sábado, 13 de julho de 2024

Volta ao bairro Rockcliffe-Smythe e Progression Run

Hoje transformei o Progression Run em um longo, dando a volta em outro bairro, o Rockcliffe-Smythe. Outro bairro em uma parte da cidade que a gente nunca vai, em que a parte mais relevanta para mim  talvez seja a trilha que segue o rio Humber, que é o limite Oeste do bairro. Eu já fui várias vezes nessa trilha, acho que quase sempre de bike, em tempos passados. Descendo o rio, ela cruza a Dundas e ali um pouco antes tem uma ponte para pedestre que cruza o rio e é parte da trilha. Essa ponte é bem legal pois o rio ali é grande, eu diria que poderia ser um ponto turístico de Toronto. Mas ela fica meio fora de mão, ali na trilha, meio longe do centro e mesmo para chegar na ponte tem que andar um tanto considerando a rua mais próxima. Uma vez eu fui lá no inverno para ver o rio congelado. Acho que foi por isso que eu fui. Enfim, foi bom estar lá denovo. O bairro é cortado pela rua Scarllet, que também é conhecida minha, também por pedaladas passadas, e tipo, uma referência. A Scarlet não é uma rua que classificaria como uma das principais que cortam Toronto de Norte a Sul, pois ela não é longa, mas ali não tem outra rua grande então ala acaba sendo referência. Ela também é onde a Avenida St Clair termina à Oeste, o que ajuda como ponto de referência. O bairro também é cortado bem no seu Sul pela St Clair. 

O meu post anterior foi um terino de tiro, na terça feira, que fiz bem, apesar que não estava me sentindo 100%, mas foi bom. De lá até hoje, sábado, tinha dois dias de descanso, dos quais eu descansei 1 (nenhum treino) e um treino level. Ou seja, eu esperava que hoje eu estaria bem e estava até decepcionado que o Garmin estava passando um progression run de 40 minutos, contando aquecimento e desaquecimento, ao invés do tradicional longo. Só que os treinos leves foram meio cansativos e eu não estava me sentindo descansado quando comecei o treion hoje. Ainda assim estava resolvido que eu faria o Progression Run, e continuaria para dar a volta num bairro. Tinha escolhido dois bairros, um mais perto, o Keelesdale, pequeno e mais perto, e o que eu contornei, seu vizinho a Oeste, bem maior e mais imponente, com contornos mais difíceis de memorizar. 

Rodei os 5 minutos iniciais de aquecimento para um ritmo de 5:15/km, o que é bem bom, só que eu não me sentia assim tão bem. Sei lá, as pernas pareciam não ir, e a idéia de rodar abaixo dos 4:30/km no final do treino de progression parecia impossível. Mas o ritmo me animava e eu estava em dúvida se faria o bairro menor ou o maior. 
Passado o aquecimento, os próximos 20 minutos seriam de treino leve. Aí eu fiz a conta para ver onde faria os 10 minutos fortes, do progression run. Ficou mias ou menos clarro que se eu decidisse pelo bairro mais próximo e menor, o treino forte seria na Caledônia e Rogers. Seria terrível, pois a Caledónia tem subidas respeitáveis e não dá para correr na rua, que é movimentada e estreita. Foi aí que decidi que continuaria pela St. Clair para que a parte forte fosse na St Clair, relativamente plano, e Weston, que com sorte não chegaria nas subidas da Weston. Continuando pela St Clair, as chances de fazer o bairro menor diminuiam pois eu teria que começar pela sua borda Oeste, o que é meio inconveniente, dado que o final é lá também, ou seja, no ponto mais longe de casa. É mais natural começar e terminar os contornos no Leste, mais precisamente no Sudeste se o bairro fica ao Norte da St Clair. Mas okay, ainda não perderia a possibilitidade de fazer o bairro mais curto se não me sentisse bem depois dos 10 minutos fortes do progression run.

O primeiro km do treino level foi para 5:14 e o segundo para 5:06. O ritmo estava bem bom,  e embora eu não me sentisse 100% por alguma razão o ritmo estava bom o suficiente que depois de 2 km eu estava bem decidido a fazer o bairro maior. No entanto teriam os 10 minutos de ritmo forte, e vamos ver se ainda quero fazer o bairro maior depois disso. Eu não tinha medido o contorno dos bairros, mas tinha uma vaga idéia pelo tamanho no mapa. Eu sabia que o bairro mairo seria um longão tradicional, que chegaria perto dos 20km. O bairro menor seria uns 12, menos de 15 com certeza. 

O ritmo continuou similar até que depois que cruzei a Caledônia o Garmin apitou para começar os 10 minutos de treion forte, entre 4:07 e 4:22/km. Ali na St Clair era fácil correr e rodei o primeiro km para 4:13, já chegando na Weston, na subida depois de passar embaixo da linha do trem. Ali percebi que na verdade teria que manter forte por muita subida na Weston, e embora tenha feito o primeiro km bem, estava já me cansando. Rodei o próximo km para 4:25, resultado de subida e cansaço. Mais 300m de subida para terminar os 10 minutos e me acho no começo da Rogers, super cansado, dando a volta num ônibus urbando que queria entrar na Weston e eu não sabia se o semáforo estava aberto para ele. Pelo jeito não, dado que dei a volta por trás dele mas ele continuou lá. Mais 5 minutos de descanso para terminar o treino, eu me sentia exausto, mas certo de que agora que podia correr no ritmo que queria, descansaria e partiria para a volta no bairro maior, que já tinha começado uns 500m antes. 

Passei a entrada da Black Creek e nem lembro dela. Veio uma subida, e logo ainda na subida vito à esquerda na Lambton, uma rua pequena e com pouco movimento. Ainda me sinto cansado e corro agora no meio da rua, mas logo ali no começo da Lambton o Garmin apita o final dos 5 minutos de desaquecimento que rodei para 5:38/km. Estava cansado, o tiro de 10 minutos tinha sido desgastante, mas estava determinado a continuar, agora sem possibilidade de voltar para o bairro menor. Aperto o botão do Garmin dizendo para ele que o treino na realidade não terminou, que tudo até então era só aquecimento, que eu estava na verdade começando a volta no bairro que teria mais km do que tinha rodado até então. Vi que ali no final do treino, no começo da Lambton, eu já tinha todado 8km. A lap 10 então é mais ou menos 9km e assim por diante.
A Lambton segue a Oeste e termina na Jane, onde completei o primeiro km pos-progression run, e completei para 5:09, estava de volta no ritmo inicial, e me sentia bem, na Jane indo para o Norte. Não consegui atravessar a Jante antes de chegar na Eglinton, onde tenho que virar à esquerda, então precisei esperar o semáforo. Agora que o treino tinha acabado, parar no semáforo e parar o Garmin é tudo válido. O objetivo é só completar a volta no bairro.

Passei a Eglinton, ali bem larga, tudo muito aberto, quase 5h45m da manhã, eu decidi guardar os óculos claros e pegar os escuros. Eu sabia que o dia seria de sol e tinha também comigos os óculos super escuros, mas não precisava ainda. Lembrei das dificuldades de trocar os óculos na volta ao bairro anterior, e pensei comigo mesmo que seria okay ir mais devagar e demorar quanto tivesse que demorar para fazer tudo certo. Com calma desenrolei o papel higiênico dos óculos que estavam no bolso do shorts, mas mal comecei e as chaves cairam do bolso, pois ele é furado. O furo é pequeno então dependendo de como você coloca as chaves ela fica lá, mas não ficou. Parei, pequei as chaves e continuei, agora com as chaves na mão. 

Nesses treinos bem cedo, ainda escuro, eu sempre corro com as chaves na mão, pensando que se aparecer alguém com más intenções eu posso tentar usar a chave como uma arma. Também porque ela fica fazendo barulho se colocada no bolso, ainda que o bolso não tivesse furo. A única opção é corregar as chaves no boné, o que também não gosto muito, então por isso também eu levo na mão. Mas ali para trocar os óculos, as chaves atrapalham. O problema é desenrolar os óculos sem estragar o papel higiênico para que eu pudesse usar ele para enrolar os óculos claros que eu estava tirando. No bolso eu tinha outro pedaço de papel para limpar os óculos escuros que geralmente estão embassado, mas dessa vez não estava. A troca foi tranquila e aind mantive o ritmo fechando o segundo km para 5:14.

Logo estava na Scarlet, entrando na trilha que segue o Rio Humber, voltando para o Sul. Ali na trilha me senti bem, e fechei a lap 12 para 5:04 e a próxima para 5:08. Aí vieram algumas subidas na trilha, o cansaço começou a pegar, e o próximo km ainda na trilha foi para 5:22. Mais ou menos 13 km, e pouco depois estava cruzando a ponte sobre o rio Humber que falei no começo. Com mais ou menos 14km estava saindo da trilha, numa enorme subida, rumando para a Dundas que fica bem elevada em relação ao Rio Humber, e sob a qual eu tinha passado. A lap 16, mais ou menos km 15 eu rodei para quase 5:40 devido essa subida, e a partir de então me senti mais cansado. Seguindo pela Dundas, fiz o erro de passar para o lado esquerdo dela, dado que teria que virar à esquerda na Runnymede, mas logo a calçada terminou, e tive que cruzar a Dundas denovo para o seu lado direito, rumando a Oeste. Veio um farol, calçada do lado esquerdo novamente e eu atravesso a Dundas novamente, só para ver a calçada terminar. Dessa vez não voltei apra o lado direito, aumentei o ritmo e corri na rua esperando que uma calçada viesse logo, ou que carros não viessem logo. Mas carros vieram num lugar onde não tinha espaço para correr do lado da rua e eu tive que pular do lado e ficar esperando os carros passarem. Os carros passaram e 20m depois veio a calçada. 

Virei à esquerda na Runnymede, indo para o Norte, e logo depois da ferrovia, que é o limite real do bairro, completo mais um km a 5:23, logo estando na St Clair, parado no semáforo, esperando. Acho que a parada me fez bem pois o próximo km eu rodei para 5:14 e já estou na trilha que segue a rua Terry. Cruzei a Symes, ainda na trilha que começou a ter subidas, me senti bem cansado mas sabia que estava terminando. O proximo km, já não longe da Weston, o Garmin marcou 5:02. Era o meu melhor km, mas eu acho que o Garmin pisou na bola pois apesar de ter rodado bem no começo desse km, teve umas subidas e eu me senti cansado. Foi ali, completando a lap 19, mais ou menos km 18, que ouvi um galo contando. Foi inesperado, mas deu para entender. A trilha ali, ainda que já chegando no seu final na rua Gunns, é bem fechada, deve ter alguma residência meio rural. Ali tem trilha por causa da linha de transmissão de eletricidade, então tem uma faixa larga de vegeração.

Cheguei na Gunns exausto, dali só uns 150m até a Weston, tudo descida, e fechei o bairro! Estava cansado e todo molhado de suor. Colocquei o Garmin no modo de caminhada e segui para a St Clair. Um incidente pequeno foi um cachorro pastor alemão que latiu bravo para mim sem parar, mas a sua dona deu conta de segurar ele. Eu parei, olhei para ele, esperei a dona levar ele embora, não falei nada nem ela. Segui andando até a St Clair, virei às esquerda, passei embaixo da linha de trem e cheguei na Old Weston junto com um street car. Consegui correr e pegar ele, tinha andando 800m. Sentei, estava pingando, cansado. Esperava que ia terminar a volta menos cansado. Mas no final das contas o ritmo médio ficou nos 5:09, muito bom considerando que houve subidas, e teve os 10 minutos de ritmo bem forte. Então talvez não tenha sido tão ruim o fato de eu me sentir cansado. Em casa foi para a melancia e descansei, e me sinto bem melhor. Vamos ver amanhã!

terça-feira, 9 de julho de 2024

Treino de tiros

 Hoje o treino de tiro foi puxado. Estava calor, por volta dos 22 graus e eu me sentia um pouco cansado, apesar de o terino de ontem ter side love e com apenas 30 minutos, e o de domingo também, dado que eu estava com um pouco de dor nas costas, provavelmente por causa do longo no sábado. Ontem a dor tinha ido embora, e hoje também. Então resolvi tentar fazer o treino e qualquer coisa moveria ele para amanhã. 

Foram 15 minutos de aquecimento e depois o primeiro tiro de 5 minutos, segundo o Garmin para rodar a 4:07-4:20/km. Laps 4 e 5 abaixo. O primeiro km eu rodei bem, mas foi difícil terminar e eu até pensei em abortar o treino. Mas continuei, pois depois de 3 minutos de trote eu estava me sentindo melhor e pronto para o segundo tiro, sabendo que só tinha 3. No segundo tipo, laps 7 e 8, me senti melhor, achei que terminei melhor, mas o ritmo parece ter sido mais ou menos o mesmo. O terceito tipo de 5 minutos, laps 10 e 11 parece que foi o meu melhor, rodando o primeiro km para 4:02, mas caindo o ritmo  no final, embora não muito.

Depois vieram 6 tiros de 30 segundos, com descanço de 1 minuto, para rodar para 4:02 a 4:08. O primeiro foi difícil, mas bem mais rápido do que necessário. Eu consigo rodar fácil abaixo dos 4min/km em tiros assim curtos, de 30 segundos. Mas depois do primeiro senti cansaço e o segundo tiro foi bem mais lento. Mas me recuperei e rodei bem nos 4 tiros seguintes, em ritmo muito bom, bem acima do pedido pelo Garmin. 

Os 15 minutos finais de desaquecimento foram difíceis, senti o cansaço nas pernas, queria parar. Mas segurei até o final.

É interessante qu eo ritmo final ficou abaixo dos 5min/km. Os treinos de tiro sempre me surpreendem com ritmo forte na média. Eu já até pensei que uma boa estratégia para uma corrida seria fazer ela em tiros. Mas é difícil acerditar que seja melhor do que um ritmo constante...





sábado, 6 de julho de 2024

Longão e volta ao bairro Islington

Mais um longão hoje. Resolvi visitar e contornar um bairro perto do limite Oeste de Toronto, o bairro Islington.  A estação Islington do metrô é o ponto mais conhecido do bairro pra gente, que estamos bem longe, relativamente falando. Mesmo assim se formos olhar direito, acho que a estação nem é no bairro, ela fica ali bem no limite do bico do bairro. Esse bico é o formato do bairro mesmo, não foi que eu corri errado e na verdade estava até planejando eliminar ele na corrida para fazer o contorno mais fácil para a próxima vez, mas em cima da hora eu decidi ir em frente e fazer o contorno correto. A estação Islington do metrô é a penúltima a Oeste, antes da Kipling, e ali a gente pega ônibus urbano para Mississauga, que um dia pegamos nos jogos pan-americanos de 2015. Eu tabmém já peguei metrô ali várias vezes depois de corridas, dado que daqui até lá dá uns 12km, uma boa distância.

Em termos de longo, eu estava preparado para ele desde ontem, digo, já tinha definido o percurso. Dois outros bairros tinham sido definido como plano B, pois eu sabia que este seria longo. Mas logo que comecei o treino, apesar de sentir as pernas um pouco cansadas, o ritmo táva bom, por volta dos 5:10/km e eu já imaginava que não precisaria do plano B. 
Saí pouco depois das 4 da manhã, planejando para que terminasse por volta das 6, quando o sol teria acabado de sair. Mesmo assim, as incertezas do percurso longo e desconhecido me fizeram levar os dois óculos escuros (o escuro e o super escuro, com duas lentes escuras). A temperatura de 19 graus estava ideal e eu pude me vestir confortavelmente.

Não hourve nada de muito especial no começo, eu rodava num ritmo bem legal, por volta dos 5:10/km. No km 10 e denovo 11 peguei as primeiras subidas que eram íngremes mas mesmo assim o ritmo não foi muito afetado. Cheguei na avenida Islington com pouco mais de 11km e ali comecei o contorno do bairro que eu sabia que teria mais de 12 km. Logo no ínício do contorno saí da avenida Dundas, virei à direita e estava em território jamais antes explorado, era uma subida leve, ainda bem cedo, corredo no meio da rua, nenhum carro. Mas para chegar ali tinha corrido bastante pelas calçadas, uma das razões que não gosto muito de vir para esses lados. 

Quando a gente corre em avenidas grandes a gente geralmente tem que ficar na calçada, sempre tem um carro ou outro mesmo às 4 da manhã. Às vezes eu me aventuro correr na rua, mas em geral tendo a evitar pois dá um certo medo de voltar para a calçada quando bem um carro, tem que olhar bem os obstáculos, principalmente os anéis de amarrar bicicleta que é o que mais me aterroriza. Só fico imaginando eu batendo a perna nele e ficando no chão esperando ajuda. Imagino que precisa sorte para sair não muito machucado. Enfim, praticamente todo o percurso até o começo do contorno do bairro era avenidas grandes e o contorno do bairro também, mas ali no começo era uma rua não movimentada, pequena.

A rua desaguou numa rua maior logo, bem maior. E eu percebi à minha direita a calçada. Mas ela estava atrás de um gurad-rail, uma barreira de ferro da altura da cintura entre a calçada e a rua. E eu na rua. E a rua ficou enorme, bem larga e um carro podia vir a qualquer momento. Eu fiquei meio assustado, geralmente não me coloco nessas posições vulneráveis. Geralmente eu pulo para a calçada quando o carro ainda está longe, mas ali não dava. Imediatamente eu acelerei bastante, meio que no ritmo de tiro de 1000m para chegar em algum lugar que dava para ir para a calçada antes que viesse um carro. Um tiro na subida, depois de 12 km. Cheguei numa abertura do guard-rail e subi na calçada, estava bem cansado pois o tiro não foi muito curto, diminui bem o ritmo, ainda subida. O tiro causou um pico no gráfico de ritmo e o Garmin marcou abaixo dos 4/km. Vendo o gráfico parece que isso pouco afetou o ritmo posterior, mas eu fiquei bem cansado. Fechei o km 12 com 5:02 por causa do tiro, pois esse km foi boa parte subida, não tão forte, mas eu esperaria um ritmo mais baixo que a média, enquanto que foi quase que o melhor km de todo o treino.

Completei o km 13 subindo a Kippling, literalmente, era uma subidinha que não terminava.O gráfico de elevação mostra que praticamente todo o trajeto do km 10 ao 15 foi mais ou menos subida. E eu senti isso bem ali na Kipling, por volta do km 13, já também sentindo um pouco de cansaço, mas conseguindo manter o ritmo bem ainda que com algumas subidas. Mas nenhuma subida era muito íngreme. 

Virei à esqueda na Rathburn e reconheci os lugares que tinha memorizado do Streetview. Ali na Rathburn, indo para Oeste, senti estar em território novo mais que em qualquer outro lugar, não sei porque. Não tinha muito carro e eu fui para a rua por um momento não muito longo. Passei pela linha de transmissão sem perceber e logo depois veio a ponte sobre o córrego Mimico, que é paralelo ao rio Humber, esse bem conhecido. Ambos desaguam no lago, do qual eu estava longe. 

Veio o km15, na lap 15 mais ou menos, que rodei para 5:16, e 400m depois eu viro à esquerda novamente e rumo ao Sul na avenida The East Mall. Se continuasse na Rathburn, subiria numa ponte sobre a rodovia 427 que vai no sentido Norte-Sul, e de outro lado da ponte poderia virar à esquerda na avenida The West Mall. Se fizesse isso, o bairro vizinho ali do Lado Oeste ficaria extremamente pequeno, pois a West Mall passa dentro dele. A East Mall passa dentro do barro Islington que eu estava contornando, pois o limite do bairro é a rodovia, onde não dá para correr. 

Logo que entrei na East Mall, o Garmin apitou o final da parte obrigatória do treino, 1h20 minutos, e se eu quisesse podia só correr mais 5 minutos de desaquecimento. Mas tava longe do final do contorno e eu segui firme e forte. 

Indo para o Sul, cruzei a Burnhamthorpe, e como não conheço nada ali me senti meio perdido, me perguntando se talvez fosse a Bloor. Isso também fez com que eu trocasse os óculos, e usei os óculos escuros. Mas não fazia sentido que ali fosse a Bloor, e eu segui mais ou menos tranquilo. Mesmo assim, quando cheguei na Bloor, a próxima avenida grande, perguntei a uma mulher ali se estava na Bloor, e ela confirmou. Nisso eu parei de prestar atenção no semáforo e fiquei meio perdido, sem saber se ele estava aberto para eu atravessar a Bloor. Perguntei a ela novamente se estava aberto e eu podia passar, no que ela prontamente disse que sim. Mão na roda a mulher lá. Com a paradinha o ritmo caiu um pouco e eu fechei o segundo km  da parte opcional para 5:22. 

Atravessando a Bloor, segui ao Sul. Tinha que contar as ruas e entrar na quinta à esquerda. No entando fiquei meio perdido na contagem e tive medo de entrar na rua errada, então segui ao Sul. Foi uma pena pois pegaria um pouco de ruas residenciais, onde poderia correr nas ruas. Ao invés disso segui na East Mall, sabendo que chegaria na Dundas novamente, fazendo o contorno do bairro um pouco errado, mas que não alteraria muito o perímetro. Mas tudo bem, o bem é que quando fizer o bairro vizinho, e seguir o mesmo contorno de agora, vai ficar mais fácil. De fato eu tenho evitado contornos muito difíceis porque sempre todo contorno tem que ser feito duas vezes. 

Enfim, virei à esquerda na Dundas e logo o Garmin apitou o final do treino, com 5 minutos restando de desaquecimento. Quando os 5 minutos terminaram, e de fato o treino terminou, eu estava chegando na Kippling novamente, rumando Nordeste. Saí da Dundas numa ruazinha,  antes de chegar na Kippling, chegui na Bloor logo ali pertinho, e logo estana querendo atravessar a Kipling chegando nela pela Bloor, a mesma Bloor que tem aqui perto de casa, a principal rua Leste-Oeste de Toronto. Maa o semáforo estava fechado e eu tive que parar e esperar, e pausei o Garmin, apesar que ache que ele está no modo de pausa automática, isto é, ele detecta quando a gente para, e para de cronometrar. Nessa altura eu já tinha terminado o treino e tinha colocado o Garmin para continuar marcando mesmo assim. Cruzei a Kipling e logo do outro lado peguei a Dundas novamente. A Dundas tipo termina nela mesmo ali, é todo meio zoado o nome das ruas. 

Mas a Bloor não é zoada, ela é reta, e dali vai para a estação Islington do metrô, se formos para o Leste. Eu tinha planejado seguir pela Bloor ao invés de fazer o contorno correto do bairro pela Dundas, o que faz o contorno ser todo torono e passar por umas ruazinhas. Só que ikndo pela Bloor acaba sendo um bom atalho e eu senti como trapaceando, então decidi que seguiria pela Dudas e faria o contorno correto. Segui pela Dundas que logo fica grande, num bairro bem comercial que eu nunca visitei antes. Virei à direita, e logo estava chegando na Islington. Ali teinha uma escada para chegar na Islington, e eu peguei a rampa de cadeira de rodas que vai e vilta umas 5 vezes. Cheguei na Islington e logo estava de volta na Bloor, tentando atravessar a Islingtron, tive que parar o Garmin novamente para esperar o semáforo. Dali correndo um pouco pela Bloor logo chegeui na trilha que margeia o córrego Mimico. Ali eu já tinha passado antes, contornoando o bairro vizinho e conhecia a trilha. Depois da confusão de atravessar a Islington que fez a lap 23 a mais lenta, a 5:43/km, eu acelerei na trilha. A lap 24 fechou para 5:03, e a 25, de apenas 360m e uma boa subida, para 5/km. Daí estava na Dundas denovo, perto de onde ela encontra com a Islington, e fechando o contorno!

Foi um bom treino, de pouco mais de 2h, com 23,5km, e ritmo médio de 5:14. Quase 3,5km a mais do que o treino oficial, que levaram perto de adicionais 17 minutos. No final o dia estava já claro, mas sem sol e sem nuvem também, estava tipo embaçado. Com isso não precisei usar os óculos super escuros. Fiz a minha caminhada de 1km para descansar e resolvi procurar a estação de bicicleta, para voltar pedalando. Só que na estação só tinha bike elétrica... então resolvi pegar o metrô mesmo. Logo estava de volta em casa comendo melancia...

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Volta ao bairro Palmerston Little italy

 Aprovietei o dia de descanço para contornar outro bairro, tradicionalmente conhecido como o bairro Italiano. No entanto a região onde os Italianos fican não é bem delimitada e tem sobreposições com o bairro Portugues, eu acho. Tem também outra galera da America do Sul e Caribe que tende a ficar nessas regiões. A padiaria Italiana que eu mais vou, por exemplo, fica na St Clair, não fica nesse bairro. Não tem nada muito relevante pra gente nesse bairro. Eu corto ele de Norte a Sul para ir ao trabalho de bicicleta, depois de passar pelo bairro que contornei ontem. A rua Harbord, que corta o bairro no sentido Leste-Oeste, é famosa por ter uma das ciclovias mais antigas de Toronto. Ah, tem um restaurante Brasileiro praticamente no caminho que volto do trablaho, então de vez enquando pego uma feijoada lá. O bairro fica perto do centro de Toronto, e por isso é bem conhecido.

Saí às 4:15 da manhã, dessa vez sem compromisso pois era dia de descanço, mas me sentia bem e resolvi dar a volta no bairro. Rodei o primeiro km perto dos 5min/km e percebi que estava bem, apesar de também sentir as pernas cansadas. Mais dois kms pouco acima dos 5/km e com uns 3 km e meio, correndo mais ou menos no mesmo trajeto que pedalo para o trabalho, estou na Bloor com a Bathurst começando o contorno. Eu estava rápido e estava mais fácil que ontem, pois as calçadas na Bathurst são largas e mais limpas que na Dupont. Logo viro à direita na College e rumo a Oeste, logo completando 5km. Sigo na College, correndo no meio da rua, em lugares que eu conehçlo bem e à esta hora sem carro algum. Antes de virar à direita e rumar ao Norte na Dovercourt, o Garmin apita 6km a 4:54. Na Dovercourt consegui manter o ritmo, ela estava ainda mais calma que a College, mas era um pouco subida. Rodo o km 7 para 4:50, já entrando na Bloor e voltando para o leste. O km 8 na Bloor foi para 4:50 novamente, meio que o ritmo do goal pace de ontem. Cheguei na Bathurst novamente com 8,5km, e rumei ao Note na Bathurst, já me sentindo um pouco cansado, mas sem saber ao certo o que fazer. 

Era dia de descanso então logo parei ali do lado da estação do metrô, e peguei a bike de volta para casa. Mais um bairro concluido, numa corrida gostosa, à 20 graus.Amanhã tem stride repeat, e acho que vou estar mais cansado do que devia, mas vamos ver, em geral eu tendo a achar os stride repeats mais fáceis que outros treinso de qualidade.

terça-feira, 2 de julho de 2024

Goal Pace Run e volta ao bairro Dovercourt Village

 Já emendando outra volta a um bairro, dessa vez mais perto de casa e do centro. O Bairro Dovercort Village é familiar pois eu passo nele praticamente todo dia para vir para o trabalho e voltar. Ali no canto inferuir dureito (Suldeste) tem o Crhistie Pits, um parque famoso em Toronto, onde já fomos ver filme ao ar livre e passear, e no Festival Etíope. A estação Ossington do metrô, não longe do parque, é onde eu pego o ônibus para vir para o trabalho em dias muito frio, ou quando chove. Digo, ali faz-se a baldeação. O limite Sul é a Bloor Street, a principal rua Leste-Oeste de Toronto. No bairro também temos a estação Duferin do metrô, e pelo meio dele desce a rua Dovercourt de Norte a Sul, que dá nome ao bairro. Também de Norte a Sul cortando o bairro temos a Shaw, uma das ruas com ciclovia mais antigas de Toronto eu acho, e que eu pego para vir para o trabalho. Enfim, não tão perto de casa, mas sempre ali fazendo parte da nossa vida. 

O treino de hoje era um Goal Pace que começou com 15 minutos de aquecimento, 15 minutos de goal pace, entre 4:38 a 4:50 por km, mais 5 minutos se estiver se sentindo bem, e terminando com 15 minutos de desaquecimento. Geralmente eu tenho achado os Goal Pace não tão difíceis, o objetivo é manter o ritmo de uma meira maratona, e eu tenho conseguido manter legal. Então decidi que sairia cedo e também daria a volta ao bairro dado que fiz as contas rapidinho e era mais ou menos a distância correta. A temperatura estava boa, ao redor dos 16 graus, e quando coloquei o pé fora de casa não epnsei duas vezes, e fui para a volta ao bairro. 

No começo me sentia bem e não tive muitas dúvidas que faria o treino tranquilo, exceto, talvez, por ser em ruas que eu nunca corro. Dependeria então da quantidade de carros, estado das calçadas, construções. O ideal seria não ter carro, e eu correria na rua o tempo todo, mas apesar de ser bem cedo todo o contorno do bairro são ruas movimentadas de Toronto.
Rodei os 15 minutos de aquecimento, onde tem uma grande descida no km 2, para 5:04 de média, e estava livre, leve e solto, as pernas pedindo chão. Bem diferente de ontem que eu estava me arrastando no treino level. Com pouco mais de 3km chego na Christie com a Dupont, indo para Oeste na Dupont, e começo o contorno do bairro, já em ritmo de goal pace. Infelizmente, correr na Dupont não estava tão fácil. Eu queria correr na rua mas sempre vinha carro e eu pulava para a calçada, onde inevitavelmente o ritmo era menor pelo minha preocupação com obstáculos. Na calçada, não consigo em geral manter o ritmo constante, a não ser que é ritmo lento. Mesmo assim rodei os 15 minutos iniciais no ritmo pedido, com o final sendo já na Bloor, onde a calçada é bem mais congestionada com gente e outros obstáculos. Ali na Bloor, indo para os 5 minutos opicionais de goal pace, eu senti o estress de prestar mais atenção no chão do que no ritmo, tentando não tropeçar em algo. Na Bloor, em momento algum dá para correr na rua por causa da ciclovia e do movimento de caros. Terminei os 5 minutos opicionais com ritmo de 4:53/km, não ruim, mas mais lento do que eu queria. Acho que esse foi aquele treino onde a gente percebe que de agora para frente os treinos rápidos não podem ser feitos em calçadas e provavelmente não devem ser envolvidos em volta a bairros...

Terminei o goal pace perto da estação Christie do metrô, no parque Christie, e começando a subir a rua Christie. Era uma rua menos movimentada, mas ainda uma rua grande. Era também um pouco de subida. Mas mesmo assim rodei o primeiro km dos 15 minutos de desaqueciemnto para 4:42, na Christie, onde consegui correr na rua quase que o tempo todo. O primeiro km terminou fechando o bairro na Dupont, e virando à direita na Dupont, agora voltando para casa rumo ao Leste, mantive acelerado. Agora, no final do goal pace, era que eu estava conseguindo correr legal, e na rua. Fechei o segundo km para 4:32, O meu melhor km, no desqueciemnto. Depois do km 2, viro à esquerda e rumo ao Norte, logo pegando uma subida enorme que tinha pegado como descida no km 2. Tentei manter o ritmo e fechei o km 3 com 4:54, que foi bom dado que a subida é sinistra. Terminei bem cansado lá no topo, mas feliz com o resultado.
Enfim, a lição acho que foi que volta a bairros terão que ser em treinos leves, ou longos que também são lentos.Os treinos de qualidade talvez precisam ser feitos como usual, dando voltas no mesmo conhecido e desempedido quarteirão perto de casa. 


sábado, 29 de junho de 2024

Longo e volta ao bairro Bridle Path-Sunnybrook-York Mills

 É, hoje foi a volta nesse bairro de nome enorme. Não só o nome, mas o contorno também tem distância respeitável. Dentro do bairro fica o hospital Sunnybrook, que é onde eu vou a cada dois anos fazer acompanhamento de vista, mas que realmente muito pouco e feito. Isso me faz lembrar do acompanhamento que fazia em São Pualo, com duas médicas diferentes, e diria que naquele tempo, 20 anos atrás, ainda assim recebia muito mais tempo, atenção e interesse no Brasil que aqui. Mas vamos falar de corrida. 

Hoje também foi o dia do longo, de 1h40 minutos, sendo 5 minutos de aquecimento, 5 de desaquecimento, 1h de treino e mais 30 minutos opcionais, que eu sempre faço no caso dos longos. 

A semana tinha sido boa, e eu esperando o longo com certo entusiasmo. Interessante que em Inglês eu falaria que estava "looking forward" para o longo, que explicaria bem, mas não tô achando tradução boa. Significa que estou esperando pelo longo e com vontade de fazê-lo, tipo não vendo a hora que ele chega. Ontem tinha me sentido um pouco cansado e usei a desculpa de que estava frio (11 graus) para não correr, digo, era dia de descanço mesmo, mas eu tenho corrido todo dia. Eu pedi ao Garmin 3 dias de descanço na semana para que eu possa ter mais liberdade de correr do jeito que eu quero nesses dias. No final da tarde e durante a noite senti um pouco de dor nas costas, mas já tinha decidido que faria o longo, pelo menos tentaria com a possibilidade de adiar para aamnhã se as costas não deixasse. mas não estava doendo muito.
Comi 3 bananas pequenas e uma manga mais ou menos 1h antes de sair, e nesse tempo fui par ao computador planejar a volta ao bairro. Euolho o bairro e memorizo o contorno, as ruas que tenho que passar, e dou uma olhada no plano B, caso alguma rua ou trilha esteja fechada. Escolhi um bairro grande, onde o limite Sul era o mesmo do limite Norte do bairro da semana passada. O bairro em vários lugares não segue ruas, então eu tinha que decidir onde eu faria o contorno, geralmente escolhendo ruas que seguem mais ou menos próximas do limite do bairro.

Por volta das 4h45m da manhã eu saí, com o dia ainda bem escuro, mas planejado para que eu chegasse nas partes de treilha quando já estivesse claro, mas não muito claro, considerando que o sol está nascendo pouco depois das 5:30 e que o dia hoje estaria bem nublado, com até possibilidade de chuva. Mas com a temperatura beirando os 20 graus, estava super gostoso e eu não estava muito preocupado com a chuva.

Logo no começo me senti bem e notei que as costas provavelmente não incomodaria durande o treino. Ali no começo perceibi um pouco de diferença nas pernas, com a perna direita parecendo um pouco mais cansada e a esquerda bem tranquila. Isso provavelmente tem a ver com a dor na lombar, que parece afetar a perna direita e causa também dor na bacia. Mas essa diferença nas pernas parece que nunca foi grande o suficiente para eu prestar atenção tanto quanto hoje. Enfim, novos anos de vida, novas dores... mas me sentia bem. Subi a Yonge e entrei às direita numa rua ao norte da Davisville, indo até a Mont Pleasante, então rumo ao Norte até a Eglinton, atravessei e peguei uma paralela ao norte da Eglinto e fui até a Bayview, onde rumei ainda denovo para o Norte. Logo, correndo na Bayview ao lado do cemitério, cheguei no ponto onde o contorno do bairro começava oficialmente para mim, e ali ele era bem diferente do contorno real no mapa que passava em lugares sem ruas. 
Uma que comecei a fazer é tentar combinar o contorno dos bairros para serem os mesmos nos treinos. Tipo, todo limite é sempre de dois bairros, não de uma só bairro. Então quando o contorno não é numa rua, corre-se o risco de que eu corra o mesmo limite em ruas diferentes no contorno dos dois bairros. Isso tem acontecido e o mapa não fica tão legal, apesar que eu não ligo tanto. Mas eu estou tentando fazer os contornos combinarem agora. Enfim, nesse começo de controno do bairro eu estava basicamente seguindo o que eu tinha feito quando dei a volta no bairro vizinho, mas não era o contorno real. Já tinha rodado mais ou menos 5km e o ritmo até então estava bem na média, um pouco abaixo dos 5:20/km, dado que o treino do Garmin especifica para correr entre 5:22 e 5:59. Então estava tranquilo, tendo na verdade rodado o km 4 abaixo de 5 (dado que a lap 1, aquecimento, foi perto de 1km, as laps não aproximadamente os kms até a lap 12, quando tem uma quebra porque o Garmin começa a parte opcional do treino). 

Foi tudo tranquilo, o dia ainda escuro, eu me sentia bem e curtia o treino, até que no final da rua Ronan, eu lembrei o mapa incorretamente. Na verdade eu pensei que estava na Mont Pleasant, e esperava cruzar uma avenida com canteiro no meio antes de chegar no final Norte dela. Mas chegui no final da Ronan e nada do conteiro. Só que não perdi tempo, virei à esquerda para voltar a Yonge, onde comecei, mas agora muito mais ao Norte dela. Eu fiquei meio perdido em relação a onde eu estava mas sabia bem para onde ir, e o resultado foi que fui para onde tinha que ir, só que por um caminho um pouquinho diferente do planejado. Na verdade não deveria ir direto para a Yonge, mas virar ao Norte na Mont Pleasant, ir até o final que era bem perto, então ir para a Yonge. Eu até sei porque me confundi, que foi devido que quando usei o street view em casa eu tinha incorretamente pensado que eu tava entrando na Mont Pleasant, quando não tava. Na corrida o streetview estava na minha cabeça, sendo a última coisa que fiz. Enfim, foi um erro sem consequências e eu segui ao norte na Yonge.

Tem então uma descida enorme até chegar na estação York Mills do metrô, que fica num vale. Estando na estação não tem escape, para quealquer lado que você vai é subida, e da grande. Eu fui para Leste. Tanto os km 11 e 12 foram parte subida, o 12 principalmente, e o ritmo foi acima de 5:30/km.Na lap 13, que foi curta pois ali acabou a minha hora de treino, eu já estava no ritmo normal abaixo dos 5:20/km. Entre nos 30 minutos opicionais e não dei bola para o Garmin que então continuou marcando, mas zerou o km. 

Cheguei na Bayview novamente, agora só para atravessar, e tive sorte que o farol tava verde para mim. Logo depois tem a entrada da trilha que segue o riozinho que é o contorno do bairro. Estava ainda meio escuro e eu não conhecia bem a trilha, então resolvi ir para o plano B, isto é, continuar o contorno por ruas, que o fez fica um pouco mais longo, eu acho. Eu também pensei no fato de que em teoria terei que passar ali denovo, então é melhor que eu faça o contorno por ruas, o que torna passível fazer o contorno do bairro vizinho na mesma rua, e a noite. Se uso trilhas, precisa estar claro.

Por volta do km 14, que era um pouco antes do segundo km da parte opcional do treino, eu dei uma perdida novamente. Quando cheguei ali no final da Penwood Crescent, eu esperava encontrar uma entrada da trilha, mas não tinha. Isso foi preguiça em ver direito o mapa e memorizar ele em casa. Como esse era o plano B, eu tinha na verdade olhado ele logo antes de sair, quando já estava pronto para sair, e olhei rapidamente, pais até então não tinha um plano B para essa parte da trilha. Mas pensei e mais ou menos lembrei que não era ali, que devia continuar para encontrar a entrada da trilha, e dito e feito.

Chegeui na Lawrence, a ali também tinha que decidir se descia pela Leslie ou pela trilha. Essa trilha eu já conhecia melhor e já estava um pouco mais claro, e eu mandei ver pela trilha. A decisão foi acertada pois correr na trilha estava muito gostoso, principalmente a lap 18, que rodei para 4:59 e mantive o ritmo para a lap 19, quando os 30 minutos opcionais acabaram e só restavam mais 5 minutos de desaqueciemnto. E nesses 5 minutos, ainda que uma subidinha bem leve, eu quase completei 1km, rodando para 5:05. Estava gostoso, as pernas soltas. Cruzando uma pontinha, rumo a saída do parque, o Garmin apita o final do desaqueciemnto, final do treino. 

Apertei o botão para que o Garmin largasse de preguiça e continuasse marcando, afinal ainda não tinha chegado no final do contorno. O primeiro km dessa parte extra de treino, foi o mais difícil de todo o treino, e eu pensava nele desde o começo. Era uma subida enorme para saír do parque e chegar de volta á cidade, e eu pensei várias vezes se seria boa idéia ter essa subida no final. Se eu fizesse o contorno no sentido contrário, a subida seria descida e estaria no começo do contorno. Rodei esse km para 5:45 dado que a subida é realmente íngreme. Mas cheguei lá em cima e logo estava recuperado, rodando a lap seguinte, que não deu 1km, e incluia mias subida, para 5:10. E estava no final do contorno.

Parei de correr logo que terminei o contorno, completando 20,7km, quanse uma meia maratona. Ali coloquei o Gamin para marcar uma caminhada e me deliciei com o descanso de andar depois de uma corrida longa. Desci a Bayview até a Eglinton, pensando em caminhar 1km e pegar a bike, pedalar até em casa, uns 3km. Só que começou chover, a chuva aumentou e eu parei na Eglinton com a Mont Pleasant pois estava chovendo muito. Dei pausa no Garmin e comecei a me alongar usando uma lata de lixo para esticar a perna, era a única cois que tinha ali, embaixo da cobertura de uma entrada de um prédio.Coloquei ali o streetview do lugar. Dá até para ver a lata de lixo, redonda, preta ali. Quando a chuva aliviou eu fui no trotinho até o metrô que não tava longe, e ainda assim me molhei. Peguei o metrô, passei no mercado e comprei uma melancia e fui pra galera....

sábado, 22 de junho de 2024

Longão e volta ao bairro Leaside-Bennington

Depois de uma semana meio caótica, chegou o dia do longão, o primeiro da nova planilha. Eu decidi fazer o longão junto com a volta a um bairro perto de casa, pois o contorno do bairro é longo e pelos meus cálculos era o suficiente para completar o longo. 

Saí por volta das 5 da manhã, quando o dia já estava clareando, um pouco mais tarde que o normal porque o contorno do bairro tem bastante trilhas que não dá para fazer a noite. Com a previsão de tempo nublado, sem sol, e temperatura de 20 graus, as condições estavam ideais. 

O treino começou bem, mas estava sentindo ainda as pernas cansadas, talvez da corrida na quinta, mas em general parece que eu tenho que prestar mais atenção no descanso do que em outros tempos. O Gamin marcou o primeiro km, de aquecimento, a menos de 5min/km, provavelmente por causa dos prédios e do caminho torto que ele pensou que eu fiz. O segundo km a 5:15/km deve estar correto e deve ter sido um pouco mais rápido que o primeiro km. No terceiro km, é a lap 4, eu estava chegando na Bay, e me sentindo melhor, rodando mais ou menos no mesmo ritmo que era bastante bom. Daí subi a Bay, passei pela Eglinton com semáforo a favor e muito pouco carro, e pouco depois da subida que tem alí eu virei à direita em direção ao parque. Estava em uma área que conhecia bem, e correndo tranquilo, com os km 6 e 7 (laps 7 e 8) mais rápido, talvez também por causa de descidas.

Entrnado no Sunnybrook parque eu me achava em território mais conhecido, e bem vazio por ser muito cedo. O oontorno do bairro acompanha um riozinho, que nem é muito pequeno, mas não achei o nome. Alguns carros vinham no sentido contrário, provavelmente gente chegando no parque, mas não vi ninguém correndo ou andando. Logo estava na saída para a Leslie, uma subida que me deixou um pouco cansado, mas depois me recuperei correndo na Leslie até a Eglinton, meio descida e correndo no meio da rua com asfalto perfeito.

Nas minhas corrida por esse parque muito raramente pegava a saída para a Leslie, e ao invés disso seguia as trilhas que me levaria para o lugar onde eu queria ir na trilha que acompanha o Don River, mas agora tinha que sair da trilha para fazer o contorno do bairro. 
Subindo na calçada peto da Eglinton, que tinha mais carro, mas ainda assim bem pouco, eu tive dificuldade de enxergar o chão por causa da calçada clara de cimento, e larga. Diminui um pouco o ritmo e coloque os óculos escuros. Peguei a Eglinton rumo a Oeste e comecei a pensar em atravessar para o lado Sul da Eglinton que ali era muito larga e parecia ter os trilhos de trem novos no meio. Resolvi esperar. Veio uma subida e lá em cima uma rua larga saía para à direita e eu fiquei em dúvida se era a Laird, que conheço bem mas fazia tempo que não passava por ali. Eu andei evitando mutio a Eglinton por causa da interminável construção da linha de trem, e que agora parece estar quase no final. Agora também parece que a Eglinton está amigável a corredores, dado que parece que as construções acabaram. Talvez eu possa parar de evitá-la. Enfim, o meu instinto dizia que ali não era a avenida Laird, pela distância até a Leslie, mas a dúvida foi suficiente para eu dar uma paradinha  exatamente atras do ônibus que ia saindo. Os dois passageiros que desceram começaram atravessar a Eglinto e eu fui com eles. Foi ali, do outro lado que decidi que não era a Laird, e segui à Oeste na Eglinto até o verdadeira Laird, que era a próxima avenida larga. Quando cheguei nela não a reconheci bem, mas estava decidido que não podia ser mais a Oeste e virei nela, indo para o Sul. Logo tive confirmação que estava na rua correta pois chegui na Best Buy e reconheci o prédio.

Não tinha corrido muito na Laird e o Garmin apitou dizendo que haviam passados 50 minutos mais 5 de aqiecimento e que se eu quisesse podia parar, ou continuar mais 30 minutos opicionais. Uns 10,5km tinham passado e eu não pensei muito em continuar afinal estava dando a volta no bairro. O ritmo ainda estava bom, pouco mais rápido que 5:20/km, com 5:22/km sendo o ritmo máximo indicado pela planilha. Oúltimo km tinha sido nos 5:40 por causa da paradinha e da indecisão na rua anterior onde tinha pensado que era a Laird. Enfim, estava bem, mas não tão bem, sentia as pernas cansadas, embora não o suficiente para pensar em terminar o treino.

Mais para frente um ciclista me passa e fala algo que não entendi. Ele passa perto de mim e vai na contramão, o que me faz pensar que talvez ele esteja com planos não muito amigáveis, dado a hora e ninguém na rua.  Logo vem uma ponte e ele passa embaixo da ponte indo bem no meio da rua, na contramão, num lugar que dado os pilares da ponte não tinha como ele passar do outro lado. Ali tambémé uma curva e eu escuto que um carro vem vindo, o ciclista embaixo da ponte no meio da rua, uns 50m na minha frente, começa a gritar. Não vi direito, mas acabou dando tempo de chegar no final da ponte antes do carro e ele foi para o outro lado. Eu não enxergo muito mais minha impressão é que a situação foi de perigo muito real e que o ciclista começou a gritar para avisar o carro que ele estava ali, pois devido a curva eu acho que o carro não veria ele até estar bem perto. Enfim, continuei.

Veio a ponte sobre o Don River que é bem alta e lá no final dela um ciclista me passa e diz que eu estava bem rápido. Eu imaginei que fosse o mesmo ciclista que tinha me passado uns 2km atrás e quase foi atropelado, mas não deu para ter certeza. Para ser o mesmo ele teria que ter parado ou dado alguma volta. Logo depois da ponte tinha tava tudo interditado por causa de reforma da rua eu acho, mas dapara para ir correndo ma calçada e logo entrei à direita. Era a lap 15 e redei para 5:04, e depois na lap 16, que voi a volta a trilha, dessa vez a do Don River, e tinha muita descida, eu rodei para 4:55. 

Da trilha do Don River para a ciclovia na beira da Bayview, indo para o Brickworks Farmer Market, que eu diria ser o lugar no bairro que tem mais relevãncia para mim. Fui muitas vezes no farmer market, que lembra os verãoes, muitas frutas e vegetais teoricamente produzido em fazendas locais e geralmente com preços mais salgados. Mesmo assim foram muitas as vezes que frequentei o mercado, e o lago que tem ali perto, com trilhas, lugar legal para passear e correr. O mercado é interessante também por ficar meio no 'mato', tipo, não tem mais nada ali, só o parque mesmo, e ele fica no meio Para chegar no mercado eu atravessei a Bayview depois de uma paradinha, mas logo peguei a trilha do outro lado. Pela trilha rumei ao Norte, agora perto do final e praticamente só subida até o cemitério Mont Pleasant. Logo o Garmin apitou final do treino, e 5 minutos depois final do desaquecimento. Mas continuei dado que não tinha terminado a volta ao bairro, por mais pouco mais de 1km. Essa parte final foi difícil pelas subidas e particularmente no final a subida era bastante íngreme. Eu tentei não diminir o ritmo mas não deu e o km depois do final do treino foi para 5:46 na lap 20 ecom mais 350 metros eu terminei o contorno do bairro, de volta ao cemitério Mont Pleasant. 

Parei logo depois de terminar o contorno, bem cansado por ter tentado manter o ritmo na subida, e também nao estava no dia perfeito, como se diz. Andei dali até o mercado perto de casa, onde comprei uma melancia para repor a água que tinha perdido que era bastante. A melancia estava muito boa!

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Corrida do Solsticio de Verão

Ontem teve a corrida do dia mais longo do ano. Foi uma corrida pequena, festiva, que deixaria os corredores das tradicionais corridas Brasileiras surpresos. Vou passar alguns detalhes rápidos. 

Primeiramente, o kit era um tênis ao invés da tradicional camiseta. Mas o preço da inscrição também foi salgado para uma corrida pequena (pelo jeito foi limitada a 270 inscritos). O dinheiro da inscrição é dito ir para doações, e o tênis é certamente para da propaganda para a loja de equipamento de corridas que organiza o evento e para a marca do tênis. 

Eu e a Lika fomos de bicicleta, deu 11km pelo Garmin. A largada era as 8 da noite, numa noite me que o sol se esconde depois das 9. Chegamos antes das 7 para pegar o kit e fomos dar uma volta no parque, descemos até o lago e tal para fazer hora. Aí como prometido pelo site do tempo, começou um pouco de vento e chuvisco, no que voltamos rápido para área da largada. Ali ficamos em baixo do guarda chuvas, mas a chuva estava bem fraca. Apenas uns 5 outros corredores estavam por ali até uns 15 minutos antes da largada, quando mais gente começou a chegar. 

Com 10 minutos para a largada chegou o sujeito com a água e faltando 5 mintuos ele voltava com o cronômetro nas costas. Ele preparou o cronômetro rapidinho, e não tinha linha de largada. Como dá para ver aí no vídeo, a largada teve pouca gente, todo mundo meio andando, espalhado e afunilando para uma trilha que cortava o parque e levava ao lago, onde pegamos outra trilha perpendicular, que era paralela ao lago. 

Mas voltando um pouco, a largada foi em ondas. Eu tava andando por ali, esticando um pouco as pernas, e derrepente o sujeito falou que seria dada a largada da primeira onda às 8h. Aí ele explicou o percurso, tipo um professor, segurando um quadro grande na mão, onde tinha um desenho feito a mão, muito rudimentar, do percurso. Basicamente, vai até o lago, vira às esquerda e corre para o Leste vai até tal lugar e volta 180 graus. Se você chegar em tal lugar é porque passou e já devia ter voltado. Indo para Oeste, passe pelo parque onde estamos e vai até tal lugar. Lá você dá 180 graus e volta até aqui no parque e entra, e é isso. Largada da primeira onda em 5, 4, 3, 2, 1 vai!!!

E com isso eu fui, mas tinha bastante gente e tava todo mundo andando. Eu fiquei meio perdido, não lembrava que teria ondas, e que na verdade eu tinha indicado na inscrição que queria sair na segunda onda. Mas ali não tinha nenhuma indicação de nada, você podia sair em qualquer onda. Como a galera tava andando e eu sabia que teria que seguir alguem para virar nos lugares certo, e que não queria andar o tempo todo, eu imediatamente saí de lado, imaginando que talvez aquela fosse a largada dos caminhantes, eu estava no lugar errado. Mas eu sabia que tinha outra onda, voltei e pedi para o sujeito como saber em que onda a gente larga. Ele disse que em qualquer uma, e tive a impressão que ele pensou que eu estava bravo, pois ele disse "chill out" (fica calmo, relaxa), dizendo que era apenas uma corrida recreativa. Beleza, eu sabia, mas eu estava somente perdido e preocupado que eu não queria correr sozinho, não tem jeito, eu sempre tenho que seguir alguem.



Em 5 minutos teve outra onda e lá fui eu denovo, como se vê no vídeo aí. Saí meio andando meio correndo, com cuidado para não assumir a liderança. Um casal estava na minha frente, devagar, e eu segui eles muito facilmente. Não tinha treinado de manhã por causa da chuva, mas ainda assim não me sentia descansado. Só que seguindo o casal eu me senti bem e queria ir mais forte. Com uns 200 metros uma moça passou a gente mas não estava muito mais rapido. Um pouco depois um rapaz passou, e ele estava relativamente mais rápido, de forma que eu logo abandonei o casal que eu estava seguindo e colei nele. O ritmo ainda estava fácil para mim, imagino perto dos 5:10/km.

Ali seguindo a margem do lago, no bairro chamado "Beaches", havia muitas árvores, uma ciclovia e um tablado de madeira para pedestres. Toda a extensão ali é um parque que acompanha a margem do lago, e vai alem da área onde corremos. Não é um lugar que eu vou muito, mas já passei por ali várias vezes, não é novo para mim. O sujeito que eu acompanhava seguia pela ciclovia, mas eu sabia da corrida de inverno no mesmo lugar, que o lugar de correr é no tablado de madeira. Ele logo percebeu e cortou no meio da grama e subiu no tablado que era um pouco elevado. Mais para frente eu fiz o mesmo. Logo outro sujeito passou a gente e como ele estava mais rápido eu o segui. O ritmo dele estava bom, talvez 5/km, talvez um pouco mais rápido, mas eu me acompanhava fácil. Chegamos no ponto onde viramos 180 graus e voltamos. Eu perdi o receio de correr sozinho e soltei as pernas. Passei o sujeito, e rodava perto dos 4:30/km, me sentindo bem, mas também sentindo que o ritmo estava forte. 

Quando cheguei no final do percurso à Oeste, e tinha que virar 180 graus, não percebi e pessei direto. Isso apesar de estar prestando muito atenção pois eu sabia que a volta era por ali pela distância percorrida. Logo vi que estava meio sozinho, diminui bastante e andei e voltei. Tinha passado alguns corredores e eles não me alcançara, eles tinham voltado. Então eu voltei, e logo vi onde era a virada que eu perdi. Talvez uns 50 metros foi o que passei. Voltei a rodar rápido, agora rumo ao Leste novamente.

Mas lgoo ali eu já comecei a pensar na entrada do parque, como eu reconheceria onde deveria sair da margem do lago e entrar no parque para ir para a chegada? Eu certamente sabia onde era o paque mais ou menos e não ia ficar perdido, principalmente por causa da caminhada antes da corrida por ali, mas numa corrida você não quer perder tempo. Dito e feito, passei a entrada do parque e só reconheci uns 50 metros depois quando chegamos num restaurante que eu sabia ser depois da entrada. Ali eu já sabia onde eu estava e voltei e rumei para a largada, mas denovo perdi um pouco de tempo.Não que estivesse muito encanado com o tempo, mas eu sabia que um dos sujeitos que eu tinha passado no começo estava mais perto do que eu imaginava, tinha reconhecido ele quando dei meia volta. Deu tudo certo, eu terminei com bom tempo antes dele, e sendo o primeiro da minha onda. Ali no final, como se vê no vídeo, eu não percebi o sujeito querendo me dar a medalha e passei direto. Eu realmente estava confuso na chegado, pois tinha gente ali esperando a largada da onda deles, e não tinha linha de chegada nem nada, e eu diminui o ritmo para tentar não ir em lugar errado ou atropelar alguém. Foi mais ou menos isso que aconteceu.

Enfim, esta foi a corrida, legal no final das contas. Terminei com ritmo médio de 4:44/km, que foi muito bom, acima das expectativas dado o tipo de corrida. Hoje me senti cansado e não fui treinar, pois o treino era de Strides Repeat e não é um treino difíciil, mas de certa forma intenso. Era para ser ontem, mas passei o treino para hoje, e vou acabar não fazendo pois amanhã é dia de longo...

terça-feira, 18 de junho de 2024

Novo treino, Tiem Trial e começo do verão

 Com a boa performance nos 10km no sábado veio o final da planilha de treino. Ela na verdade acabava com uma meia maratona, a de Manitoba, no domingo. Eu até pensei em fazer um longo, saí preparado para ele, apertei o botão e o Garmin começou a contagem regressiva dos 21km, pensando que eu estava correndo a meia maratona para a qual tinha me preparado tanto... Ledo engado. A meia de Manitoba, em Winnipeg é uma que estou de olho, mas passou longe esse ano, principalmente por causa da Meia de Lisboa em Março, e a de Toronto em Maio... então eu não ia correr outra em Junho, ainda mais que tivesse que viajar. Quando apertei o botão do Garmin o meu plano era curtir uma corrida, não era nem fazer uma meia, e para isso eu tinha planejado dar a volta num bairro cujo contorno envolve bastante trilhas, e é bem longo. Na verdade fazer o contorno e voltar para casa dava mais ou menos 21km. Rumei para o começo do contorno, na parte sul do cemitério Mont Pleasant, de lá para Bayview e Sunnybrook Park... Mas não foi. Com uns 2 km, antes mesmo de começar o contorno, eu desisti. As pernas estavam cansadas e eu tinha saíd um pouco tarde sem os meus óculos super-escuros. Mas os 10km estavam pesando nas pernas, eu precisava era descansar. Não fui para o contorno do bairro, e não muito depois dos 3km eu parei, decidi andar e curtir a caminhada ao invés da corrida.

Aí comecei outro treino, agora com a meia de Chicago como alvo! Fora o treino, tudo está preparado para esta meia. Pedi um novo treino pro Garmin, e fiquei um pouco decepcionado que teria que usar o mesmo treino que fiz para meia de Lisboa, e o mesmo depois da meia de Lisboa. Era o único disponível que tinha opção com menos de 16 semanas, e tem 15 semanas até lá. Então vamos lá, o mesmo treino denovo, significando que não vai ter muita novidade, eu já estou familiar com todas as atividades. Mas eu olhei a página do Gamin na internet e escolhi um treino lá e também adicionei ele. O problema é que ele não adapta, ele é fixo, já sabemos agora todos as atividades até o dia da corrida. E ele não especifica ritmos e tal. Fui também na pagiana da meia de Chicago, onde eles tem um treino de 12 semanas, ams que não me atriu muito. Enfim, vou seguir o do Garmim, o tradicional que eu já completei várias vezes.

A primeira atividade foi hoje, um benchmark running, ou time trial de 5 minutos. Pela primeira vez no ano a temperatura estava acima dos 20 graus, muito bom! E eu fui bem cedo. A atividade tem 2 mintuos de aquecimento, o que é estranho per ser extremamente pouco. Então eu rodei antes uns 2 km, inclusive com um pouco de tiro. Minha percepção não era das melhores, estava num dia okay, mas não dos melhores. Depois de uns 2 km, eu comecei os 2 minutos de aqueciemnto, e chegamos na tablea abaixo.

Com dois minutos o Garmin apita e eu aperto o passo para o tiro de 5 mintuos, dando a volta no meu quarteirão que tem uns 800m. Com isso eu tinha uma idéia onde completaria 1km, e que teria que correr mais ou menos 1 mintuo depois de chegar lá, assumindo que conseguiria rodar a 4 min/km. Isso me dá mais ou menos uma idéia se o ritmo tá muito forte, se eu vou conseguir segurar por toda essa distância e tal.
O ritmo estava bastante forte e eu muito ofegante, mas fui segurando o ritmo. Quando passei pelo primeiro km o Garmin me avisou e eu vi que tinha passado com 3:47. Excelente! Talvez tinha sido o meu melhor time trial de 5 minutos. Fiquei satisfeito, o que acho que me ajudou a manter mais ou menos o ritmo até o final, terminando com uma média de 3:50/km para o total dos 5 minutos. Depois vi que no time trial do dia 26 de Março, logo depois da meia de Lisboa, eu também rodei os 5 mintuos para 3:50/km, com o primeiro km a 3:46 e caindo bastante no tempo restante. No time trial do dia 2 de Dezembro, quando comecei a treinar para a meia de Lisboa rodei a 4:24/km no notal dos 5 minutos. Tinha voltado do Brasil, por aí você vê a diferença quando fica uma mês parado. No dia 14 de Fevereiro de 2022, logo depois que comprei o Garmin, fiz para 4:40/km. Ou seja, tem melhorado bastante! E agora estou na minha melhor forma. O time trial mostra isso, mas eu acho que mais ainda são os bons tempos nas duas ultimas corridas de 10km.

Enfim, tudo muito bom. E esta semana temos uma onda de calor. Hoje de manhã a temperatura estava aciam de 20 graus, o que não é tão comum mesmo no verão, e me parece bem alto para Junho. Mas para correr foi bem gostoso. Essa temperatura alta vai continuar pelos próximos dias, e na quinta feira tem uma corrida de 5km, que é a corrida do dia mais longo do ano, que começa às 7PM. De manhã tem um treino de Strides Repeat, e eu acho que vou pegar leve na corrida. É uma corrida sem importância, mas eles estavam dando um tenis no kit, então me inscrevi. Basicamente acho que fui enganado pois a inscrição foi mais cara do que o usual. Enfim, vai estar calor, e pode estar chovendo também. Vamos ver, promessa de bons dias pela frente!

sábado, 15 de junho de 2024

Corrida Under Armour 10K

 Hoje tivemos a corrida Under Armour 10K, que aconteceu na avenida Lakeshore, sempre seguindo o lago e sempre plana.  Under Armour é uma marca Americana de artigos esportivos que acho que não tem no Brasil. Ela parece ter uma boa fama por aqui, mas eu pessoalmente nunca comprei seus artigos. Essa corrida sempre se chamou Waterfront 10K, desde 2012, quando eu já não ia em corridas mais. Antes de 2012 tinha a Harry's Spring Run Off que o nome é familiar, mas eu nunca fui e não sei se é a mesma corrida com outro patrocinador. Enfim, é uma corrida nova para mim, mas não nova para Toronto. E essa foi a razão pela qual me inscrevi.

Ela coincidiu com o final do treino do Garmin para meia maratona, que começou depois da meia de Portugual, no final de Março, e quando ainda havia uma possibilidade de ir para a meia de Manitoba, em Winnipeg, mas que acabei desistindo. A meida de Manitoba é amanhã, e eu tinha escolhido um plano de treino para ela. Mas parte é porque o Garmin exige que você escolha uma corrida alvo, ou crie uma, pois eu também nunca estime tão entusiasmado em ir para Winnipeg.

Enfim, cheguei no final do treino bem, não sei se preparado para uma meia, mas depois de uns dias que me senti cansado estava conseguindo fazer os treinos bem, e gostando dos longos em particular. Segundo o Garmin eu quebrei o recorde dos 5km pos-Garmin na semana passada, rodando apra 21:15, 4:15/km, no dia 5 de Junho, num treino Tempo Run. Estava pensando em não rodar forte na corrida por causa dos recentes resultados de pesquisas que parece indicarem que isso não tem benefício para saúde, e ao invés focar nos treinos, incluindo treinos de intensidade, mas só treinos. Por um lado exercícios intensos parece aumentar o VO2, o que é associado com bastante benefício, mas o treino intenso longo não. Sei lá, é mais ou menos minha interpretação.

Fomo de bicicleta eu e a Lika, e foi uma pedalada agradável até a Exhibition Place, onde tivemos também a sorte de achar vaga para as bicicletas nas estações, mas tinha muito pouca vagas. Chegamos lá com tempo para ir tranquilo até a largada, mas não muito mais que isso. O dia estava claro, 16 graus, muito sol há às 7 da manhã, com largada às 7:30. Eu estava tranquilo, sem estratégia para a corrida, ali do lado do curral vermelho, conversando com a Lika. Estávamos bem na frente e o marcador de ritmo dos 40 minutos estava na nossa frente, se alongando, conversando com outro corredor, segurando sua placa. A Lika notou que um pouco atrás estava o marcador dos 45 minutos. Pensei que poderia tentar seguí-lo, oq ue seria interessante, coisa que nunca fiz. 

Faltando 10 minutos entrein no curral e fui one a Lika estava, que era bem na frente de todo mundo. O curral vermilho era o primeiro e os corredores dali pareciam elite. Disse a ela que seria melhor ficar um pouco mais atrás, e nos retiramos 10 metros. A Lika logo me deixou e eu fui para o meio da rua, perto do marcador dos 45 minutos. Correr a 4:30 por km seria forte para mim, seria bem satisfatório, e a ideia de não ir forte na corrida já tinha ido por água abaixo. Tinha muita gente e uma previsão que me deixou desanimado e que provaria correta passou pela minha cabeça: não tínhamos combinado ponto de encontro, e se a gente não se encontrasse no final, como havia acontecido algumas vezes? Não tão ruim por estar em Toronto, mas não só seria extremamente inconveniente mas também eu tinha deixado tudo com a Lika e carregava apenas 20 dólares no boné...

A largada foi data e eu tentei não perder de vista os marcadores de 45 minutos, mas tinha muita gente e o meu fraco é exatamente não perder gente de vista. Eu já não os achava (tinha 2) logo depois de passar a faixa de largada. Parte porque eu também não larguei tão perto deles. Durante a corrida toda eu sentia que estava num ritmo compatível com 45 minutos e imaginava que poderia alcançá-los, mas não aconteceu. Eu também não olhei o relógio e não sabia o ritmo que estava com precisão, dado que naquelas condições de muito sol eu não conseguiria ver de qualquer forma, e estava sempre presenando muita atenção nas pessoas ao meu lado e a frente.

E o ponto impressionante que se destacou nessa corrida foi como fui consistente, e imaginava que estava sendo. Acabei rodando por volta dos 4:30 por km o tempo todo, mas realmente muito perto desse ritmo sempre, como se pode ver nas parciais do Garmin.  O Garmin marcou quase 100 metros a mais, e isso basicamente foi a razão que o ritmo médio ficou um pocuo acima dos 4:30/km. Na tablea abaixo o lap 11 foi o que passou dos 10km e o 12 eu não entendo, eu acho que o cronômetro continuou marcando por mais uns 120m enquando eu andava, por alguma razão, dado eu achava que tinha parado ele na chegada. Notando que ele não tava pedidndo se eu queria gravar, eu apertei um botão e acho que foi aí, 120m depois que eleparou.

O ritmo estava bom, e eu me sentia bem durante a prova toda, mas também cansado, sentindo que tava bem rápido e não devia acelerar. No penultimo km o ritmo caiu um pouco, apesar de bem pouco. Faz sentido, e eu acho que foi meio psicológico. Foi o km logo depois de passar pela chagada vendo ela do outro lado da rua, e continuar correndo, agaora em direção oposto à chegada, indo para longe dela. Eu sabia que esse era o percurso, mas queria terminar. Depois para piorar eu pensava que o retorno seria na entrada do Exhibition place, quando voltaríamos para o km final, uma virada de 180 graus. Só que não foi, continuamos correndo e tudo que eu queria era virar e voltar e terminar. Mas tudo bem, depois no último km eu consegui correr bem, o melho rkm, por 1 segundo, dado que todos os km foram ali por volta dos 4:30/km. O tempo oficial for 45:32, com média de 4:33/km, que considerei muito bom, acima do esperado.
Depois da chegada estava mais preocupado em achar a Lika, ou que ela me achasse, do que com o meu tempo ou qualquer coisa. Andei bem devagar, e peguei bastante água e isotônico, e continuei andando devagar. Havia muita gente, e o sol estava ficando quente. Parei por vezes, com poucas esperanças que ela me acharia, se não tinhamos nos encontrado até então. Parei numa sombra, continuei, passei pela área de comida, parei depois dela, comi, fiquei por ali, tentei sair do sol, andei para lá e para cá, por vezes fui para a sombra, voltei para o sol, nada...Pensei que teria que tentar ligar para ela, e pedi para vários indivíduos da organização para ligarem, expliquei a situação mas eles não me ajudaram embora tivessem celular. Eles diziam que eu tinha que ir para a tenda tal e tal e pedir lá, so que eu não via a tenda, não achava... Até que por conincidência, eu acho, trombei com uma tenda que tava escrito "help desk". Ajuda era o que eu precisava, tentei explicar a situação denovo. Imediatamente a moça que estava na tenda ligou e deu certo, marquei de encontrar a Lika numa estação de bicicleta, ela já caminhando em direçãoa o ponto de ônibus tinha desistido de me achar. 
Fica uma situação bem inconveniente, dado que o problema não é ir embora, mas não saber onde o outro está, se está esperando ou não. Eu passei pelas tendas de comida novamente e peguei iogurte, banana, barrinha de fruta, barrinha de cereal, água... e fui embora. Nos encontramos na estação de bicicleta depois de um outro breve desencontro dado que estamos esperando em estações diferentes...Enfim, foi meio cansativo e desanimador, mas deu tudo certo. A solução é simples, fazer o que sempre tinhamos feito, marcar um ponto de encontro para o caso de não se encontrar depois da chegada.

Foi isso. O que falta no treino agora é a meia maratona alvo, a meia de Winnipeg. Eu queria correr uma meia, talvez amanhã, talvez depois de amanhã, só para completar o plano, correr na boa, vamos ver, talvez outra volta em outro bairro. Daí começar outro plano de treino para a meia de Chicago...

domingo, 9 de junho de 2024

Volta ao bairro Junction-Wallace Emerson

 Depois da volta ao bairro de ontem, porque nao contornar outro hoje? Talvez porque estivesse cansado de ontem, mas estava coçando para dar uma corrida mesmo assim...

Hoje saí tarde, 5:50 da manhã, sem compromisso, dia de descanso do treino. A minha preocupação maior era o sol. Tinha covido a noite, mas o tempo estava limpo e prometia sol, o que é bom em geral, ams bastante ruim, preocupante até, para correr em calçadas. Mas quando saí estava bom, e rumei para o Oeste na St Clair. As pernas estavam cansadas e eu inicialmente pensei em talvez parar, e só caminhar hoje, mas "deixa ir mais um pouco" e logo estava na Spadina, o ônibus urbano me passa, rodando tão perto da sargeta que me fez prestar atenção nele. 

Friozinho, diferente de ontem coloquei a manga comprida da corrida dos Bombeiros de 2005, e me sentia confortável nos 13 graus que prometem se repetir por mais umas manhãs. Logo estou na estação do metrô que só começa rodar às 8h, mas o ônibus que me passou está ali provavelmente fazendo um pouco de hora para dar o horário certo, que eu sempre reclamo que nunca está certo, e nesse momento não sei ainda que é o que farei no final do treino quando decidirei pegar o ônibus e terei que esperar...

Deixei o ônibus para trás, correndo devagar, perto dos 6min/km e prestando atenção na calçada. Chego na Bathurst, o farol fechado e cruzo a St Clair para esperar o semáforo abrir no lado Sul, passando na frente do ônibus que também espera o semáforo, nós dois indo para Oeste. Muitas vezes nas minhas corridas eu competia com o ônibus, ou o bonde que na verdade é o que tem na St Clair, mas agora estão arrumando os trilhos. É irresistível, o ônibus para nos pontos, nos semáforos, você alcança ele, passa ele, ele vem e te passa e aceleramos para que quando ele parar estejamos ali na cola. Mas hoje eu não estava para competições, as pernas cansadas. O semáforo abre, um carro passa pelo ônibus e entra na Bathurst à direita, cortando o ônibus que buzinha como se o mundo fosse acabar. De alguma forma acabei presenciando tal cena, quando em geral só ouço a buzina sem saber porque. Também continuei, cruzei a Bathurst e comecei a ser incomodado por uns raios de sol. 

Com 3 km estava chegando na Oakwood, o sol já me incomodando bastante, mas virando à esquerda, indo para o Sul na Oakwood não havia sol, ele tá nascendo lá no Leste, atrás das casas. Chego na Denverport, entro nela à direita, e logo à esquerda na Dovercorte e já estou fazendo o contorno do bairro. O sol me incomoda mesmo na sombra e eu saquei os óculos super-escuros, que tem duas lentes escuras. Muito melhor. Dali até a Dupont, dobro à direita, até a Duferin, esquerda, e continuo para o Sul, fazendo a face Leste do bairro. Ali tem o Stop Barbecue Chicken, que é um restaurante brasileiro que vendo frango assado, bacalhau e outras comidas familiares, e onde já fui várias vezes, sempre comprando comida para levar para casa. Ali na Duferin com a Dupont também tem o Fresh-Co, um supermercado popular que é considerado mais barato.

Chegando na estação do metrô Duferin, viro à direita na Bloor, agora fazendo a face Sul do bairro. A estação do metrô é meis ou menos conhecida, vamos ali aleatoriamente e raramente. Com 6km rumando a Oeste na Bloor, não presto atenção no relógio. Chego na estação Landsdown, onde tem uma padaria portuguesa na qual já fui algumas vezes mas é fora de mão. Ali é também o local de um fisioterapeuta que frequentei há vários anos por causa da dor no quadril, mas não ajudou nada, o fisioterapeuta é passado, a dor ainda me faz companhia. Naquele tempo eu estava preocupado um pouco porque a dor tinha começado, mas com o passar do tempo desencanei pois ele nunca piorou.

Com 7km chego na estação do UP, o trem que vai para o aeroporto, perto da estação Dundas do metrô. A gente sempre desce do metrô e pega o trem ali. Do lado do trem tem uma trilha e a linha do trem, no sentido Norte-Sul, é o limite do bairro. A trilha que segue a ferrovia está fechada. Penso rápido. Dou 180 graus, e pego a primeira ruazinha indo para o Norte. Depois me arrependo, devia ter continuado, pego a Dundas... Mas okay. Rumei ao Norte na ruazinha residencial, super confortável para correr, sombra a nenhum carro. Fiquei com medo de virar à esquerda e tentar ir para a trilha porque acho que não é toda rua que tem saída para a trilha, eu não conheço esses detalhes. E porque a trilha podia estar interditada, porque será que estava fechada a entrada na Bloor? Talvez a trilha toda esteja interditada... não queria correr átoa, continuei rumando ao Norte na ruazinha, decidido a ir até a Dupont.

Rumo ao Leste na Dupont, em diração à trilha novamente, mas sem intenção de pegá-la. A ruazinha em que estava não acompanha direito a estrada de ferro e quando cheguei na Dupont estava já longe dela. Mas ela era o limite do bairro, então estava voltando para mais perto dela, agora em território conhecido pois tinha passado ali para fazer o bairro ao norte do atual. Virei ao Norte noutra ruazinha, agora bem perto da trilha e da linha do trem. Cruzei a outra linha do trem que vai Leste-Oeste, e é uma confusão de linhas de trem. Esse cruzamento é ao nível da rua, onde a cancela abaixa quando o trem vem vindo, mas ele não tava vindo. Virei à direita logo depois de passar sobre a estrada de ferro, dado que esta estrada de ferro era a face Norte do bairro. Não tinha corrido muito, viro pro Norte denovo, agora acompanhando outra estrada de ferro sentido Norte-Sul que agora é o limite do bairro. Mas por bem pouco tempo. Chego na Denverport e viro à direita, enquando a estrada de ferro continua a ir para o Norte, delimitando outro bairro. O meu bairro tem a Demberport como seu limite Norte, e agora é seguir até a Dovercort, onde comecei. Ali foi a pior parte, indo para o Leste com o sol na frente e muito brilhante, e eu não conseguia passar para o lado Norte da Denverport que tinha sombra. Mas tudo bem, tava dando para ir, de foi indo até o final na Dovercorte, mais um bairro.

Notei que tinha rodado 11km já e parei logo, agora era a tradicional pos-corrida caminhada de 1km. Caminhando, subi a Oakwood de volta para a St Clair, virando a direita, completei 1km no ponto de ônibus, onde esperei o ônibus mais do que queria, e reclamei várias vezes que estaria em casa se tivesse optado por ir andando. Mas não estaria, estava ainda meio longe, 3km... esperei mais do que queria mais foi melhor.

Amanhã tem treino leve e devo estar cansado apesar de ter tentado pegar bem leve hoje. A média de 5:43/km não me pareceu tão leve mas não encontrei nenhum problema com os valores do Garmin, parece que está correto. Talvez esteja com condicionamento físico razoável, cansado e corri tranquilo nesse ritmo...










sábado, 8 de junho de 2024

Longo + Progression Run + Volta ao bairro Caledonia-Fairbank

 Sabadão. O longo foi misturado com um progression run, onde deois de 1h15m tinha 10m de ritmo rápido e mais 5m de ritmo mais rápido ainda. E eu resolvi fazer o longo mais palatável adicionando uma volta mais um bairro. Tinha escolhido um bairro pequeno, dado que da última vez que teve esse tipo de treino não tinha dado tempo de contornar o bairro. Então a ideia era contornar o bairro e ir para a pista do parque que fica na Caledonia com a St Clair para terminar a parte mais rápida.

Quando acordei não estava me sentindo totalmente inteiro e queria voltar para a cama, mas decidir ir. Hoje no treino eu estava pensando que sempre que isso acontece, no final do treino eu sempre acho que foi correta a decisão de treinar ao invés de voltar para a cama. Hoje não foi diferente. 
Comecei por volta das 4h45m da manhã, com o dia ainda escuro mas já clareando, eu estava saindo um pouco mais tarde do que queria. Resolvi não fazer muita hora e ir direto para o bairro, e se depois da volta eu acabasse tendo que rodar bastante na pista por chegar lá muito cedo, isso era melhor do que o sol me pegar no meio do caminho. A sorte é que o tempo prometia estar nublado. A temperatura estava por volta dos 14 graus e eu resolvi ir só de camiseta. No começo estava frio mas logo estava tranquilo.

Comecei rodando por volta dos 5:20/km, um pouco decipcionado que não estava realmente rápido. 5:20 era o limite mais rápido do ritmo definido pelo Garmin,e ntão nesse sentido estava bom, mas eu ficava lembrando dos longos anteriores quando eu estava mais rápido. A semana tinha sido meio cansative e em particular, eu tinha treinado no dia anterior, ainda que um treino leve de 40 minutos, que tentei manter bem leve. Na terça feira acordei tarde e não treinei, o que resultou nesse treino na sexta, ao invés do descanço. Coloquei o treino leve da quarta para sexta e o treino da terça para quarta. Enfim, acho que foi isso, não estava totalmente descansado. 
Rumei direto para o bairro e cheguei lá com mais ou menos 5 km, um pouco depois da lap 5. Me sentia bem, o ritmo estava bastante estável, e eu não me preocupava muito que terminaria o contorno. O dia já clareava, e indo para o Norte na face Leste eu peguei um pouco de subida na avenida Duferin, que não tam nada de plana. Na Eglinton virei à esquerda para fazer a face Norte. Senti que o dia estava muito claro, e depois de um obstáculo na calçada que me fez parar eu resolvi colocar os óculos escuros. Eles tinha interditado a calçada, porque eles tinham por alguma razão removido a calçada e só tinha um buraco, mas não fundo. Era um caso raro onde não tinha onde andar a não ser na rua, e não tinha proteção para pedestres. Eu fiquei um pouco confuso, parei, fui para a rua, continuei. O pedaço interditado não era muito longo, mas encontrei mais uns 5 ou 6 ali na face Norte, na avenida Eglinton. 
Passei pelo cemitário e virei à esquerda novamente na Caledonia, meio suspeito que tinha virado na rua errada porque tinha bastante carro para aquela hora, mas era uma rua estreita, e eu não consigo ver nome de rua. Não coneço aquela área terrivelmente bem, mas estava correto (só tive certeza quando cheguei na Rogers, no final da face Oeste) e continuei indo ao sul para fazer a face Oeste. Peguei a avenida Rogers à esquerda denovo e logo fechei o quadrado na Duferin, e o bairro estava pronto. 

Antes de contornar o bairro, coloquei o Garmin para só mostrar o tempo, e notei que ainda teria uns 20 minutos, pouco mais, após terminar o bairro e antes do ritmo mais forte que começaria às 1h15m de treino. Resolvi que voltaria para casa ao invés de ir para a pista da Caledônia com a St Clair que ficava a pouco mias de 2km. Voltar para casa era mais longe, uns 4km e eu sabia que o tempo seria justo. Mas fui. Acabei descendo até a St Clair e rumando a Oeste nela até a Vaughan, quando não tive certeza se o semáforo estava verdde para mim, e se sim, se daria tempo atravessar. Uns carros estavam parado na Vaughan indo para o Sul, pronto para sairem quando ficasse verde, e ao invés de atravessar na frente deles eu entrei na Vaughan indo para o Norte. Estava em território super conhecido, e decidi continuar inod para o Norte ao inves de cruzar a Vaughan e voltar para a St Clair, porque assim eu voltava para casa em ruas residenciais. Mas ao custo do percurso mais longo. 

E assim foi, terminei a parte leve do treino pouco depois da Spadina, indo para o Leste na rua Heath, em território super conhecido, mas não em lugares onde costumo correr rápido. Mas estava bem cedo, pouco carro, ruas só para mim, acelerei sempre correndo no meio da rua. Rumei para o quarteirão onde costumo dar infinitas voltas nos meus treinos, mas tentando comer um pouco de kms antes de chegar lá, iso é, não pegando o caminho mais curto. 

Estava me sentindo bem, e rodei os dois primeiro kms por volta dos 4:30/km, dentro do esperado. Mas no final dos 10 minutos e não estava tão inteiro mais. Ainda assim acelerei para os 5 minutos finais e consegui a duras penas rodar o primeiro km para 4:10 (lap 19), com o treino rápido terminando logo depois. Estava só o pó, mas ainda rodei os 5 minutos de desaquecimento para 5:02, tentando segurar um ritmo forte ao mesmo tempo que tentava descansar, ou seja, não foi o mais rápido possível. 

No final das contas o treino foi muito bom, completei pouco mais de 18km com ritmo médio perto de 5:10, e mais importante, consegui fazer bem a parte mais forte no final. Ou talvez o mais important foi que contornei o bairro.
Sobre o bairro? Vixe, não tem muito. O bairro é meio longe, mas com contorno que não é novo. Principalmente a parte da Duferin e da Eglinton (Leste e Norte) são trechos que passei correndo muitas vezes. Na Caledonia e Rogers menos, mas também já tinha passado várias vezes. O bairro é relativamente menor que os outros, e um quadrado quase perfeito, e não inclui nada que se destaque para o meu contexto no Canada. Talvez o cemitário Prospect que tem metade de seu território dentro do bairro, seja o que mais se destaca, ainda assim não é um cemitário que tenha visitado muito (entre algumas vezes correndo, e uma vez para uma bike tag). Mas pronto, agora o bairro pode se considerar contornado!

Mais duas semanas de treino na planilha do Garmin, então esta semana ele vai começar a colocar treinos mais leves, o que acho uma boa idéia.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Treino leve + Volta ao Bairro University

 Esse é um texto rápido para deixar registrada a volta ao bairro University, onde fica a Universidade de Toronto, ou boa parte dela, considerando o campus aqui do centro de Toronto. Eu já tinha feito a volta nesse bairro, mas a bateria do Garmin acabou antes da volta terminar, e com isso o mapa não mostrou o contorno inteiro. Resolvi refazer o bairro.

Mas dessa vez não foi muito melhor. Na face Leste, o Garmin tava perdido, acho que não tinha ainda achado o satélite. Eu comecei sem ele ter achado o satélite pois não queria esperar mais. Talvez seja porque o dia estava bastante nublado, com neglina, somado ao fato de que indo para o Sul a gente passa perto de muitos prédios. Mas tirando a face leste, e uma barbeiragem na face Sul, o resto ficou mais ou menos bom. A distância e velocidade ficaram provalmente erradas, mas tudo bem, o treino era leve, de 1 hora, e acho que ele marcou o tempo sem erros!

Enfim, é isso, fica aí um contorno do bairro Universidade melhor que o anterior!

sábado, 1 de junho de 2024

Longão + Volta ao bairro Kingsway South

 Outro sábado, outro longo. O Garmin colocou um treino de 2 horas para hoje, depois de uma semana de treinos um pouco difíceis, com goal pace run na terça e progression run na quinta. Assim, ontem, sexta, eu descansei. 

Na terça o  goal pace run, em ritmo por volta de 4:40, era de 30 minutos, com mais 20 minutos opcionais. Eu me sentia cansado no começo e o goal pace foi difícil nos primeiros kms. No final eu já estava rápido, rodando mais forte do que o goal pace, mas quando deu 30 minutos eu me sentia cansado e resolvi parar.

Na quinta o progression run era para correr 30 minutos leve, depois 10 minutos sub 4:20, e denovo eu não me snetia nas melhores condições, mas fiz o que pude, e os dois primeiro km da fase rápida foram para 4:22, depois diminui um pouco para completar os 10 minutos. Foi difícil mas acho que foi bom.

Ontem resolvi descansar. Os treinos não tem sido bom, até nos leves eu tenho me sentido cansado. Esta pensando que depois da meia de Toronto (há 4 semanas) as coisas degringolaram, parece que nunca consegui descansar direito, apesar dos 10km uma semana depois terem sido bom.

Hoje era longão de 2h. Eu tinha planejado acordar cedo e preparar uma volta ao bairro. Geralmente eu olho no mapa e decoro o contorno do bairro par anão me perder, pois já tenho bastante dificuldade de ler nome de ruas apesar de serem bem visíveis. Mas acabei acordando meio tarde. Já tinha idéia do bairro que combinava bem com um longão de 2h, e fui no mapa dar uma olhada. O contorno do Kingsway Sourth é fácil, e eu conheço bem. A face Norte eu fiz várias vez em tempos passados, correndo até a estação Islington do metrô. A face Sul é na Bloor e eu também conheço bem de outros treinos. A face Leste é o contorno do baiorr que fiz hà duas semanas, trilha do Humber River que também é familiar. Interessante que a face Oeste (na verdade é meio que Sudoeste, o bairro é meio torto...) eu nunca tinha feito, que eu me lembre. Eu sempre ia pela Dundas e descia pela Islington até a estação do metrô, mas o contorno do bairro é por uma trilha que se me lembro bem, era fechada. Ali tem um córrego chamado Mimico Creek, mas é um córrego meio grande. Parece que há trilhas em partes dele, mas eu não tenho familiaridade com o córrego, ou com aquela região, que já está próxima do limite Oeste de Toronto. Digo, eu conhecia onde ele desagua no lago Ontario, onde passei várias vezes, seguindo a trilha que acompanha a margem do lago. Então basicamente era só essa face Sudoeste que eu tive que decorar no mapa, olhar bem a trilha para não me perder lá.

Era para sair por volta das 4h30m, mas eu acabei saindo quase 5 da manhã. O dia já está praticamente clareando e eu já saí com os óculos escuros. O canal do tempo prometia céu limpo e eu sabia que o sol nasceria antes de eu terminar, o que me deixava apreensivo, e me fez ir direto para o contorno do bairro, para fazê-lo o mais rápido possível. A idéia era depois do contorno voltar par acasa para completar as duas horas, mas ia depender do sol. Plano B era rodar aleatoriamente, plano C era achar um quarteirão residencial e ficar dando volta nele. Plano D era simplesmente parar, dado que a volta no bairro já seria considerada um longo. Tudo ia depender do sol, do quanto me sentiria confortável correndo nas calçadas, atravessando ruas...

Eu também tinha me inscrito para uma corrida de 5km hoje. Uma corrida bem pequena, beneficiente, arrecadando fundos para a instituição que ajuda mulheres com endometriose. Foi no Sunnybrook Park, e pensei várias vezes em jogar o longo para amanhã e fazer a corrida hoje. Mas acabei decidindo que não, que eu poderia fazer os 5km depois do longo, mas só se a Lika fosse também. Acabou que ela não estava afim e eu não fui na corrida, mas daria para ter ido. O esquema é que a corrida começava quase meio dia, num dia com muito sol, e é estressante para eu correr com sol, também para chegar até o local da corrida de bicicleta. Lembrei da Spring Run Off, que também foi com sol, e foi mais ou menos sofrida. Perdi bastante o ânimo e não fui.


Ali no começo do longo não me sentia 100%, mas indo pela St Clair, chegando na Bathurst eu já tinha me aquecido e sentia que dava para fazer o longo. Cheguei no começo do contorno do bairro com uns 9km e já me sentia bastante okay. O ritmo estava bom, um pouco mais forte do que o ritmo colocado como leve pelo Garmin, que ficava apitando toda hora dizendo que eu estava muito rápido. Uma coisa legal é que eu consigo correr fácil nesse ritmo mais forte que o leve do Garmin, enquando que em Janeiro eu lembro que isso não era fácil.

O começo do contorno do bairro foi na Dundas com a trilha que acompanha o Rio Humber. A trilha lá embaixo, perto do rio, e a Dundas é uma grande avenida que passa sobre uma ponte alta. Depois de pasaar a ponte, indo para o Oeste, vem uma boa subida até outra ponte sobre a Royal York e sobre a estrada de ferro, essa por volta do km 10,5. Sempre achei essa ponte interessante, pois ela é meia que um arco, fazendo a subida do morro natural ficar ainda mais longo e terminar no topo da ponte. Lá embaixo você vê a avenida Royal York, e, logo depois, a ferrovia que está num nível mais alto que a avenida. Assim a ponte parece que tenta passar sobre a avenida, mas então vê que não é alta o suficiente para o trem, e continua subindo para conseguir passar sobre a ferrovia. Depois da ponte tem uma descidinha, e outra subida já começa ali, chegando numa igreja que tem um cemitério do lado. Naquela subida a Dundas faz uma curvinha para a esquerda, e fica plana, talvez um pouco descida, até encontrar a avenida Islington, onde está a penultima estação do metrô se você correr na Islington para o Sul por mias ou menos 1km. 

Mas antes da Islington eu tinha que entrar na trilha, embora tinha definido que a Islington seria contorno válido para o bairro se eu tivesse problema com a trilha. E a trilha foi legal, estava correndo bem, o dia já meio claro. Eu contrei umas duas pessoas caminhando e um grupo terminando a festa deles. Indo ali pela trilha também passei perto de uma pista de corrida, que não conheço mas pareceu legal. 
Daí cheguei na Bloor, face Sul do bairro, que foi a mais difícil pois corria pro Leste com o sol querendo nascer, ou seja, mais claro do que eu gostava. O que complica também é que ali na Bloor a gente corre na calçada e precisa prestar mais atenção onde pisa, com "cercas" de restaurantes, com outras pessoas. Alguns restaurantes colocam mesas na calçada e uma cerquinha em volta para separar das pessoas que passam na calçada. Tem muito disso em Toronto. Tem também canteiros com plantas. Também estes cercados quanto os canteiros não tem tamanho muito fixo e me fazem prestar muita atenção apra não trombar com eles. Mas foi tudo bem, eu logo passei pela estação Old Mill do metrô, e entrei na trilha, rumo ao Norte, para fechar o contorno do bairro. Na trilha a corrida foi fácil e ali, por volta do km 15, estava rodando perto dos 5min/km.
A trilha chega numa subida bem grande que vai sair lá emcima na Dundas novamente. De volta a civilização, o sol já tinha saído e eu já estava com os óculos super escuros, um que tem uma lente escura em cima da lente escura original dele. Mesmo assim não estava fácil, em sentia dificuldade por causa do sol, e já sentindo um pouco cansado, fechando a lap 19 com 5:28, o km mias lento tirando o primeiro de aquecimento. Na verdade a lap 14 também tinah sido igualmente lenta, na Bloor, também com certa dificuldade por causa do sol querendo nascer lá na frente. 
Só ali que o Garmin apitou 1h35m, avisando que eu podia parar o treino, e só correr mais 5 minutos de desaquecimento. Eu pensei em parar, mas cheguei numa parte da Dundas onde a calçada era mais larga e resolvi continuar. Ali a Dundas é mais ou menos paralela à St Clair e não muito longe dela, e o plano A era voltar para a St Clair. Só que as condições era tais que eu já tinha abandonado o plano A, simplesmente por que achava que não estava em condições de atravessar a Dundas sem parar num semáforo e esperar ele abrir. O sol fazia com que eu não tivesse confiança na visão. Como não queria para continuei pela Dundas sem muito plano. Mas logo cheguei numa rua que tinha 3 carros esperando o semáforo, e eu fiquei com receito de passar pois não conseguir ver o semáforo. Havia duas opções: entrar na rua, atravessar ela atrás dos carros que estavam esperando, depois voltar do outro lado, coisa que faço frequentemente. 

Mas quando entrei na rua me livrei do sol pois havia muita sombra. Isso me fez escolher a outra oção que era entrar na rua e seguir ela. Eu não conhecia o lugar, mas savia que se seguisse a rua para o Sul chegaria na Bloor, na região do High Park. Denovo ficou gostoso correr, e logo eu cheguei no High Park, depois do que o Garmin apitou o final do treino, o que significava mais 5 minutos de desaqueciemnto. Rumei para o Leste, denovo atordoado pelo sol, mas era só 5 minutos, chegaria onde chegasse, caminharia 1km como de costume, pegaria o metrô. Chegando na Keele os 5 minutos não tinham acabado e os carros estvam parado esperando o semáforo. Entrei na Keele, denovo duas opções... Mas logo o Garmin apitou o fim do treino de 2h. Eu fiz os cálculos e vi que caminhar 1km me levaria maio caminho até a St Clair se continuasse indo para o Norte. Eu me sentia okay, e ao invés de parar apertei o botão para o Garmin não parar, continuar marcando. Com 1km depois do treino, ritmo de 5:22 de subida leve na maior parte, eu estava na Dundas novamente e parei o Garmin. Dali até a St Clair era menos de 1km. Caminhei até a St Clair, virei à direita rumo ao Leste e comecei um trotinho pois queria completar 1km de caminhada mas também queria chegar rápido no próximo ponto de ônibus da Old Weston, por tinha decidido pegar o ônibus ao invés da bike dado o sol. E coincidência, cheguei no ponto de ônibus junto com o ônibus e com pouco mais de 1km. Logo estava em casa e decidindo não ir para a corrida da endometriose....

Enfim, o longo foi bom, ritmo um pouco mais lento que duas semanas atras mas não muito mais lento. Foi gostoso também, com total de 23,91km, a maior distância que o Garmin já marcou em corridas!

Colta ao Bairro The Beaches

 E como se o sofrimento do final de semana passado não fosse suficiente, este final de semana escolhi um bairro ainda mais longe. The Beache...