sábado, 15 de agosto de 2026

Colta ao Bairro The Beaches

 E como se o sofrimento do final de semana passado não fosse suficiente, este final de semana escolhi um bairro ainda mais longe. The Beaches é um dos bairros mais conhecidos de Toronto porque lá é onde estão as praias com areia, às margens do lago Ontario. As praias são legais, mas a água é sempre fria. Ainda assim tem sempre bastante gente lá no verão, e eventos frequentes. A galera joga esportes na areia e tal. Eu acho que a areia é artificial, a água tem poucas ondas, parece praias de rio que a gente vê no Brasil, não é tão grande. Pra mim, foi palco de algumas corridas. Tem uma ciclovia que é usada por mais pedestres do que ciclistas, e que é boa para correr. Mas também tem uma pista de madeira, um pouco elevada da areia, que é bem longa, não é rum de correr em cima. Fora as corridas, eu também passei por lá várias vezes correndo ou de bicicleta. Uma vez também fomos to Food Truck Festival, não exatamente na priaia mas dentro do bairro. Dentro do bairro, no seu "bico" no lado Oeste, tem uma garagem do streetcar. 

No lado Leste, o limite do bairro é a avenida Victoria Park. Eu planejei meio informalmente fazer todos os bairros do lado de cá (Oeste) da Victoria Park, porque parece que a avenida inteira serve de divisa de bairros tal que o limite dos bairros feitos seria uma linha reta de Norte a Sul cortando Toronto, seria legal. The Beaches foi o primeiro que tem limite na Victoria Park. 

A semana tinha sido mais ou menos boa. Na terça eu rodei 4,8km a 5 min/km, cansado ainda do longão do Sábado, e foi bom. Na terça foi treino de 8km que também fiz tranquilo, me sentindo bem, mas ainda meio cansado e fiz devagar. Na quinta teve Pace Run de 4,8 km, com 2,4 sendo rápido no final, e consegui rodar relativamente rápido perto dos 4:30/km. Enfim, foi bom, mas com dor no quadril que deixa esses treinos menos gostoso. Ontem eu descansei. Estava pensando nesse bairro a semana toda, mesmo depois de ter me cansado bastante no Sábado passado. O Garmin pediu um Split Negativo de 14,5km, um long respeitável que quase dá para contornar um bairro. Mas hoje cedo eu estava menos entusiasmado, não sei porque. Acho que parte é a dor no quadril. Andei olhando outros bairros no mapa, mas no final das contas resolvi ir para o The Beaches e ver o que acontecia. 

Saí às 5:05 dessa vez sem pensar muito no claro do dia. O final da praia acho que não tem luz e seria bom chegar lá com um pocuo de claro de dia, mas se não chegasse pegaria um caminho alternativo. Então não estava muito preocupado. Comecei a correr descendo a Yonge em direção ao Sul me sentindo bem travado, sem entusiasmo para correr, rodando devagar na descida, sentindo um pouco de dor mesmo no começo. Estava mais ou menos certo que não conseguiria fazer o split negativo e pensava que o The Beaches era o bairro certo porque poderia parar quase que em qualquer ponto e teria metrô ou streetcar por perto. Fechei o primeiro km na Yonge, embaixo da ponde da ferrovia, rodando para o Sul para 5:50 e achei que na verdade estava mais rápido do que a minha percepção.

A pernas destravaram um pouco, entrei na Crescent, passei ao Norte da escação do Metro Rosedale que estava ainda fechada e mais a frente completei o km 2 do primeiro split para 5:37, claramente me sentindo melhor, mas não ótimo. No final da Crescente encontro algumas construções, depois entro na Dunbar, e dela para a Elm, onde fecho o km 3 para 5:31, já meio rápido demais para o primeiro split. Mas sentia o ritmo okay e continuei. Passo pela Castle Frank e chego na Bloor, e estou em cima da ponte, indo para o Leste na Bloor/Danforth quando fecho o km 4 para 5:32. Ainda escuro, poucos carros, preciso passar para o lado Sul da Danforth, mas tá difícil, ela é muito larga em cima da ponte e eu tenho pouca confiança no que vejo. Lá embaixo na DVP passam muitos carros, as luzes da ponte tem efeito e parecem correr de um lado para o outro. 

Chego na Broadview e passo ela, mas tenho que parar pois o plano é passar a Danforth e descer para o Sul na Broadview. Paro, mas não espero muito, logo não vem carro e passo com o sinal vermelho e rodando para o Sul na Broadview fecho o km 5 para 5:40. Eu deveria passar em frente a uma igreja, e entrar duas ruas depois da igreja e rumar para o Leste. Acabei não vendo a igreja, não sei porque e logo cheguei onde teria que entrar, mas por não ter visto a Igreja fiquei sem ter 100% certeza que entraria no lugar certo. Se errasse a rua provavelmente acabaria tendo que correr mais do que precisava e eu não queria isso, me sentia bem mas ainda sem certeza eu conseguiria fazer a volta. Resolvi não pegar a rua, resolvi continuar para o Sul na Broadview e pegar a Gerrard, caminho que eu conhecia bem e seria mais seguro. Logo que entrei na Gerrard, indo para o Leste, completei o km 6 para 5:33, um pouco surpreso de já estar no km 6 pois logo o primeiro split terminaria e eu teria que aumentar o ritmo. Não me sentia mal, mas ainda sem entusiasmo para aumentar o ritmo e na verdade nos meus planos o aumento de ritmo seria secundário, com o contorno do bairro sendo o objetivo primário. Tentaria aumentar o ritmo mas se não deveria tentar não me cansar, diminuir se preciso for. Passei embaixo da estrada de ferro e veio uma subidinha, ainda na Gerrard fechei o km 7 para 5:44 e logo chego na Jones, cheno do Km 7,2 e o primeiro split acaba. Eu aumento o ritmo um pouco, não me sinto inteiro, mas dá para segurar o rimto bem. 

Mais abaixo cruzo a Dundas depois de uma paradinha e depois da Dundas estou correndo na ciclovia da Jones, indo para o Sul. A ciclovia é meio elevada ali na frente de um ponto de ônibus, e eu não percebo isso. Significa que entre a ciclovia e a rua tem uma linha branca que não é só uma linha branca, é uma sarjeta, a ciclovia está no nível da calçada. Eu só vi a linha branca e pisei nela e só metade do pé encontrou chão, o pé torceu e eu caí na rua, ralando os dois joelhos, mas não muito pois eu quase evitei a queda. No entando torci o pé e doia muito, não dava para continuar correndo e eu parei o Garmin. Manqui até a calçada e achei um lugar para sentar, a dor era enorme e eu mal conseguia colocar o pé no chão. Mas o meu corpo estava quente e a dor começou a diminuir e eu não fiquei muito sentando, comecei a andar mandanco na calçada para cima e para baixo, não querendo ir longe porque se continuasse correndo teria que continuar de onde parei. Devo ter ficado ali uns 5 a 10 minutos e ador passou bastante, apertei o Garmin e continuei descendo a Jones, indo para o Sul. O pé ainda doia, não corria tão facilmente e por um momento ainda estava em dúvida se devia simplesmente parar e pegar o streetcar. Mais para baixo a Jones termina na Queen, que pego para o Leste, mas logo na frente tem a Leslie que pego para o Sul denovo e nela completo o primeiro km do segundo split para 5:30, que não era ruim dado a queda e a paradinha para cruzar a Dundas, enfim parecia que eu continuaria e daí em diante senti a dor mas não pensei em parar por causa dela. O corpo estava quente e a dor pequena. A queda deve ter ajudado eu dar uma descansada também, apesar que eu me sentia bem, com vontade de continuar correndo quando sentia dor e estava parado










Cruzo a Eastern e estou onde a volta ao bairro termina, estou no começo da volta ao bairro, mais ou menos 8,3km de onde comecei. Continuo na Leslie para o Sul e chego na Lake Shore que é bem larga, paro um pouco e logo atravesso e do outro lado pego a ciclovia e vou correr nela bastante agora. Ali é não tem obstáculo, é muito melhor do que correr em calçada, mas eu começo a sentir um pouco cansado. Fecho o segundo km para 5:26 e o terceiro para 5:25 e estou na praia, totalmente vazia, com o dia clareando. Está gostoso correr ali na ciclovia mas eu não estou inteiro, penso que vou ter que voltar tudo isso lá ela Kingoston na face Norte do bairro, sei que é muito, que não vai ser fácil. Fecho o km 4 para 5:21 no Kew Gardens, um parque que conheco bem pois já corri algumas corridas que começaram ali. Ainda está meio escuro, pouca gente, bicicletas passam com luzes acessas do outro lado, patinetes, bicicletas eletricas, encontrei umas 5 ou 6 desses. Mas é isso, o segundo split é 4 km e ele acaba. Não sinto que dá para aumentar o ritmo, e o primeiro km do último split é ainda na trilha, para 5:24. Na verdade eu já sei que esse último split é para terminar, não para ser mais rápido que o segundo split. Não tenho pernas para isso e sei que tem areia e subida pela frente, sei que estou cansado, sei que vou ter que correr mais do que o terceiro split. E logo depois do primeiro km vem a areia e o ritmo cai muito. Corro na areia por uns 300 metros, e deois uma escada que consigo subir correndo, chego na Nursewook e em sua subida enorme que me leva para o Norte. Quase ando na subida que é bem íngreme, pior que a escada, e chego na Queen cansado, pego ela para o Leste, ainda subida quando completo o segundo km para 6:02. Estou num split positivo, não negativo. Mas tudo que quero é terminar, mais para frente entro na Victoria Park indo para o Norte e a subida que vejo é insana. Tento me manter correndo, bastante cansado, pensando que o fim do terceiro split está perto o suficiente que não devo parar, mas talvez deva parar depois dele. E não terminar o bairro?

O problema dessas voltas ao bairro é que você não consegue parar, começou tem que terminar, pelo menos é o que o seu cérebro te diz. Mas eu estava cansado e pensava em parar. A dor nos quadris não era muita durante a subida, talvez porque eu só pensava na subida. A Victoria Park tem uma curva que me leva um pouco para o Leste, para depois voltar a ir para o Norte, voltar a subir, ainda que a subida seja menos íngreme, mas subida ainda. Finalmente chego na Kingston que pego para o Oeste, estou voltando, na face Norte do bairro, e mais importante, a subida acabou. Aumento o ritmo um pouco, mas etou bem cansado. Não demora muito para fechar o km 3 para 6:11. Devia ser 5:11 para um split negativo, mas 6:11 não está ruim, já corri muitos km e me sinto cansado, a maior parte do km foi subida. Mais uns 200m e o terceiro split termina. Aperto o Garmin para ele não parar. 
Rodando na Kingston, indo para o Leste, começo a pegar um pocuo de descida mas estou cansado e continuo correndo sem me preocupar com o ritmo mas mesmo assim com dificuldade, sentindo mais dores no quadril. Fecho o primeiro km na Kingston para 5:49, querendo parar mas agora o final parece perto. Mais para frente cruzo a Woodbine, tem um cemitério ali, e eu fecho o segundo km para 5:33, nada mal comparado com meu cansaço, mas ali também estou rodando morro abaixo, o que ajuda. 

Logo chego na Queen e tenho que parar um pouco por que preciso passar ela e o farol está vermelho, um streetcar está passando. Atravesso a Queen, e um pouco para frente entro numa ruazinha sem nome que me deixa na Eastern, atrás de um corredor que está mais ou menos no meu ritmo. Completo o km 3 para 6:03 por ter parado na Queen, mas meu ritmo não está ruim. Mas logo encontramos uma rua larga e temos que parar, o outro corredor entra na rua e eu fico alí. Logo dá uma brecha e eu passo e agora estou na frente do sujeito o que me incentiva a ir mais rapido. O km 4 no pos treino eu fecho para 5:11 nao vendo a hora de chegar na Leslie para parar. E chego nela com mais 160m. Paro o Garmin, mas não tenho muito certeza que estou na Leslie, tento ver o nome da rua logo ali, mas ele está alto, é difícil, mas parece Leslie. Estou convencido que terminei a volta, começo a andar na Leslie para o Norte, aperto o Garmin para terminar o treino, muito cansado e com muita dor no quadril, andando e mancando, começando a sentir dor no pé também. Logo chego na Queen, e ando nela devagar e mais para frente tem uma estação de bicicleta. Pego a bike e pedalo devagar, cansado e com dores, mas com o bairro contornado. Subu de bike pela Jones, passo pela ciclovia onde pisei em falso, paro para esperar o farol da Dundas. A jones tem muita subida, e eu subo devagar, subo até a Danforth, e decido não pegar o metro, a Danforth é plana, pedalo devagar mas sem parar. Acabo pedalando até em casa, mais 8km. Segundo o Garmin eu quebrei o meu recorde de percurso de bike com mais aclive. Descendo da bike, chegar em casa foi dolorido, tanto o meu pé como quadril doiam bastante. E o pe ainda doi, na tarde do Sábado. 
Eu não sei o que esse treino significa. Por várias vezes pensei que talvez significasse que não devo mais dar voltas em bairros, não devo mais correr tanto. Só que agora, na tarde de Sábado não penso diferente. O pá vai ficar bom da torcida, nem inchou muito, e eu devo conseguir fazer o treino de 4,8 km que o Garmin passo para Segunda Feira, depois do descanso de amanhã. Vamos ver. É legal ver no mapa que mais um bairro foi completado. Quem sabe eu fico em melhor forma para essa distância, vamos ver o que acontece Sábado que bem, dado que o Garmin passou longo de 16km, em split negativo denovo...

sábado, 8 de agosto de 2026

Volta ao Bairro Flemingdon Park

 Mais uma volta ao bairro, basicamente o bairro que eu estava de olho no depois da volta do fim de semana passado. Foi legal correr nas trilhas e eu acho que eu coloquei na cabeça que esses bairros que envolvem trilhas tem que ser contornado agora, no verão, pois já estou tendo que começar o treino tarde para pegar as trilhas com um pouco de claro, e tá ficando cada vez mais tarde. 

O bairro Flemingdon Park, como está ficando comum, fica longe e não tem tanto de especial que chama a atenção pra gente. Eu destacaria a trilha que desce como continuação do Sunnybrook park, passando por baixo da Eglinton e ligando com a trilha do Don River, meio que seguindo a Don Valley Parkway. É uma trilha por onde corri muitas vezes principalmente em tempos idos. Muitas ezes de bike também. Talvez não tantas vezes assim, mas o suficiente para dizer que estou em casa ali. Fora isso temos a Don Valley Parkway que passa no meio dele, uma rodovia que dá acesso fácil ao centro de Toronto para cidades da área metropolitana ao norte de Toronto, e por isso muito importante. Ao norte da rodovia 401 ela passa a se chamar rodovia 404, mas não vai muito além da região metropolitana. Uma das características do bairro é que seu limite Leste é o Rio Don, e o seu limite Oeste é o braço Oeste do Don, um afluente do Don,  chamado assim mesmo porque acho que a galera tava sem inspiração para procurar um nome para ele. O limite Norte é a Eglinton, e o limite Sul é uma linha no meio do nada que fe fez percorrer um perímetro muito maior do que o do bairro. Mas isso vai fazer o perímetro dos bairros vizinhos menor, obviamente.

A decisão de contornar o bairro não teve muita razão de ser a não ser luz do dia e trilhas. Na verdade o contorno é bem longo e agora depois de ter feito, foi meio irracional. A semana passada já fiquei cansando com 15km, e esse seria de 18km. Memos assim não pensei muito. Uma coisa legal que vi é que a avenida Victoria Park é inteira limite de bairros. Isso significa que posso fazer todos os bairros ao Oeste dela e o limite dos bairros feitos será uma linha reta. No mapa, é bem legal e eu pensei que seria um bom objetivo. Contei 17 bairros a ser contornados para tal objetivo. Mas, como o de hoje, todos são longe e a não ser que vou de bicicleta, preciso me preparar mais para longas distâncias. 

A semana de treino foi boa, estou conseguindo cumprir o que o Garmin passa, 4 dias por semana. Na terça feira era para rodar 6,4km mas eu acabei rodando uns 7,5 por não ter apertado o botão certo do Garmim, eu acho, e descobri que ele não tava marcando nada depois de mais de 1km. Na quinta foi o treino mais difícil, de cadência, 3,2km a 180+ passos por minuto. Eu geralmente não consigo fazer esse treino e mesmo assim o esforço é grande para não cumprir o treino. Eu percebo que nas semanas iniciais eu estava mais rápido, eu acho. Agora acho ue os treinos ficaram um pouco mais longos e eu seguro um pouco, mas a impressão que dá é que estou mais lento mesmo. Não sei, estou tentando não preocupar com o ritmo, o treino do Garmin é para meia maratona, sem tempo alvo para terminar. Ontem me senti bem, e hoje antes de partir eu me sentia bem.

Depois das 5 da manhã eu me preparei e às 5:18 queimei o chão. Saí pelas ruas residenciais até pegar a Yonge já perto do cemitério Mount Pleasant, e indo para o Norte na Yonge completei o primeiro km para 5:36. Estava lento, e deveria estar pois era o primeiro split to split negativo. Não estava difícil de manter lento, contrário a outos dias em que segurar lento era difícil e eu acabava rodando o primeiro split mais rápido do que deveria. Hoje não, queria mais é ficar lento e tinha dúvidas se deveria abortar a volta, quando lembrava que seria mais de 15km. A dor no quadril nesse começo estava menos do que o usual. Da Yonge entrei na Balliol à direita indo para o Leste, e pouco antes de chagar na Mount Pleasant complete o km 2 para 5:45. Mount Pleasante para o Norte e Davesville para o Leste denovo e chegando na Cleveland fecho o 3 para 5:37. Pego a Clemelando para o Norte. Eu estava procurando uma rua para ir para o Norte, e tinham várias ali, mas eu não as conhecia e eleas pareciam rua sem saída. Agora olhando no mapa vejo que não tinha muitas opções mesmo, nenhuma seria melhor que a Cleveland. Rodo nela para o Norte até a Manor, que pego à direita, logo estou na Bayview, correndo na calçada, rumando para o Norte e completo o km 4 para 5:43. Agora faltam 800m para o fim do split, e tenho que aumentar o ritmo. Me sinto okay, com calor, mas pronto para o segundo split. Da Bayview entro na Eglinton à direita, rumando para o Leste, o dia clareando o primeiro split termina poiuco depois de eu atravessar a Eglinton para correr na sua cançada Norte, já me preparando para lá na frente entrar na Leslie. O split termina e eu tento pisar no acelerador um pouquinho, não muito que tem outro split mais rápido ainda. Mas tem cones por alí, construção, calçada nova, que é so do lado Norte e eu me arrependo de não ter ficado na calçada Sul. Correndo mais forte pela Eglinton, indo para o Leste, eu desvio de cones aqui e ali, em trechos de calçada que estão bloqueados, que me obrigam a ir para o asfalto, que é asfalto de contrução e não está bem limpo. O primeiro km vai para 5:22, me sentindo okay, o ritmo está bom, mas percurso plano, começando descida. 

Logo chego na ponte que leva a Eglinton por cima do braço Oeste do Don River e lá tenho uma surpresa, tem uma entrada ali depois da ponte que me leva para a trilha que segue o rio, que é onde eu tenho que ir. Não fosse isso eu teria que pegar a Leslie para o Norte e dar uma certa volta. Depois de um vai e volta passo por baixo da ponte, vem o estacionamento antes da trilha e nele fecho o km 2 para 5:22 denovo. Vem então a trilha per se, o dia clareando, um corredor que vem de lá para cá, correr fica mais gostoso. Sigo pela trilha, sentindo meio cansado mas segurando o ritmo bem, ali é também meio que descida, completo o km 3 para 5:26 e com mais 220m o split acaba. Não como outrora, quando fiz o segundo split para 5:10, mas os longos então eram menos longo e por agora eu tinha cumprido o plano, tinha rodado o split 2 mais rápido que o split 1. E entro no split 3 e acelero. 

Continuando pela trilha, fecho o primeiro km para 5:02, muito bom, e exatamente no momento onde começo a pegar obstáculos. Ali a trilha passa meio que ao mesmo tempo por baixo da Don Mills, e por cima da ferrovia. Com isso tem subida, tem curva, tem chão que parece escorregadio e não confiável. Depois vem uma descida e estou bem perto de onde o braço Oeste do rio Don deságula no rio Don. 

Podia seguir a trilha que acompanha o rio Don, que é o limite do bairro, mas se fizer isso o contorno do bairro vizinho vai ficar complicado, eu tinha decidido por outro caminho que vai por ruas. Passo então por baixo da Don Vallley Parkway e fecho os restantes 610 m do split 3 para 5:33, esperado depois dos vai e voltas ee subidas e eu cansando... Aperto o Garmin para ele continuar marcando, terminei o split negativo, mas estou longe de terminar a volta ao bairro, e estou me sentindo cansado, pensando que talvez devesse pegar uma bike e voltar para casa. Mas continuei. 

Depois de passar embaixo da Don Valley ganho acesso a trilha onde passei a semana passada, mas agora indo nela para o Leste. Antes de ir para o Leste fiz o favor de me perder ali depois do estacionamento, numa rede de trilhas, ou caminhos que acho que não dá em lugar nenhum. Mas devia ter estudado melhor o mapa. Devo ter rodado uns 400m atoa. Foi e voltei, chegui na trilha certa, fui para o Leste. O problema é que vindo do Leste para o Oeste a trilha te deixa no estacionamento e não tem nem uma dica de que tem várias trilhas aí e vc pode se perder. Indo para o leste vc entra no lugar errado e já era. Enfim, achei o lugar certo e segui pela trilha. Mais a frente a trilha tem uma bifurcação, e de um lado é decida e a trilha passa dentro do rio, do outro, vc continua mais ou menos plano e tem uma ponte. Eu peguei a descida só para ter que voltar depois de uns 50m, hoje era o dia dos erros de caminho...











Logo completei o primeiro km do pos-treino para 6:00 cravado, devido a ter me perdido, vai e volta e tal. O ritmo caiu, e isso era bemvindo. Logo depois chego na escada que tenho que subir para sair da trilha. Não tenho pernas para subir correndo e a escada é longa. Tento subir andando rápido e subindo a escada acabo me cansando mais do que correndo, a escada nao acaba e eu tento segurar meio rápido, não parar. Chego lá em cima bem cansado, uma trilhilha na grama, continuou andando e coloco os óculos escuros antes de chegar no asfalto. Pego a rua Alder e a subida continua e eu muito lento. Mais acima a Alder se torna a Parkview Hill Crescent e eu já estou mais rápido quando completo o segundo km para 7:09 devido a parte da escada e tal. Mas agora já corro em ritmo melhor, mas não descançado.

Mais a frente faço o favor de entrar a direita na Presteign, o meu último erro de caminho. Logo notei que devia estar erroado, mas sem ter muita certeza de nada, não carrego mapas nem nada. Tentei procurar alguém para perguntar o caminho mas era muito cedo e ninguem na rua. Virando aqui e ali, acabo meio que por um milagre chegando na Northdale, que conheço por ser uma avenida com um canteiro no meio, que eu tinha visto no streetview. Pronto, já sabia onde estava, peguei ela à esquerda, indo apra o Noroeste. Antes disso completei o km 3 para 5:28, um ritmo na verdade muito bom dado que não estava fácil. 

Da Northdale entro na Northline, indo para o Norte. E antes de chegar na Bermondsey, que é uma rua bem maior, completo o km 4 para 5:32 e tem umas curvas ali de forma que quando entro na Bermondsey, continuo indo para o Norte. Mas esse talvez tenha sido o ponto onde eu quebrei, não dava para segurar o ritmo, eu diminui, consciente de que ainda tinha um pouco de chão para terminar a volta. Completei o km 5 ainda indo para o Norte para 5:49. 

Continuei, e mais adiante chego na Eglinton, entro nala à esquerda e ela parece me dar um pouco de energia, vejo um streetcar, penso que logo vou pegar ele, só preciso segurar mais um pouco. Na Eglinton, ao atravessar a Credit Union, tinha uns carros lá e eu tive que dar uma vai e volta para não parar de correr. O dia também já está bem claro e mesmo com óculos escuros eu não consigo ver o semáforo e prefiro fazer um vai e volta que é basicamente passar atrás dos carros ao invés de passar na faixa de pedestre, pois não sei se o farol está aberto para mim, ou quando ele vai abrir para os carros. Mais a frente completo mais um km para 5:43, ritmo de split 1, o que não é ruim, mas estou realmente só o pó.

Passo por cima do Don River, que é o limite do bairro, mas eu estava consideravelmente dentro do outro bairro que era a única opção sem ser a trilha do Don River. E mais a frente vem a Don Valleyu Parkway com todas as suas entradas e saídas e eu vou passando para logo depois completar o km 7 do pos treino para 5:45, e assim eu vou mantendo o ritmo, mas não sei como. 

Vem então uma área com construção e eu fico com medo de me perder denovo, mas um streetcar passa e eu sei que ele está na Eglinton, tenho que seguir na direção que ele vai, eu estando numa meio que paralela mas bem próxima da Eglinton: a Ferrnadi. Deu tudo certo, a construção acaba e eu volto para a Eglinton, e logo mais atravesso a Don Mills onde por sorte consigo ver a luz piscando,  que é a contagem regressiva, que é sinal que os carros não podem saír, mas não consigo ver quanto tempo tenho e simplesmente meio que disparo para atravessar a Don Mills que é bem larga. Do outro lado sei que não terei que atravessar mais nada, que estou perto. E vem um treco de meio descida e eu fecho o km 8 para 5:53, chegando numa baixada, olho do outro lado, estou convencido que terminei a volta, que a ponte que estou em cima é a mesma que eu entrei no parque e comecei pelas trilhas. Apertei o Garmin, parei. Total 17,9km, e eu estava realmente cansado, andei devagar, sem pensar muito, cansado mas feliz por mais um bairro concluído. 
Um pouco mais a frente, no entando, eu vejo uma ponte, sob a qual a Eglinton passa. Fiquei confuso. Não tinha ponte ali. Seria uma nova estação do metrô e eles contruiram a ponte para pessoas passarem de um lado para o outro? Não podia ser, não havia ponte, se eu completei a volta e estava em território que corri antes da volta, não havia aquela ponte. Logo percebi que a única explicação é que eu não tinha terminado a volta. 

E foi isso, a ponte é a ferrovia que passa em cima. Eu antei uns 400m para chegar onde comecei a volta. Essa volta não foi terminada correndo, e por isso o mapa do Garmin ficou com uma parte aberta. Mas ela foi terminada, ponto final. 

Cheguei na entrada da Leslie e o sol tinha saído, Eu estava muito cansado e suado, todo molhado, não estava cheirando bem, tinha pensado em voltar de bicicleta como na semana passada, pedalar devagar e descansar. Mas o sol saíu e eu não tinha confiana para andar de bicicleta, decidi pegar o novo trem da Eglinton. E para atravessar a Eglinton eu o que fazer pois ela é larga e não dá para ver o farol do outro lado, eu tive que ir pelos carros quando eles paravam já que também não tinha mais ninguem atravessando. Eram pouco depois das 7 da manhã quando peguei o streetcar e voltei para casa. 

sábado, 1 de agosto de 2026

Volta ao Bairro Old East York e Split Negativo

Mais um Sábado de calor, e fomos para a volta ao bairro número 80, referente ao bairro Old East York. O bairro fica a 6km de casa e o seu limite Norte é o Don River, então as trilhas ali são a únicas coisas que eu conheço do bairro das muitas vezes que corri por ali. Fora isso o bairro é praticamente totalmente residencial, com grande área nativa nas margens do rio. 

Planejar o contorno dele não é muito fácil porque esses bairros tem limites que passam fora de ruas e às vezes temos que dar grandes voltas fora do bairro para ir de um lado para o outro do bairro. No caso desse bairro uma coisa que acontece é que o limite que acompanha o rio, que passa embaixo de uma ponte, vira na ponte. Isto é, no mapa, o limite passa do rio para a ponte. Mas quando vc tá correndo na beira do rio não tem como subir na ponte em questão e na verdade ter que dar uma volta que adiciona mais de 1km. Isso no Oeste. No Leste, o limite vai ao Norte pela Woodbine, e continua indo para o Norte quando a Woodbine termina na área de vegetação nativa. Ele vai até encontrar o rio. Correndo, não tem nenhuma forma de fazer isso, não existe nenhum acesso às trilhas na beira do rio por ali. Ou seja, aque também tive que dar uma volta que deve ter adicionado uns 2km. E quando eu planejo essas voltas eu preciso estar ciente de que esse vai ser o limite do bairro vizinho também, quando eu contornar ele, e eu preciso dar uma olhada para confirmar que assas desviadas funcionam também para o bairro vizinho, senhão meu mapa dos contornos fica cheio de sobreposição de polígonos. Enfim, esse foi um desafio a parte de correr em volta do bairro. 

O outro é que para correr pelas trilhas eu preciso sair mais tarde, preciso chegar lá com dia claro pois as trilhas não tem luzes artificial. Também por segurança, é bom não ir tão cedo para a trilha, apesar que nunca ouvi nada ter acontecido em trilhas, mas tem pouca gente, é isolado quando é muito cedo. Esse foi o motivo que escolhi esse bairro, pois se deixar para mais para o final do ano os dias são mais curtos e tenho que sair ainda mais tarde para chegar na trilha com luz solar. Assim foi que saí para a volta quando já eram 5:25 da manhã, ainda escuro, uns 23 graus. Eu tinha planejado o percurso no mapa logo antes de sair, tinha decido que esse bairro seria o principal candidato ontem a noite. Antes de ontem eu pensava que ia contornar o bairro vizinho do que contornei há duas semanas.  

Eu me senti mais ou menos bem, mais ou menos descansado, com vontade de correr, um pouco preocupado com o calor. A semana de treinos tinha sido bom, sem novidades, a não ser que o Garmin tem passado treinos um pouco mais longo. Na quinta feira foram 15 minutos de aquecimento e mais 15 de descanso, com 8 tiros de morro, o que deu bastante km. Não foi muito difícil, mas também tentei correr leve os 30 minutos que não eram tiros. Então em geral os treinos tem sido bons, e eu tenho conseguido fazê-los, com um pouco de dor no quadril que parece estar piorando, alguns dias doendo mais que outros e incomodando para uma simples caminhada ao ponto que não penso mais em caminhadas de mais de 1 ou 2km, pois sei que vou sofrer com a dor. Mas a dor é suficiente para eu pensar que talvez não correrei mais meia maratonas, a não ser que acho uma cura, mas para isso eu preciso procurar ela.

Quando saí estava escuro ainda e rumei para o Leste na Sait Clair, correndo devagar e sentindo as pernas meio travadas, me perguntando se ia correr mias solto depois de uns kms.Fechei o km 1 para 5:56, bem lento, mas pensando que deveria ir lento mesmo para tentar fazer o split negativo corretamente. Só que não sentia bem ao ponto que queria aumentar o ritmo. Depois da Mount Pleasant, entrei à esquerda na Welland, indo apra o Norte, até os cemitério Monte Pleasant, quando peguei a Moore à direita, continuando para o Leste. Encontrei com uns ônibus circuar e fiquei positivamente surpreso que eles estavam rodando tão cedo. Na Moore completei o km 2 para 5:50 e já me sentia com as pernas mais soltas, mas sem querer aumentar o ritmo e começando a sentir mais dor no quadril. O ritmo lento parece não ajudar a dor. Eu tentava não pensar nela, ainda tinha muito  chão pela frente. Depois da Bayview, ainda na Moore, completei o km 3 para 5:50.

A Moore que vai para Leste, vira meio para Nordeste e passa a se chamar Southvale. Dai vem uma descida, e lá na frente chego na Laird, one um carro espera no semáforo, um ciclista atrás dele, passo os dois, passo do outro lado da Laird, pego ela à direita e embaixo da ferrovia completo o km 4 para 5:40, um pouco mais rápido, provavelmente porque peguei um pouco de descida. Na verdade a Laird muda de nome ali, para Millwood. O quadril doi mais, me faz pensar se talvez eu devesse parar de treinar para meia maratona, ou talvez parar de correr. Mas os pensamentos mudam, eu corro levantando um pouco a perna, colocando pressão no quadril, a dor parece aliviar. Depois de uma curva estou sobre a ponte, a qual passarei embaixo. Ali na ponte o contorno do bairro começa, vindo lá de baixo, do rio, como se desse um pulo. Correndo, seguindo o rio, terei que passar por baixo da ponte, que é bem alta, e correr mais até a primeira rua que sobe para o perímetro urbano. Mas agora estou começando o bairro, sobre a ponte e quase no final dela completo o km 5 para 5:35, claramente acelerando. 










Depois do final da ponte sigo pela Pape, atravesso a O'Connor, rua na qual muitas vezes corri no passado quando não tinha essas dores, quando visitava igrejas. Agora estou contornando o bairro e preciso passar a O'Connor e tem alguns carros passando, eu entro um pouco na O'Connor, indo para o Leste, mas logo que os carros desaparecem eu atravesso a O'Connor, dou meia volta, volto para a Pape e nela continuo para o Sul. Não por muito tempo, logo completo o km 6 para 5:37 e estou na Cosburn, pego ela para o Leste e lembro quando fiz o bairro ao Sul do que eu estou fazendo hoje, quando corri pela Cosburn. O ritmo melhorou e eu preciso tomar cuidado para não correr mais rápido, a idéia seria ficar acima dos 5:40 para guradar energia para aumentar o ritmo. 

Na Cosburn, indo para o Leste, chego na Downlands e carros passam, entro à esquerda, mais a frente dou meia volta e retorno à Cosburn, retorno minha corrida para o Leste e fecho o km 7 para 5:45. Mais 240 metros e tenho que aumentar o ritmo, e me sinto bem para aumentar o ritmo, até desejo aumentar o ritmo para ver se o quadril dói menos. E assim sigo pela Cosburn em ritmo um pouco maior mas não estava muito fácil. Ali parecia subida leve, mas o Garmin diz que é plano. Na Cosburn fechei o primeiro km do segundo split para 5:30 já mostrando o aumento no ritmo, mas aumento pequeno que correndo parecia um aumento maior. 

Mais a frente cheguei na Woodbine e ali também fiz um vai e volta para passar a Woodbine, e voltar para a Cosburn, agora entrando em território que nunca corri. Mais a frente completo o segundo km para 5:32. Entro à esquerda na Haldon, aagora pegando uma grande descida, indo para o rio, mas sem aumentar muito o ritmo. Tento mudar de óculos, colocar óculos escuros. Coloco e tiro pois acho muito escuro e sei que logo vou pegar as trilhas e vai ficar mais escuro com as àrvores. Corro com os óculos claros, principalmente porque o dia está nublado, mas bem calor. Passo por um estacionamento do parque, para as pessoas que vao nessas trilhas, e depois entro na trilha. Mais a frente passo sob a ponte da O'Connor e depois dela completo mais um km para 5:26. O ritmo estava bom, e fui ajudado pela decida para chegar no parque, mas corria bem e aumentei o ritmo para o último km do split 2. Só que não foi consciente, eu corria do jeito que sentia bem, sem pensar muito no split, e pelo jeito nas trilhas a gente acelera um pouco. Completo o último km do split para 5:12 e mias 20 metros e o split termina. O terceiro split tem que ser mais rápido. Mas não litgo muito, 5:12 é um bom ritmo e eu já me sinto cansado. Mais a frente chego na ponte da DVP e me surpreendo, eu pensava que faltava bem mais chão para chegar ali. Então foi positivo, estou cansado e mais perto do final do que pensava.

Passo sob a ponte e estou do outro lado, em território que conheço melhor, trilhas que corri muitas vezes. Fecho o primeiro km logo depois para 5:08, ritmo bom, mas me sinto cansado. Penso na corrida da semana passada, quando o ritmo foi um pouquinho mais rápido mas basicamente o mesmo. É um ritmo que se preciso consigo manter, mas ali, depois de muitos kms, eu preferiria chegar no final. E para chegar no final preciso sair da beira do rio, voltar para a cidade e para isso tem uma subida enorme. Fico pensando se vou terminar o split negatrivo antes da suvida pois se chegar na subida não tem jeito de manter aquele ritmo. 

Mais a frente chego na ponte, a qual passei em cima, e ali completo mais um km para 5:00, ritmo excelente, mas estou bem cansado. Teoricamente poderia termina a volta ao bairro ali dado que passei lá em cima da ponte e agora estou passando embaixo. Mas o split negativo não terminou, não adiantaria nada. Continuo, o split é de 3,2km e tem 1,2 pela frente. Mas depois da ponte não demora muito para chegar na rua que sai para a cidade. Passo sob a DVP denovo e então estou na subida que me leva para a cidade, para fora das trilhas. É uma subida enorme e me sinto bastante cansado, não tem jeito nem de pensar em segurar o ritmo de 5 min/km depois de ter corrido uns 13km e não estar muito bem preparado, em forma para esses treinos longos. 

A subida me destroi, eu olho para o Garmin repetidamente, os metros não passam, eu corro bem devagar, quase andando. O próximo km se completa para 5:44, terrível para o split, mas eu não ligo, não vou me matar mais do que já estou para segurar 5 por km naquele morro. Sem chances. Com mais 220m chego no split negativo e no final da subida. Esses 220 metros eu rodei para 6:54, e termino o split e o treino muito cansado. Aperto o Garmin para ele continuar, afinal não completei o bairro. Mas com um pouco de corrida no plano já me sinto melhor, aumento o ritmo um pouco, chego na O'Connor e pego ela indo para o Leste. Mais a frente, já me sentindo melhor, chego na Pape e ali eu tinha passado antes, ali termina a volta ao bairro e eu fiz questão de apertar o Garmin imediatamente para ele parar, não ia correr mais. Foram apenas 290 metros depois do split negativo, esses eu rodei para 5:26, ritmo do segundo split, nada mal. 

Só que estava cansado, bem cansado. Interessante que os splits 2 e 3, com ritmo maiores, foram melhores em termos de dor no quadril, e pensando nisso fiquei em dúvida se talvez não era a dor aliviando, era efeito placebo, era mais concentração dado que precisava manter um ritmo mias rápido, é mias difícil correr e pensar em outras coisas, tipo dor. Enfim, não sei, mas a dor foi menos difícil do que o cansaço no terceiro split, muito menos. 

Caminhei até a estação da bicicleta e cheguei lá ainda cansado, com as pernas bambas. Peguei a bike e voltei para casa. Para o próximo Sábado o Garmin tá passando 9,7km, uma semana de um pouco de descanso, onde a rodagem semanal vai diminuir um pouco.

Colta ao Bairro The Beaches

 E como se o sofrimento do final de semana passado não fosse suficiente, este final de semana escolhi um bairro ainda mais longe. The Beache...