sábado, 23 de outubro de 2010

Subida na CN Tower

Hoje foi o dia da subida na torre, que eu fiz pela quarta vez. Saí de casa pouco antes das 5:30 da manhã e resolvi ir correndo até a torre, uns 6 Km com predominantemente descida. Mas eu tinha jantado e ido dormir muito tarde e ainda sentia a refeição no estômago de forma que a corrida foi bem lenta. Mas legal, cheguei lá tranquilo.

Uma enorme fila se formava para pegar o chip, usado na prova pela primeira vez. Conversei um pouco com um chinês ali na fila que tava meio revoltado com o tamanho da fila. Não sei o qua acontece, a gente chega antes das 6 da manhã e já tem aquela fila, todo ano é assim. E eles não acham um jeito de melhorar isso. Imagino que a fila deva diminuir depois.

No final da fila, pegando o chip também é uma lentidão, despreparo dos voluntários. Mas a diferença dos eventos aqui com os do Brasil é que acho que o teor beneficiente do evento meio que faz a gente ficar maims bomzinho com a organização. Tipo, eles não ganham grana com isso é tudo doado, tentam minimizar custos... Talvez a minha espera na fila é em benefícil de economizar alguns dolares.

Aliás, eu já falei aqui mas vale repetir. Ainda acho isso bastante estranho comparado com a realidade que vemos no Brasil. Num evento desses o objetivo não é chegar lá em cima rapidamente. Não e visto como uma competição. A única competição é para arrecadar doações. E isso é tão comum que um sujeito tímido como eu, por exemplo, arrecadei $355. Em termos de Brasil esse seria o preço que paguei pela inscrição. Mas aqui não se fala em inscrição, fala-se em arrecadação. Vc precisa arrecadar pelo menos $60 para participar, não tem inscrição. E aí tem uma série de ferramentas, dicas, incentivos para ajudar você a arrecadar o máximo possível. O que eu fiz foi mandar um email pra companhia inteira anunciando minha participação e com o link para o meu site ligado ao evento. A galera acessa se quiser, e estando lá faz doeções se quiser também, e podem usar o cartão de crédito, é muito fácil. Mas enfim, é uma doação que as pessoas fazem para uma entidade confiável, então várias pessoas estão abertas a ajudar. O negócio é bem similar nas corridas, qualquer corrida.

Depois da fila eu encarei a torre. Comecei devagar, digo, sem correr, mas subindo com vontade. Dois degraus com uma perna, um com a outra e assim fui. Sempre encontrava gente no caminha e passei muitos. Depois de uns 5 minutos você já está bem cansado, talvez antes disso. Eu estava ofegante, suando e com as pernas cansadas, músculos queimando. Mas eu continuava subindo com poucos momentos de redução no rítmo. A redução no ritmos era quando eu subia de um degrau por vez, com ambas as pernas. Muita gente parava para descansar nos vãos da escada, mas eu sempre segui. A cada 1o andar mais ou menos tinha um sujeito da organização, com uma mala, acho que par aprestar primeiros socorros caso necessário. Alguns liam livros, nem olhavam para a gente. Talvez isso passa parecer estranho, mas imagine que o sujeito fica lá por horas e horas...

Cheguei lá em cima bem cansado, mas isso não foi diferente das outras vezes. Foram 16m15s, um segundo a menos do que no ano passado. Dei uma olhada na cidade lá de cima, mas desci logo. Minhas pernas estavam cansadas, eu tinha pensado em voltar correndo para casa mas eu me achava sem condições, nem andar eu não queria, era um pouco dolorido na panturrilha para descer escadas.

Enfim, outro ano, outra subida na torre...

Nenhum comentário: