugues e tal.

Eu pedi um strogonofre e uma caipirinha. É engraçado como o pessoal daqui não conhece as comidas que são tão comuns para a gente. Claro que é esperado que eles não conheçam, mas quando a gente vê aquela galera olhando com cara de ponto de interrogação para o prato de mandioca frita ou para o prato de feijão, não tem jeito de não ser estranho, pois para mim são comidas muito comuns. As meninas brasileiras que trabalham comigo passaram boa parte do tempo explicando os diversos pratos (o mais difícil acho que foi o pirão).

No final das contas foi muito bom ter ido, eu me diverti e de quebra matei a saudade de alguns pratos brasileiros. O restaurante é bom, tem um bom menu de comida brasileira, ach oque a escolha das meninas foi acertada. Se tiver que citar pontos negativos diria que achei a comida um pouco salgada e não gostei muito do fato de eles não aceitarem cartões de crédito e débito...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Jogos Olimpicos

Eu sou de assistir pouco televisao. Ou melhor, nada. Desde que vim para ca tenho estado muito por fora dos acontecimentos... Derrepente meu amigo me perguntou se eu ia assistir a abertura dos jogos olimpicos e eu pensei - "caramba, jogos olimpicos?".

Desde entao tenho ligado mais a TV, ams o meu pacote de TV a cabo eh basico, tem pouca coisa, pouco canal, em 3 deles tem passado sobre as olimpiadas. Eu acompanho na medida do possivel, do outro lado do mundo, eu nao consigo ficar acordado de madrugada...

Pouco tenho visto sobre o Brasil, a TV naturalmente foca nos atletas canadenses. E lembro da cobertura da TV brasileira quando eu podia acompanhar nossos atletas. Ok... Hoje o comentarista canadense comentou sobre a ginasta Daine (?) dos Santos, elogiou ela, mas foi soh. Estavam mostrando a competicao por equipes, focando nos EUA que corriam atras do prejuizo contra a china. E eu lembrei da ginastica nos jogos pan americanos e da forte equipe americana...

Recordes tem sido quebrados na natacao... Assisti tambem um pouco do remo, foi reprise na verdade. O Canada tem bons atletas no remo. Vi de relance uma equipe brasileira que nao foi sequer comentada...

E assim vamos... Estou esperando as competicoes do atletismo...

Treino light

Hoje o treino foi com o Trevor. Ele tava meio preocupado com uma apresentacao que vai ter que fazer por isso quis fazer um treino de apenas 45 minutos. Fomos devagar, ele faz tempo que nao corre, 20 minutos indo pro norte na Yonge e 20 minutos voltando. Paramos no semaforo, andamos um pouco, acho que deu uns 6 Km... Foi bom, conversamos bastante e eu descansei do treino forte que fiz ontem... e jah estou chegando perto dos 50 Km semanais! Vamso aumentando devagar, bem devagar...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Treino hoje

Hoje fiz outro treino de 9 Km. Desta vez eu forcei bastante na segunda metade e terminei abaixo de 44 minutos, talvez meu melhor tempo para esse percurso. Sai bem cedo, por volta das 5h30, e estava tudo muito escuro ainda. Os dias estao ficando claros mais tarde, cada vez mais tarde, logo comeca esfriar...

Hoje me senti bem no treino, vamos ver se consigo voltar aos treinos frequentes antes que o clima esfrie. Se eu entrar embalado no inverno quem sabe eu consiga segurar o ritmo de treino mais ou menos elevado...

domingo, 10 de agosto de 2008

Enquanto Isso no Brasil...






E no Brasil a galera não para. O Angel anda em ritmo de corri todas com as provas da Corpore. Na foto ao lado ele corre a meia maratona de São Bernardo do Campo, todo feliz, mas neste final de semana ele também correu a corrida do Centro Histórico. Se tudo der certo no final do ano ele ganha a camiseta Corri Todas da Corpore. Parabéns ao Angel também porque tem feito as provas com treinos abaixo do convencional, mas parece que ele tem terminado sempre com fôlego de sobra...













Também na meia de São Bernardo do Campo tivemos a participação do nosso amigo Hideaki, ao que tudo indica estreando sua camiseta do Marathon Maniacs. Na foto abaixo o sujeito parece que nem se tocou que tinha um fotografo lá e tava correndo muito tranquilo, ao que parece no Km1 pois ele nem está cansado. O japones parece não ter participado do Centro histórico, acho que agora é só de meia maratona para cima.














E tivemos o nosso colega Luis Augusto que também tem feito bonito, prova depois de prova. Ele tem conseguido manter um condicionamento bom para ritmo em torno de 4m30s / Km em provas de 10 Km, o que eu acho muito bom. Eu tenho o ritmo semelhante ao dele, mas atualmente não estou conseguindo fazer esse ritmo, preciso ver se consigo engrenar antes do inverno chegar...





Bom, parabéns aos nossos colegas, as provas andam a todo vapor no Brasil e eu se estivesse lá estaria em muitas deles nem que fosse só para assistir... Talvez eu deva começar fazer o mesmo por aqui...

Explosão

Hoje de madrugada houve uma explosão muito forte em uns tanques de gás aqui em Toronto. Acho que dizem que são tanques de propano ou algo do gênero. Uma grande área ao redor do local foi evacuada e muitas pessoas estão agora na York University, sem outro lugar para ficar. A principal rodovia que corta Toronto foi fechada. A televisão está falando disso o dia todo.

Tudo aconteceu por volta das 4 da manhã, e por acaso eu estava acordado. Acho que estou a uns 10 Km do local, mas mesmo assim ouvi o barulho forte da explosão e o prédio tremeu. Depois continuei ouvindo barulho de outras explosões, então bem menores. NO momento eu estava assistindo TV e não me preocupei muito com o barulho, pois nada aconteceu no prédio. Mas no noticiário disseram que as casas nas vizinhanças tiveram suas janelas quebradas por causa da força da explosão.

Felizmente as consequencias em termos de vidas humanas não foram catastróficas, apesar que dizem que há uma pessoa ainda desaparecida. Fora essa, dizem que houve apenas alguns feridos. O chefe pelo que eu me lembro de ele ter falado, deve morar mais perto do local, vamos ver o que ele diz amanhã no trabalho, espero que ele não tenha tido que evacuar sua casa...

Mais 9 Km hoje

Hoje a tarde eu saí para um dos raríssimos treinos que fiz a tarde. O tempo estava meio fechado, mas não estava chovendo, apesar de ter chovido muito ontem a tarde. Denovo não foi muito fácil o treino de 9 Km, acho que principalmente pelo fato de ter pedalado tanto ontem. Mas ok, fiquei contente de ter corrido mesmo assim, e quem sabe eu consigo aumentar um pouco a frequencia...

Murderball

Este é o nome de um filme (ou talvez melhor, documentário) que eu assisti estes dias. Murderball é como é chamado o rugby para paraplégicos, que é jogado em cadeiras de rodas especiais para esse esporte. O filme fala do jogo em si, da rivalidade entre US e Canadá e também de como alguns dos jogadores se tornaram paraplégicos e como superaram essa situação até se tornarem jogadores. Achei o documentário muito interessante, e principalmente para quem gosta de esportes vale a pena assistir!

Outro grande passeio de bike

E lá fui eu denovo para uma longa pedalada. Depois da pedalada do final de semana passado eu decidi que agora precisava ir para Oeste. E por que esperar, melhor já ir neste final de semana uma vez que temos que aproveitar o verão (que para falar a verdade já está acabando né...).

Pois bem, no fim de semana passado eu aprendi que deveria planejar melhor esses longos passeios e estar mais preparado. Nada de ruim aconteceu, mas se resolvo ir sempre uma hora acontece algum imprevisto. Então comprei camera de ar reserva, um conjunto simples de chaves, luzes, bomba para encher o pneu eu uma pochete para carregar tudo isso na bike. Comprei tambem um suporte para garrafa de água. Então ocm tudo isso, ontem eu estava muito mais preparado para sair. E para minha diversão tambem comprei um velocimetro de bicicleta.
Fui dormir muito cedo e como resultado as 4 da manha estava acordado. Dei uma arrumada nas coisas e lí um pouco também até que saí lá pelas 5h30. O dia estava clareando, e estava um pocuo frio, a TV indicava 14 graus. Então coloquei a minha blusa do centro histórico e mais uma outra blusa que comprei aqui para proteger do vento. Instalei as luzes na bike (e a campainha, ou buzina, esqueci de falar - essa é importante porque essas tem partes com muita gente), o velocímetro e caí fora. Estava frio mas nem tanto.

Com cerca de 40minutos pedalando eu já tava longe, com ritmo médio de 23 Km/h e o sol tinha acabado de nascer. Eu segui para Oeste, tirando fotos de vez enquando, mas longo que cheguei nas partes que não conhecia comecei a ver que não seria tão simples seguir a trilha. Ela é descontínua, terminando em alguma rua, e sempre que ela termina temos que dar um jeito de descobrir onde inicia novamente. E por muitos trechos a trilha simplesmente não existe, ela é em ruas.

Se desta vez estive mais prevenido do ponto de vista da bike, do meu ponto de vista eu estava menos. Não havia levado nada para comer, a não ser dois carboidratos e duas laranjas. Ainda cedo eu senti fome, e eu percebi que se não comesse algo iria ter aquela sensação de fraqueza. Eu sabia também que era só reduzir o ritmo, que até então estava bem intenso para mim que não sou acostumado a andar de bike, para eu ainda conseguisse andar muito mesmo sem comer. Mas logo eu parei e tomei um carboidrato e abri o gatorade, no entando aquilo era pouco, eu estava planejando assim que sair numa área comercial parar numa Starbucks da vida e tomar um café com algum tipo de pão e tal.


Isso demorou no entanto para ocorrer, eu ainda andei muito usando a força daquele carboidrato. Esta penúltima foto mostra eu em Oakville, na Second Cup, uma cafeteria. Eu comprei lá um café grande e dois salgados grandes também. Isso foi muito bom, eu segui a viagem muito melhor. embora a parada tenha feito com que eu esfriasse um ouco e sentisse algumas dores, mas nada complicado.

Um dos pontos legais da trilha foi um parque onde tive que empurrar a bike o tempo todo, porque la dizia que era proibido andar de bike no parque. Não tinha guardas, mas achei melhor seguir a lei. Eu queria entrar no parque e ver como é (segunda foto, foi antes do café), senão poderia ter voltado para a estrada e feito o caminho mais curto. Um dos receios foi que eu não sabia quanto teria que empurra a bike, por sorte não foi muito, acho que não passou de 1 Km.

Depois desse parque peguei uma trilha pequena e então um longo caminho em uma avenida. Uma hora ela ficou sem acostamento e eu fui pela calçada, onde era na verdade a Waterfront Trail. Esta avenida passa bem perto do lago o tempo todo. Cheguei em Burlington e depois de um tempo a trilha voltou como trilha mesmo e para a minha surpresa até com pedaços de terra batida. Tinha praia e tudo mais.

Eu segui a trilha e sem perceber acabei me distanciando da tal avenida que na verdade me levaria bem perto da última estação de trem, de onde eu voltaria. Cheguei na ponte sobre o canal que tem na Bahia de Hamilton, e para minha sorte a ponte estava se elevando naquele momento para a passagem de um navio. A última foto mostra a ponte elevada. E eu quis passar sobre ela. Acontece que fazendo isso eu iria em direção a cidade de Hamilton, tipo, direção de dar a volta na baia, que é uma volta considerável. Estava bem e resolvi que daria a tal volta, ao inves de voltar para tras e procurar a estacao de trem. A maior parte dela foi sem graça pois nao tem trilha, e pior, eu mal conhecia o lugar (não desconhecia totalmente porque a corrida Around the Bay tinha passado ali) e o mapa que eu levava não cobria Hamilton, ele terminava antes. Eu fui meio por rumo o que funcionou, só perguntei a direção uma vez para um guarda.

Saindo de Hamilton, indo em direção a Burlington, eu percebi que um tempo de chuva muito escuro se formava no horizonte. Eu tinha visto no site do tempo que poderia cair tempestades a tarde, e agora o site parecia ter muita razao. Eu peguei alguns chuviscos e pedalei muito forte no final, quando peguei meio sem saber a rodovia que volta a Toronto. POr muita sorte a rodovia era o caminho mais curto para a estação de trem, não só curto como rapido pois ela era meio plana e com bom acostamento. Foi a conta de eu chegar na estação do trem que caiu o maior pé d'agua, com trovões e relâmpagos. Ufa!

No final o meu volocímetro marcou 104 Km, mas fiz um traçado pelo mapmyrun e obtive 96 Km apenas. Achei estranho, embora eu sei que não fui fiel a rota no mapa porque eu não consegui a lembrar tudo. Alem disso como a rota é longa muitas vezes eu passei riscos retos quando haviam curvas. Houve vezes que eu me perdi, dei voltas no mesmo lugar, essas coisas, que no mapa eu não considerei, mas ainda assim 8Km parece muito. Estou pensando que talvez tenha calibrado meu velocímetro com o comprimento errado do pneu. Vou ver se algum dia testo ele numa pista de 400m, ou se arrumo uma trena para medir o comprimento do pneu. Teoricamente dá para corrigir a distancia se eu achar o comprimento correto do pneu.

Bom, enfim, a distância foi seguramente maior que no domingo passado, mas eu diria que o percurso a Oeste não é mais bonito. Eu também diria que terminei menos cansado, não sei porque, talvez o corpo tenha se adaptado um pouco melhor. Dessa vez foram quase 9 horas desde que eu sai de casa até chegar na estação do trem (parei bastante, acho que só na cafeteria fiquei mais de meia hora. Outro momento foi quando vi a ponte se elevar e esperei até ela abaixar) contra menos de 6 horas no domingo passado. Dessa vez segundo o velocimetro, foram 6h30m somente pedalando (ou empurrando a bike).

Vamos ver, agora preciso pensar na proxima, e lembrar que tenho que aproveitar o tempo que tenho antes que o inverno chegue. Eu tirei várias fotos que estão aqui.

Treino na sexta

Embora eu nao tenha registrado aqui, na sexta feira eu corri mais 9 Km. O treino foi interessante por causa da chuva. Eu acordei bem cedo e estava chovendo, eu queria correr na chuva, entao me aprontei e saí. Era uma chuva fraca, mas molhava. As trilhas estavam todas muito molhada, com poças de água. Terminei com 46 minutos o percurso de 9 Km e pouco que eu costumo fazer.

O ritmo deve estar abaixo dos 5min/km, mas eu também tenho terminado meio cansado, com as pernas cansadas. Não estou muito satisfeito com o rendimento, digo, com o ritmo, eu nunca fui tão lento. A verdade é que desde que este ano começou para mim em termos de corrida eu não treinei como eu usava treinar desde que comecei a correr, sempre forçando. Este ano foi bem diferente, em Abril e Maio eu foquei no volume e o ritmo ficou bem lento. Junho e Julho eu tive problemas e mesmo querendo voltar ao volume anterior eu pouco consegui correr. Julho foi praticamente um mes parado por causa das costas. Agosto começou comigo correndo lentamente e com menos frequência. Vamos ver se melhoro. Agora que tenho uma bike eu ach oque isso vai atrapalhar um pouco os treinos de corrida porque ha dias que eu somente ando de bike, com hoje...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

E vamos pedalar!

Devido ao passeio muito bom no final de semana passado, e a outras coisas também, eu resolvi incrementar minha bike. Se eu pretendo usar sempre a bicicleta, ela precisa ter alguns itens essenciais. E o Trevor já tinha me dito que havia uma loja muito legal no centro da cidade, onde eu poderia comprar tudo que quisesse para pedalar. E eu precisava, ou queria, várias coisas. Hoje o Trevor ia saindo do trampo e me disse que se eu quisesse ele poderia ir lá comigo hoje. Depois de umas firulas dizendo que não queria atrapalhá-lo e tal, eu acabei aceitando a companhia. E claro, a experiência dele.

O item mais necessário que eu realmente precisava era luzes. Isso porque aqui é obrigatório o usos de luzes na bike a noite e de manha antes do sol nascer. Mas alem disso eu precisava de para lamas para que quando estivesse chovendo eu ainda conseguir ir e voltar do trabalho sem me sujar todo. Se eu pretendia andar longe de casa, era bom ter uma bomba portátil apra encher o pneu e era bom ter uma câmera de ar reserva. Comprei também uma buzina porque na trilha tem sempre bastante gente. Um bagageiro para levar a mochila e um velocímetro para medir velocidade e a distancia percorrida. Uma garrafa de água e uma pochete para bike e um shorts específico para pedalar, dado que a ideia é ficar muito tempo em cima da magrla

Vamos ver, este final de semana vai ser o dia da estreia...

Treino

Depois de dois dias parados (não corri segunda e terça, e no domingo apenas andei de bike, embora tenha sido uma bela pedalada de 70Km) eu corri denovo 9Km nesta quarta. Foi um ritmo bom embora eu não tenha marcado o tempo, na verdade num semáforo onde parei o cronômetro, na hora de reativar ele eu apertei o botão errado e só fui perceber meia hora depois... Bom, enfim, foi legal o treino, não senti nada durante a corrida embora eu tenho sentido uma dozinha nas costas depois da corrida, tipo bem depois, no dia seguinte quando levanto. Eu não sei, acho que vou ignorar a dor e tentar ir treinando, se a dor aumentar o negócio vai ser dar uma parada longa com os treinos e ficar somente na bicicleta. Vamos ver o que acontece... O longo passeio de bicicleta embora feito em uma época em que eu não tenho condicionamento para pedalar, parece não ter causado problema alguma para as costas, então estou pensando em pedalar mais, quem sabe outro de 70 Km neste final de semana, rumo a Oeste desta vez... Estou pensando...

domingo, 3 de agosto de 2008

E o mapa para deixar registrado!

Este é o mapa com o percurso que fiz hoje de bike. Deu um certo trabalho para desenhar a rota, e lembrar tudo por onde passei, mas enfim terminei. Assim não se vê a trilha, mas colocando no mõdulo satélite dá para ver ela facilmente, acho que é só clicar em "Vies Full Screen" ou sei lá....

70 Km









Hoje resolvi fazer um longo de bike. No ano passado eu havia ido a pé desde o último ponto do ônibus Lawrence East até a estação do trem em Pickering. Foram uns 7 ou 8 Km que eu fiz andando pela Waterfront Trail. Mas a trilha não terminava na estação Pickering do trem. Eu havia também corrido duas corridas em Whitby, ambas ocorreram ainda na Waterfront Trail. E eu tinha um mapa, sabia que a trilha começava em Toronto, passava por Pickering, Ajax, Whitby, Oshawa, Clarington, Newcastle, e seguia ainda mais para frente, alem dos limites de meu mapa, pela margem norte do lago Ontario.

O plano era seguir a Waterfront Trail desde o último ponto do onibus Lawrence East, já meio que na divisa de Toronto com Pickering, até Oshawa. E foi só ontem a tarde que resolvi olhar o mapa com mais cuidado e notei que o tal ponto de ônibus era pouco antes da metade do caminho para Oshawa, ou seja, grande parte do passeio ciclístico seria pelas ruas de Toronto. Que também descobri não serem tão planas quanto eu pensava.

Hoje saí de casa as 5h45m, pronto para um longo passeio de bike, tão longo quanto a anos eu não fazia. Na verdade somente duas vezes pedalei mais que hoje, indo para Pirapora do Bom Jesus partindo de Campinas (120Km) e indo para Serra Negra, também de Campinas (75K). No caso de Serra Negra teve a ida e a volta com essa mesma distancia, no caso de Pirapora a volta foi conturbada, com caronas e tal, não sei quantos Km foram realmente pedalados. Ambos a mais de 8 anos atrás.

Levei a mochila com um pedaço de pão, 3 gatorades e meu mapa, além da câmera e outras bugigangas pequenas. Com 20 minutos de pedal, senti o peso da mochila, percebi que não precisava de tanto gatorade e fiquei feliz por ter retirados as frutas. Com uns 40 minutos o sol já vinha de encontro a minha rota tornando difícil ver os semáforos. Com 1h eu tinha percorrido uns 18 Km e já estava bem suado. Daí até o começo da trilha foram mais uns 20 minutos para mais uns 9Km, essa parte rápida porque era muito mais plana que o começo. E foi ali, quando saí definitivamente das ruas (quarta foto), que parei para tomar uns gatorades e deixar a câmera num lugar facilmente acessível .

Eu podia ter pego a trilha indo uns 5 Km para o sul ao inves de quase 30 para leste, no centro de Toronto. Mas fazendo isto eu tornaria mais longo o caminho até eu chegar em partes da trilha que eu ainda não conhecia. Foi por isso que eu decidi fazer esse longo percurso, quase que todo pela Lawrecne Street, e pegar a trilha somente lá em Pickering.

Com o fim da Lawrence vieram as paisagens bonitas e as fotos. A trilha margeia o lago e passa por várias pontes de madeira, onde as vezes a vista é bem legal. Em uma ocasião a trilha passa por um campo de flores (primeira foto). Algumas vezes a trilha termina numa rua e você não sabe onde ela continua, mas ela sempre continua. Aí é hora de sacar o mapa, ou perguntar para alguem, mas felizmente desta vez eu me perdi pouco, e só uma vez dei uma volta desnecessaria de uns 2 Km, das outras vezes me achei logo.

Segui por Pickering, Ajax, Whitby e finalmente Oshawa, onde já cheguei um pouco cansado. Quando cheguei na estação de trem era umas 11h30 da manhã, ou seja, mais de 5h30m depois que saíd e casa. Estava planejando chegar antes, acho que bem antes, pensava que 4 horas seria suficiente, mas a gente acaba indo devagar para tirar fotos em várias ocasiões, acaba indo devagar por causa de gente com cachorro, crianças na ciclovia, acaba parando para olhar o mapa ou para tomar gatorade ou para apreciar a paisagem...

No final resolvi abandonar o plano de ir até Newcastle e passar dos limites do meu mapa com minha bike, mas quando cheguei em Oshawa estava certo de que ali era o ponto final, eu estava cansado, nem um pouco afim de andar mais uns 10 Km pelo menos até Newcastle e depois ter que voltar, porque o último trem era ali em Oshawa.

Foi bem legal, foi diferente e quem sabe haverão utros passeios. Ainda posso ir para Oeste, embora eu saiba que a trilha para aquele lado não vai tão longe e não deve ser tão interessante quanto para leste. E quem sabe uma semana de férias para tentar a volta ao lago, vou ver se convenço o Trevor...

Eu tirei várias fotos, que estão aqui. Muitas delas foram tiradas de cima da bike, simplesmente focando o que eu tinha a frente, assim não precisava parar para tirar fotos...

sábado, 2 de agosto de 2008

E continuamos treinando

Hoje rodei mais 9 Km, exatamente o mesmo percurso de ontem. Senti um pouco de desconforto nas costas no primeiro Km, mas passou completamente com uns 10 minutos de treino e mesmo agora depois de umas 5 horas do treino eu estou ok, sem sentir nada. Vamos ver.

O treino hoje acabaou sendo mais forte que o de ontem, fiz o percurso em 45 minutos - 2 minutos a menos que ontem. Os ultimos 2Km foram bem fortes, especialmente o último Km que eu sentei a bota e com isso terminei mutio cansado, ainda que com um tempo muito ruim para 9 Km e pouco. Ach oque amanhã vou descansar, ou melhor, estou planejando um passeio de bike...

Maníacos por maratonas

E o corredor começa com a prova de 10 Km do bairro, passa para uma maior, pega gosto, vai pra meia maratona e, se pegou gosto pela corrida, não pode ser um corredor de verdade se não corer uma maratona, a prova mais famosa, e, digamos até, símbolo das corridas de longa distância. E então há aqueles que como eu, param de ligar o significado de ser corredor a corridas de ruas, e ser corredor passa a ser tido como correr aquele loop chato todo santo dia as 5h30m da matina....

Mas há os que passam da maratona para ultras, porque afinal se a maratona é sensacional, mais ainda é superar a distancia da maratona. E há os maníacos por maratonas. Sim, porque a distância é mística e correr maratona é mais do que terminar uma longa corrida, e ficar cansado e ganhar uma medalha. É algo especial, é correr a principal prova de fundo do atletismo, é quase como que fazer parte da história ou experimentar ela. E há várias histórias de pessoas que correm e correram várias maratonas e ainda correr. O nosso amigo Rodolfo já fez maratonas nos quatro cantos do mundo e entrou para o grupo dos Marathon Maniacs. Isso já faz uns dias, o Rodolfo hoje alem das maratonas corre ultras nos quatro cantos do mundo e escreve livros e correr de madrugada nas ruas de SP (pelo menos isso eu já fiz tambem).

Mas tivemos o nosso outro amigo Hideaki que também está mais feliz por ter entrado e recebido a camiseta do seleto clube de maníacos por maratonas. Foram 3 maratonas em 3 meses, que pelo jeito foi coisa pouca para ele. Fica aqui meus parabéns ao japones e aproveito para dizer a ele que sim, pode e deve usar a camiseta que ganhou e deixar de lado a camiseta NT e fazer tudo mais que o deixa feliz! Agora o próximo passo é o nivel prata dos marathon maniacs, vamos lá japones! Mas com cuidado, não deixa esse grupo e seus criterios tiraram de voce o prazer de correr ou a saúde....

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Yes!

E hoje, primeiro de Agosto, voltei a correr como tinha pensado! Peguei o mesmo loop da trilha de 13 Km, mas encurtei ele para 9 Km, o que já foi de bom tamanho. Saí como sempre antes das 6 da manhã de uma sexta-feira que começou perfeita, temperatura amena, e principalmente, eu despreocupado com o trabalho que agora está muito mais tranquilo.

Os dias estão ficando mais curtos, fazendo me lembrar do inverno. Hoje quando saí usei o óculos normal e levei os escuros na mão. Conseguiria ter corrido o tempo todo com o normal, apesar de que o tempo nublado ajudou a demorar para clarear o dia. Mas é evidente que os dias estão mais curtos do que foram em Junho.

Eu saí para a trilha e me senti cansado, destreinado, lento. Por vezes pensei em abortar o treino, mas segurei. Cheguei na Eglinton e fui para a belt line sempre me sentindo cansado, estava claro que a falta de treino era a responsavel. Mas ainda assim segui, desci a Belt Line e cheguei em casa com 47 minutos de treino, pouco mais de 9Km. Não senti as costas, digo, não doeu muito, mas senti que ainda não estava 100%. Mas não tem jeito, tenho que recomeçar. Agora é ir aumentando a Km semanal e ver o que acontece!