domingo, 6 de junho de 2010

Ride for Heart - Como foi

Foi dificil em certo sentido, mas foi bom e foi diferente.

Acordei cedo, depois de uma noite chuvosa que fez a temperatura cair. Resolvi que deveria ir com minha jaqueta de chuva pois a chuva tinha dado uma parada mas deveria voltar. Decidi tambem levar outras blusas, roupas secas e tal. Com isso acabei levando a minha bolsa de ir pro trabalho, fazendo com que parecesse que eu iria para uma longa viagem. Mas a temperatura tava 9 graus, chovendo, eu não queria arriscar passar frio, melhor ir prevenido. Depois notei que muitos foram ocmo eu, com a mala de ir pro trabalho encaixada no bagageiro da bike. Outros (a maioria) foram com mochilas, mas aí, modéstia a parte, eu levava vantagem pois é muito melhor levar as coisas no bagageiro da bike do que nas costas.

Às 7:15 me encontrei com meus colegas, éramos então um grupo de 4 rapazes e uma garota. Ela trabalha comigo e me convidou para a pedalada. A pedalada começou às 8h com muita, mas muita bike mesmo. E logo depois de começar também começou a chover. A primeira bike de corrida que me passou me deu a deixa para seguir e deixar meu grupo, que ia tranquilo. Eu colei no sujeito da bike de corrida e segui ele por alguns Kms, mas então as pernas começaram a pesar. E chovia muito, mas eu não sentia frio pois estava pedalando forte.

Saí da Gardner, a rodovia que corta o centro da cidade e entrei na DVP. Deviam ter passados uns 4 ou 5 Km e o ritmo tinha caído muito. Ainda assim eu seguia passando muita gente, muita mesmo e só quem me passava eram as bikes de corrida, nenhuma Mountain Bike como a minha me passava. Só que o ritmo não estava bom e eu nem usava mais a última marcha. As pernas pesavam, eu sentia bastante nas subidas. Com 12 Km mais ou menos vei o a entrada para a galera dos 25 Km e eu me sentia cansado, quis entrar ali mesmo e voltar, mas segui firme. Dali em diante havia muito menos bikes, o caminho ficou livre mas pouco adiantava pois eu ia num ritmo pífio.A chuva por vezes parava mas tinha também o vento que às vezes era muito forte, batia de lado, empurrava eu e a bike> mas eu seguia passando o povo, muitos paravam embaixo das pontes, onde não chovia, para descansar, ou nos acostamentos. Eu seguia e lembrava do Vanin, aquela devia ser a sensação de uma competição de bike, subidas, descidas, você passa gente e é passado, as pernas queimam mas você segura o ritmo, imaginando que como prêmio vai receber uma enorme descida depois da curva. Mas as enormes descidas não vieram até chegarmos na York Mills e dar a meia volta, eu tinha ali atingido a metade do percurso.

Com a meia volta veio uma descida interminável, onde o uso da última marcha era constante, veio também o vento mais a favor. Tudo mudou e agora eu era muito rápido. Mas os outros também era, se não mais rápidos. Eu entendi então porque tinha sofrido tanto do outro lado, era uma subida quase constante, que a gente não percebia muito, mas os músculos perceberam. A segunda metade foi fácil e rápida, e eu parecia descansado novamente. Terminei bem, e imagino que o ritmo total tenha sido bom, mas eu não marquei o tempo e esquecí o meu odômetro em casa, nunca vou saber quão rápido sui.

No final das contas foi bom, eu terminei bem, descansado, achei que tive um bom desempenho. Deu vontade de ter uma bike de corrida, de ser mais veloz, inclusive nas subidas. A chuva valeu a pena, a experiência valeu a penas, acho que ano que vom devo fazer novamente tendo a oportunidade.

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