E a temida Meia Maratona de Washington ficou para trás.
Com as reviravoltas políticas acontecendo e a dor nas costas que não me deixou treinar direito, eu pensei até mesmo em cancelar minha participação na meia de Washington. Mas a cidade é interessante e resolvi que ainda que não corresse bem, ou não corresse, valeria a pena.
Quando cheguei na Sexta dia 14 de Março, fazia dois dias que não treinava, e o meu maior longo tinha sido de 15km. As minha duas últimas semanas de treinos foram terrívels por causa de dores nas costas que me fizeram correr bem pouco. A idéia de ter que correr 21km causava um certo temor e eu até decorei as estações de metrô ao longo de percurso para poder pegar o metrô se as pernas não ajudassem. Naquele dia 14 eu também notei que no dia da corrida, o dia seguinte, estaria frio, ao contrário da previsão que tinha visto a semana inteira de 17 graus na largada. Agora, na sexta, em Washington eu percebia que na verdade a largada seria com uns 8 graus. Mas na Sexta eu me sentia melhor das costas, e de certa forma descansado.
Fomos pegar o kit logo depois que chegamos, sendo a primeira coisa que fizemos. Compramos passe de transporte público para uma semana, e de metrô, com as malas nas costas, chegamos muito cedo no local da entrega do kit e nos juntamos a vários corredores que esperavam no frio da posta do centro de convenção. Sentei num pilarzinho por causa da usual dor no quadril, e esperei no frio de 10 graus. Entreamos no centro de convenções de Washington às 10 da manhã em ponto, quando ele abriu, e seguimos alguns corredores para o andar de cima. Muito mais corredores nos seguiam. Naquele dia fomos um dos primeiros a pegar o kit. A moça nos atendeu, pediu o meu número de peito que então estava na minha memória, e já veio uma sacola com o número e uma camiseta. Eu achei a camiseta bonita, mas pensava no dia seguinte mais do que na camiseta.
Do centro de convenções ao hotel foi uma caminhada curta, e conseguimos fazer o check-in às 11 da manhã ao inves da usual 3h da tarde. Trocamos as mochilas pesadas por uma bem leve, era dia de caminhada, e caminhamos bastante por toda a tarde por memoriais de Washington. E terminamos o dia cansados.
Dormi bem e no dia da corrida não teve café da manhã. Eu tinha jantado uma comida congelada que compramos num mercado, dado a pressa de ir para o hotel descansar e a necessidade de comprar água no mercado. Lá no mercado a galera que vendia a comida pronta não aparecia e resolvemos comprar a congelada. Aquela comida congelada me sustentava no dia seguinte, não de forma que eu passasse mal mas não sentia fome, e então resolvi não tomar café da manhã, não comer nada.
A largada seria às 8 da manhã e saímos do hotel às 6:30 mais ou menos, com a esperança de pegar um ônibus. A minha má condição de preparo me fazia querer andar o mínimo possível, mas eis que não deu. Não achamos o ônibus prometido pelo Google Maps, o que se repetiu em outros dias. Andamos 2,5km até a largada, mas eu me sentia bem, e não estava preocupado. Talvez porque não havia o que se preocupar, a estratégia seria clara, começar devagar, tentar correr até o final, se não der, pegar o metrô e voltar para o hotel.
Um pouco mais preocupado eu estava era com a temperatura de uns 8 graus. Em Toronto eu acompanhei a temperatura por uma semana antes da corrida, com a satisfação de ver que ela estava sempre acima de 15 gaus para o dia da corrida. Mas chegando em Washington ainda na Sexta feira de manhã notei que não estava quente igual falava no app. E o dia inteiro ficou frio, e a previsão para o Sábado da corrida, o dia seguinte, era de ainda mais frio. Isso me preocupou pois com 8 graus eu em geral corria de blusa e até luvas, mas não tinha trazido essas coisas. Sorte que havia uma blusa fina, não de corrida, mas que acabou dando certo. E nas mãoes eu coloquei um par de meias.
Ir para a largada não era difícil pois muitos corredores também caminhavam, e a gente seguia eles. Descemos para o Sul, até chegar na rua Pensilvania, onde notamos que a maioria dos corredores que seguíamos iam correr 5km, cuja largada era na chegada da meia maratona. Fomos na Pensilvânia para Oeste, em direção à largada da meia,e eu me enganava pensando que estava na rua Constinuição, a rua da largada. Até que cruzamos a rua 12 e notamos que uma fila de corredores iam para o Sul. Foi aí que notei que estava na Pensilvania e não na Consituição, mas estava cedo e segui eles para o Sul, acho que na rua 13. Em Washington as ruas no sentido Norte-Sul tem nomes de números. A rua North Capitol ao norte do Capital, e South Capitol, ao Sul, seriam a rua zero e assim fica no meio; e de cada lado dela as ruas vão aumentando o numero. O hotel era na rua 4 e a largada na 13. No sentido Leste-Oeste temos as ruas A, B, C, D... que começam na rua Leste Capitol. As ruas Constinuição e Independencia fican ao Norte e Sul do Capitol, respectivamente, indo de Leste a Oeste, e entre elas tem uma área com muitos museus, memoriais e parques. Ali é mais ou menos bem servido por metrô e ônibus, mas na maior parte acabamos andando porque também não é tão longe. Para ir para a largada poderíamos ter pego o metrô, mas praticament enão compensa pois tinha que andar um pouco até a estação e depois outro pouco até a largada.
Cheganod na largada eu notei que o meu número não tinha marcação de qual corral eu deveria largar. Até agora não sei como funcionou o esquema dos corrais. Acho que as pessoas procuraram o marcador do ritmo deles, e entraram lá. Achei essa uma falha da organização pois em outras corridas é sempre bem marcado e fácil de achar. Acabei decidindo pular a grade quando vimos as marcadoras de ritmo de 1h45m, que seria um ritmo bom para mim em tempos de bom preparo. Poderia tentar seguí-las. Na verdade ao invés de pular a grade passei no meio dela, quando ainda tinha pouca gente e faltava uns 15 minutos. Havia banheiros químicos dentro do espaço da largada o que também achei estranho, dado que se a galera fosse sair correndo eles atrapalhava muito, fora o risco de algum acidente caso alguem sai do banheiro de uma vez enquanto outros estão passando correndo. No final das contas não atrapalhou tanto, acho que porque os corrais eram tais que o corral que largava ficava inteiro na frente dos banheiros.
A largada foi dada às 8 em ponto, mas eu estava na segunda leva e só andei para frente, passando os banheiros e ficando quase embaixo do pórtico de largada. Teria sido fácil para largar na primeira fila se eu quisesse, mas na verdade eu já achava que estava na frente de mais ali. O Garimn preparado e dois minutos depois da largada do primeiro grupo é a minha.
Saí bem. Tinha dormido bem e não sentia dores nas costas ou na bacia e estava gostoso correr. A temperatura estava gostosa também. Não havia muito congestionamento, muito menos que em Lisboa, embora mais do que em Chicago. Mas corria tranquilo e tantava pensar em curtir o percurso, olhando um pouco os prédios enormes que tem por ali. Mas é difícil, logo a gente tá concentrado na corrida, nos passos, no ritmo e no cansaço. A Constinuição, a rua da largada, é larga, mas usávamos apenas metade dela, o que ainda assim era larga. Da Constituição eu entrein a rua Virginia e ali fechei o primeiro km para 5:04, mas sem perceber porque ainda tinha muita gente e barulho.
Da Virginia entramos na rua 18 e agora vou para o Norte. Tinha olhado várias vezes o mapa e tinha boa idéaia de onde estava. Viramos à esquerda, indo para Oeste, na rua E, e depois denovo à esquerda, voltando para o Sul pela rua 19 até chegar de volta na Constinuição, onde pegamos para Oeste. Logo deopis o km 2 é completado para 4:43. Agora os corredores já estão mais espalhados e eu corro tranquilo, também ajudado pelo tempo nublado e meio escuro. O ritmo estava muito forte, e eu precisava diminuir, mas me sentia bem. Forcei o ritmo a baixar um pouco, sabia que pagaria caro se não diminuisse, tinha muito chão pela frente.
Mais a frente entramos à esquerda na rua 23 seguindo para o Sul. Demos um quarto de volta no balão do memorial do Lincoln, o presidente dos USA durante a guerra civil, uma das grandes figuras na história do país. Naquele dia mesmo a tarde visitaríamos o memorial, que é enorme e realmente impressionante, com memorias da guerra da Coréia e do Vietnam também ali perto. Mas ali, correndo, eu notei a grande construção, com pilares redondos, mas não sabia o que era.
Dali já pegamos a rua Memorial que na verdade ali é uma ponte que cruza o rio Potomac. Logo no começo da ponte está o km 3 que fechei para 4:51, um ritmo que considerei muito bom e queria ver se conseguia manter. No momento tinha pernas para isso, mas era apenas o km 3. O Garmin estava no modo de corrida normal, o que significa que ele tocava a cada km e a cada 5 minutos. Eu meio que coloquei como objetivo não deixar o alarme dos 5 minutos alcançar o dos km. Enquanto eu ouvisse o do km antes do dos 5 minutos, eu estava num ritmo médio sub 5min/km. E prestando atenção no intervalo entre os dois eu tinha uma boa idéia do quanto de vantagem eu tinha em relação aos 5min/km.
Atravessamos o rio e fizemos um balão grande, uma meia volta para voltar exatamente na mesma ponte e atravessar o rio novamente. Denovo, logo depois de subir na ponte, fecho o km 4 para 4:50. O ritmo estava excelente e eu me sentia bem, sem dores nas costas ou no quadril. Parecia que ia dar para segurar o ritmo. A temperatura também acho que ajudava muito pois estava frio, uns 8 graus, mas eu não sentia frio e ainda não estava suado. Terminada a ponte, entramos à direita para mais um balão que nos leva a passar embaixo da corrida, onde subimos na ponte pela primeira vez, e nos leva para o Norte na rua Ohio. E logo também completo o km 5 para 4:44, muito forte denovo, mas acho que na hora eu não percebi e não olheio o relógio, nem sabia o ritmo.
Da Ohio entramos na Rock Creek and Potomak Parkway, uma rua que continua ao Norte, bem perto da margem do rio, passando sob algumas pontes. Nela completei o km 6 para 4:57, pouco antes de dar meia volta e voltar para o Sul na rodovia Potomac River. O ritmo menor provavelmente tem a ver com um pouco de subida e o começo de eu perceber que não estava tão bem. Mas indo para o Sul, na Potomac River, eu completo o km 7 para 4:50 e já olho memos o relógio, eu ainda vou num ritmo bom, mas não está tão fácil quanto antes. Será que eu deveria ter ido mias devagar, será que deveria correr em ritmo de treino leve, à 5:20? Ali na corrida a gente tenta correr em ritmo que parece que conseguimos manter, ritmo que não nos deixa muito cansado, pois tem muito pela frente, é apenas natural que o ritmo precisa ser fácil.
Meia volta e voltamos para o Norte na outra pista da mesma rodovia. E na verdade já fazia um tempo, desde antes do km 7 que corriamos vendo gente do outro lado. Agora eu voltava para o Norte e aqueles do outro lado estavam atrás de mim. O km 8 eu fechei para 4:56, eagora pensando eu acho que esse tempo menor nos km 6 e 8 foi por causa do vento contra, enquanto que indo para o Sul ele ficava a favor. Na verdade o vento era pouco, só que dapara para perceber claramente. De um lado tinha um ventinho control, que esfriava um pouco. Do outro era sem vento e os óculos embaçavam, o que me causou um pouco de problema em certos pontos, mas não muito.
Fizemo un S, indo para o Sul, depois Norte, e no ponto do extremo Sul fecho o km 9 para 5:00 cravado. Do outro lado a galera entre os km 6 e 7, e o S era como para nos despedir deles, que voltavam para o Sul, enquanto que a gente agora seguiria para o Norte, acompanhando o riozinho Rock Creek. Interessante que eu conhecia bem o percurso no mapa, mas não tinha memorizado os km e ali durande a corrida fiquei meio perdido, com pouca idéia de onde estava no mapa, o que só recuperei quando paramos de seguir o rio para entrar na cidade denovo. Eu já sentia as pernas um pouco pesadas e o ritmo menor. Mas dava para ir. Pensei em tomar o meu gel depois do próximo posto de água, e tomar ele devagar, entre um posto de água e outro.
O próximo posto de água foi no Km 10 que fechei ainda indo para o Norte para 4:52, e ali tembém peguei um isotônico o qual não bebi inteiro. Foi a primeira vez que peguei algo, não estava com sede ainda. Mas me sentia cansado e abri o meu gel pouco depois e comecei a toma-o devagar. Era de limão e foi o melhor que já experimentei. Ele não era doce e eu fiquei meio tranquilo que não ia embrulhar o estômago. Veio o km 11 que fechei para 4:59 mas pouco olhava o cronômetro. só que sabia que tinha boa margem de vantagem para os 5min/km, e tentava não deixar o ritmo cair para não perder aquela margem. Fechei o km 12, ainda na margem do riozinho, para 4:52, e então ela veio.

Uma subida que começou leve mas ficou muito íngreme, com inclinação maior do que qualquer outra que tinha visto em meia maratonas que corri nos últimos 5 anos, quando voltei a correr. E a inclinação aumentava, algumas pessoas andavam e eu não estava muito mais rápido que eles. Tentei me menter trotando morro acima, mas o ritmo caiu como nunca, chegou aos 7min/km na subid maior. O morro é visto facilmente no gráfico abaixo de elevaçãoe ritmo.

A subida termina abruptamente, quando a Rock Creek and Potomac Parkway termina na rua Calvert, que agora é plana. Eu conheço imediatamente o lugar pela que tinha visto no Streetview, e na Calvert eu continuo no meu ritmo pífio de subida, com as pernas muito cansada, se soltando aos poucos. Logo depois de entrar na Calvert cruzo a Connecticut, ainda lento, e sei que na Connecticut indo para o Norte eu posso pegar o metrô. Apenas sei, não faço, pouco penso no metrô, e continuo pela Calvert, agora sobre uma ponte, deixando o metrô para trás. E depois da ponte fecho o km 13 para 5:42, bem cansado mas já com ritmo melhor, determinado a continuar. Coloco o sachê do gel no bolso e logo a frente pego outro gel dado pela organização, que também coloco no bolso, imaginando que não o tomarei. Sentia as pernas cansadas e não sabia ao certo o ritmo, só que sabia que apesar do ritmo bem baixo no km 13 eu ainda estava sub 5min/km de média. Imaginava que talvez não conseguiria manter essa média.
Entro na Columbia, e indo para o Nordeste fecho o km 14 para 5:13, aparentemente ainda não recuperado da subida, mas me sentindo melhor, talvez pelo efeito do gel. Por ali eu sabia que tinha outra estação de metrô, mas não pensei muito nisso. Depois do km 14 entramos na Harvard, e rumamos para o Leste e eu já me sentia melhor, ainda que com as pernas cansadas e um pouco de dor nos músculos da coxa, que não me preocupava, pelo menos não era dor nas costas ou no quadril, dores que tornavam a corrida pouco prazerosa.
Na Harvard fecho o km 15 para 4:52, mas pouco prestava atenção no Garmin a não ser or saber que o alarme do km estava ainda vindo muitos segundos antes do alarge dos 5 minutos, e eu ainda pensava em tentar um sub 5min/km e portanto tentava segurar o ritmo. Na Harvard pegamos outra subidinha, depois viramos para o Sul na rua 5 que está ás margens de um lago, e ali tembém tem uma descida. No final da descida e quando a rua 5 para de margear o lago, fecho o km 16 para 5 minutos cravados. E tudo que desce sobe, e vem outra subida.

Da rua 5 entramos à esquerda na Bryant, e do Sul vamos para o Leste, até o km 17, que fecho para 5:07. As pernas estavam cansadas e eu já pensava em quantos km faltavam. Só 4. Ajuda pensar que faltam só 4km, os músculos doem, as pernas estão cansadas, mas só faltam 4 km, não é muito. Depois do km 17 entramos à direita na Capitol Norte, agora indo para o Sul, indo para a chegada. A Capitol Norte é larga e eu sabia que correríamos por um tempo nela, mas agora estávamos indo para a chegada! Na Capitol Norte deve umas duas ou três passagem sob pontes, onde tem uma descida depois uma subida, e as subidas nesse momento não eram bemvindas. Mas segui correndo, tentando segurar o ritmo. Na Capitol Norte fecho o km 18 para 4:56 e depois o 19 para 4:54. Conseguia manter o ritmo, mas a duras penas, pensando a todo momento quando faltava para terminar.
Da Capitol Norte entramos à direita na Rua K, a rua do hotel, e eu já sentia o gostinho da chegada, já sabia que estava perto, que tinha menos para correr agora do que o quanto andei para chegar na largada. Da K viramos à esquerda na rua 4, na esquina do nosso hotel, e rumei para o Sul. Na rua K foi também onde a moça do ritmo me passou. O ritmo dela só podia ser 1h45m. Se eu acompanhasse ela e assumindo ela estava no ritmo correto, eu terminaria sub 5min/km! Mas ela me passou e estava difícil acompanhar. Qunado entrei na rua 4 já não a via mais, apesar de que não precisa estar muito longe para eu não ver. Mas eu não tinha perna para acompanhar.
Na rua 4, indo para o Sul, fechei o km 20 para 5:00. Da rua 4 entro à direita na rua E, depois à esquerda na rua 6 indo novamente para o Sul. E na rua 6, chegando na Pensilvânia, a rua da chegada, fecho o km 21 para 4:49. Mas não olho o Garmin e nem o escuto, muito barulho nessa altura do campeonato. Logo entro na Pensilvania à esquerda, rumando para o Sudoeste, e logo vem a chegada. Termino com 1h46:06, 4:58 min/km de média, distância de 21,36km, segundo o Garmin. Segundo a orgnização o meu tempo foi 1h:45m55s, ritmo médio de 4:59 min/km. Interessante que o Garmin tenha marcado mais de 150 metros a mais.
Logo depois de chegar encontrei a LIka e tomei um pouco de água. Ainda não tinha sede embora tenha tomado pouca água durante a corrida, provavelmente por causa do frio. Comecei a sentir as costas e quadril logo depois da chegada, deopis de uns 10 minutos. Sentia também bastante os músculos da coxa. Minha interpretação foi que essa dor nos músculos aconteceu por falta de preparo, dado que não tive ela nas outras meias. A dor nas costas e quadril não eram debilitante, e andamos mais de 1km até o hotel, onde a corrida passave em frente, ainda com muita gente passando. Tivemos dificuldade para atravessar a rua de tanta gente. Segundo a inteligência artificial essa era a segunda maior meia dos USA, perdando só para a do Blrooklin, em Nova Iorque. Tomei banho e dormi um pouco, estava bastante cansado. Depois a gente andou bastante a tarde, voltamos ao memorial o Lincoln, e outros memoriais. Nos dias seguintes também andamos bastante e continuei sentindo as dores nas costas e quadris.
Hoje, Sábado, uma semana depois, fiz o meu primeiro treino, que foi uma volta ao bairro e deu 10km. Ainda sinto dores nas costas e quadril, mas consegui correr bem, com ritmo de 5:30 para 10km, só que essas dores incomodam e eu tenho dúvida como serão os treinos daqui para frente se elas não melhorarem. Talvez devesse tentar fazer um pouco de exercício para fortalecimento dos músculos abdominais e das costas, fazer musculação. Vamos ver. Por agora eu fico ainda pensando na corrida, que foi legal, que corri melhor do que esperava.