domingo, 15 de fevereiro de 2026

Mais um fim de semana em Fevereiro

 A temperature subiu desde que connversamos na semana passada, e agora tem estado acima dos 10 neagativos, mas pouco passando acima dos zero graus. Com isso a neve ainda nao derreteu e na verdade, ainda temos muita neve no chão. A boa notícia é que as ruas estão limpas. 

E a ourra boa notícia pelo menos para mim é que eu tenho me sentido melhor desde o domingo passado, com menos dores, e comendo melhor também, dado que eu estava com digestão estranha, meio devagar, sentindo azia frequentemente. Com isso tenho corrido mais tranquilo. 

Mas não muito. Tenho saído para o treino sempre que possível, mas mesmo assim esta semana só corri quatro dias. E ontem foi um dia estranho, estava quente, por volta dos zero graus, mas o chão estava pesado, com neve que atrapalhava a corrida e eu não me sentia bem. Não sei o que era, não era um dia de correr. Eu caminhei 1km, depois corri 1km, e resolvi parar e caminhar denovo, mais 4 km, e mesmo na minha nova modalidade de caminhada eu me senti um pouco cansado. E para piorar voltando para casa eu senti dor nas costas do tipo que eu já não sentia à algum tempo. Bom que eu não corri muito...

A nova modalidade é que nesta semana eu passei a marcar o ritmo médio da cainhada, e defini que qualquer coisa vale, não precisa só caminhar. O resultado é que eu acabo tentando manter o ritmo médio bem mais rápido do que seria uma caminhada. Tipo, o ritmo da caminhada é por volta dos 10 min/km se for meio rápido. Mas nesta semana foi por volta de 7min/km duas vezes que caminhei vários kms. Enfim, é mais corrida que caminhada, trotinho, não corrida. Interessante colocar o Garmin para marcar o ritmo médio, aí toda vez que ele sobe acima dos 7 min/km vc dá um trotinho para trazer ele para baixo dos 7 min/km. Depois de uns 4 km os trotes rendem pouco pois estamos falando da média de todo o treino, e o trotinho é por volta dos 6:30/km. Ou seja, vc trota e o ritmo quase não muda, você caminha e o ritmo começa cair! O resultado é que começa a cansar...











Mas de qualquer forma o que quer que seja que aconteceu ontem não parece ter afetado hoje. Me senti bem e com vontade de correr, sem dores nas costas, mas a situação ainda não está boa para uma volta ao bairro, com muita neve ainda nas calçadas. E depois de tanto tempo sem fazer longo eu preciso voltar a treinar um pouco de resistência para não cansar muito numa volta ao bairro. Enfim, rcomecei rodar sem planos, e os km passaram. Eu planejei parar no km 6 mas quando chequei lá continuei. Essa é a vantage de rodar por perto de casa, vc pode ficar rodando quanto quiser sem se preocupar que vai ser difícil voltar. 

O resultado é que acabei completando os 10km, e com ritmo muito bom. A média dos 6 km finais ficou sub 5min/km o que foi inacreditável. Enfim, quem sabe a saúde continue boa e eu consiga recuperar um pouco a forma e quem sabe dá coragem para voltar a treinar para uma meia...



sábado, 7 de fevereiro de 2026

Mais um Sábado, mais um frio

 Esse ano a impressão é que está bem mais frio que o ano passado e possivelmente vários anos anteriores. Em Janeiro e agora começando Fevereiro tem sido comum as manhãs com temperaturas abaixo dos 10 negativos. E hoje, Sábado, dia do long e volta aos bairros, amanheceu por volta dos 20 negativos, temperatura que vai continuar pelo menos por mais dois dias. Enfim, saindo pouco, indo pouco para o trabalho e correndo pouco.

No entando a semana não foi ruim. Na terça feira, quando a  temperatura subiu para os 5 negativos, eu festejei correndo 10km. Mas na alegria acabei colocando o Garmin no modo de ciclismo e ele marcou a cada 5km... Mas foi bom, chão meio liso e com neve em muitos lugares, uma neve molhada, mas mantive o ritmo até os 10km.


Os dois dias que seguiram foi de bastante frio e eu dei uma descansada. Ontem a temperatura subiu novamente para por volta dos 7 negativos e eu rodei 6km, com 4 de caminhada rápida, às vezes correndo, depois da corrida. O ritmo estava legal mas me senti um pouco mais cansado do que na Terça. Ontem também estava meio que nevando, com o chão branco do tipo que quando você dá duas voltas no quarteirão você vê o seu rastro da volta anterior claramente na neve. 













Então foi melhor do que eu esperava apesar de apenas dois treinos. Hoje realmente tá dificil e sem muias esperanças para os próximos dois dias, com temperatura sempre por volta dos 20 negativos. Depois parece que vamos ter um respiro, temperatura sobe, quem sabe para não cair mais. Alem do frio também temos tido muita neve este ano o que também dificulta a corrida. Vamos indo, devagar o inverno vai passando...

domingo, 18 de janeiro de 2026

Correndo para não congelar

 Hoje, com temperatura nos -10 graus com sensação térmica perto dos -20, eu resolvi checar como estava lá fora. Geralmente não vou correr nessas condições, mas fui sem compromisso, qualquer coisa voltaria para casa. Acontece que deu para rodar bem, e mais rápido que o usual. O chão estava muito melhor do que ontem, apesar de ainda ter muita neve em todo lugar. Mas no meio da rua estava relativamente limpo na maior parte dos lugares e dava para correr bem, fora o frio. Eu comecei rodando devagar, sem aquecimento, e o primeiro km acabou sendo mais lento. Mas aí consegui apertar o passo e rodar num ritmo bom. Com 4km conseguir que o ritmo médio ficasse nos 5min/km, e parei, estava bem cansado e não ia rolar manter o ritmo por mais 1 km. Daí andei mais 2km, trotando um pouco, ritmo sub 8:30min/km.











Segundo a previsão do tempo os dias que virão serão frios, hoje sendo o mais quente; e serão frios por muitos dias, por duas semanas... sorte que a previsão tende a não ser muito boa para tão longe, vamos ver. Qualquer coisa a gente enfrenta o frio e estica as pernas um pouco, enquanto Março não vem...

sábado, 17 de janeiro de 2026

Volta ao quarteirão

 Pois é, estamos devagar. Ontem e anteontem caiu muita neve e esfriou muito e fiquei longe das ruas. Hoje a temperatura subiu para perto dos zero graus, saí para um treino, vagamente pensei em dar a volta em um bairro colocando os pés na calçada, desisti. Muita neve em todo lugar, mesmo no meio da rua tinha neve num estado entre sólido e líquido, que é uma beleza para molhar o pé da gente. Não só isso, estava bastante liso em muitos lugares. Apenas ruas mais movimentadas e algumas calçadas tinha trechos que data para correr bem e com segurança. Mas vc tá correndo na rua, vem um carro, como você vai para a calçada, dado o monte de neve no lado das ruas? Às veze não vai, e torce para que o sujeito do carro vai devagar, vc de um lado e o carro do outro, vc dá uma parada, entra na neve o quanto pode, o carro passa devagar e tudo mundo sai ileso. Mas eu prefiro a segurança da calçada e geralmente vou para a calçada quando vem um carro, mesmo afundando o pé na neve, parando de correr, arriscando um escorregão. O resultado é que correr na rua não é o ideal, correr em lugar algum é o ideal.

Ainda assim no começo estava animado por não ter corrido nos dois dias anteriores e por ter esquentado bastante, comecei o aquecimento caminhando e trotando 1km. Ultimamente minhas costas tem estado boa e eu não sinto muito a necessidade do aquecimento, então tenho trotado também durante 1km de caminhada antes da corrida. 

Depois de 1km eu não estava satisfeito, mas nesse ponto voltar para case não é necessariamente o que você quer fazer. Coloquei o Garmin no modo de corrida e fui testar as ruas, contornando os quartairões e tentando planejar algum loop que tivesse pouca neve. Mas não havia possibilidade, e as melhores ruas eram também as mais movimentadas, nas quais eu nao queria correr e se corresse teria que frequentemente pular para a calçada de alguma forma, apesar de ser antes das 6 da manhã. 

Mesmo assim continuei o treino. Na quarta feira, antes dessa neve toda cair, eu sai para correr mas me sentia cansado e resulti continuar caminhando depois do primeiro km. O resultado é que a caminhada se tornou um trote que não parou, mas foi bem lento. Como eu não coloquei o Garmin no modo de corrida ficou registrado como uma caminhada super rápida. Nela, eu tentei manter o ritmo cardícado abaixo dos 140, o que me obrigou a correr bem devagar. Mas no final das contas foi legal, foi uma boa experiência pois acabei rodando 6km nessa brincadeira. 
Hoje eu pensei naquilo, pensei que podia andar, que iria devagar, trotando até onde fosse. Mas com o Garmin no modo de corrida e sem olhar o batimento cardíaco. Sem compromisso com nada, eu acabei sofrendo no começo com a neve, mas depois aprendi a correr no chão liso e molhado, e acabei rodando 4km, e parei porque os meus pés estavam ficando molhados. Não é só molhado, o esquema é que o molhado é com água suja. A neve no chão, meio derretida, pisoteada, irregular, marrom, é aparentemente muito suja e você até fica com medo de doenças e tal. Enfim, eu simplesmente parei e andei mais 1km só para falar que andei. 

Sem volta ao bairro essa semana. Amanhã, Domingo, vai estar 10 negativos de manhã, com sensação térmica perto dos 20 negativos, e a neve vai estar praticamente a mesma coisa, talves as ruas um pouco mais limpas, mas não em muitos lugares. Depois de amanhã a previsão é que o frio continua...

sábado, 10 de janeiro de 2026

Volta ao Bairro Danforth

 Depois de duas semanas sem volta ao bairro, o tempo deu um tempo e hoje eu aproveitei a brecha. No final de semana passada, depois do Ano Novo, fez muito frio, com muita neve no chão, desde o Ano Novo na quinta até o Domingo e depois. O resultado é que fiz treinos curtos. Nessa semana as coisas melhoraram com temperaturas mais altas, mas mesmo assim só na Qunta que comecei a corre no asfalto limpo. Apesar disso fiz dois teinos de 6km na semana Um deles foi na Quinta, e ontem, que estava relativamente quente com uns 6 graus, estava chovendo e eu não rodei. Então o treino tem sido esparso e eu estava me  sentindo destreinado para volta ao Bairro hoje. Mas com a temperatura de 2 graus e a neve derretida em sua maior parte nas calçadas e ruas, eu tinha que aproveitar. 

O bairro Danforth é meio que irmão gêmeo do último bairro que eu tinha contornado, quase idêntico, um bairro comprido de Leste a Oeste, acompanhando a Danforth e ao Sul do bairro de 3 semanas atrás, tal que uma das bordas foi a mesma. E essa foi uma das razões que contornei ele, um bairro que eu conhecia bem os limites, e não muito longe. Apesar disso ainda tem outros dois bairros mais perto que eu também sai os limites de cabeça, e tipo, estou tentando evitar contornar eles para ficar para um dia que eu estou cansado.

O bairro Danforth acompanha a avenida Danforth, que é continuação da Bloor, a principal avenida Leste-Oeste de Toronto, onde passa o metrô Leste-Oeste. O bairro é fino e comprido, contendo praticamente 5 estações do metrô: Pape, Dowlands, Greenwood, Coxwell e Woodbine. Ali na Danforth tem essas estações de metrô, algumas das quais eu tenho certa familiaridade, tipo a Pape, e tem bastante comércio e alguns restaurantes que eu já freqhentei, tipo os Etíopes e Gregos, mas não muito em terms de restaurantes. Fora isso a Danforth é uma velha conhecida de treinos, sendo fácil de pegar o metrô nela. Acho que é mais ou menos isso, parte conhecida da cidade, talvez a mais conhecida que não é no Centro, mas não vamos muito para aqueles lado, o Leste da cidade.

Saí por volta das 5:30 da manhã, com 2 graus, com roupa típica de frio, calça justa e comprida com um shorts por cima, camisa da meia de Lisboa, e mais duas blusas médias. Caminhei o primeiro km, tentando uns trotinhos, sem sentir dores nem nada, mas não sentindo coceira para sair correndo logo. Verifiquei as calçadas que estava boas, com neves apenas onde sobrou uns montes grandes que não deu para derreter mesmo a temperatura tendo chegado a 11 graus ontem. Com isso tudo muito úmido, mas sem água que virou gelo dado que a maior parte da neve tinha derettido e tinha lugar de sobra para correr no seco. Mas ainda se via bastante montinho de neve aqui e ali, que provavelmente vão sobreviver por um tempo ainda dado que parece que agora vamos ter vários dias com temperatura que pouco sobe para acima de zero.

Passando a ponte da ferrovia onde tem a LCBO na Yonge, eu ativei o modo de corrida do Garmin e sentei o pé. Na verdade saí devagar, me sentindo okay. Da Yonge indo para o Sul, entrei na Crescente indo para o Leste e fui nela até o primeiro km para 5:35. Eu não me sentia rápido e um pouco cansado, então esse tempo foi considerado bastante bom, e não olhei muito o tempo do km depois disso. Continuei, temperatura boa, asfalto machucado do frio, com bastante buraco, e entrnado na Dunbar eu pensei "ôpa, se eu encontrar neve no chão vai ser aqui". A Dunbar é uma rua bem pequena, estreita, e realmente ali ainda tinha neve em certas partes da rua devido a pouco carros que passam e provavelmente não jogaram sal. Mas fui sem dificuldade, sem reduzir o ritmo. Fui pelo caminho usual de quando vou para o Leste da cidade, cortando por dentro, mas sem cortar muito em termos de distância. Fechei o km 2 na Elm para 5:22, ainda me sentindo cansado mas o ritmo estava muito bom. Não sei, acho que existia a falta de treino mas em um certo sentido também eu tinha beneficiado de bastante descanso esses dias. O km 3 foi sobre a ponte, final da Bloor e começo da Danforth, chegando na parte Leste da cidade. Daí tem a estação Broadview e a sensação é que estou de volta à civilização pois ali tem bastante comércio, luzes e carros, e gente. Na Danforth, mais para frente, fecho o km 4 para 5:24.









Por ali pensei que talvez devesse pegar a Pape para o Sul e fazer o outro bairro, mas eu nem sei qual bairro é menor, provavelmente os dois são similares eu pensei. Mas olhando no mapa, pegando a Pape para o Sul eu teria um bairro um pouco menor, talvez 1km menor. Na Pape virei às esquerda pegando ela para o Norte, e logo a atravessei correndo na sua calçada Leste, passando em frente à estação do metrô e rumando um pouco mais para o Norte para entrar logo a frente Selkirk, e dali até para Leste até a Woodbine o percurso era o mesmo da volta ao bairro anterior. Logo fechei o km 5 para 5:09, um ritmo impressionante dado que não me sentia assim tão bem, e comparando com a volta ao bairro anterior, mesmo percurso, eu avaliei que hoje estava me sentindo pior sem saber que o ritmo estava melhor. Os km 6 e 7, ainda indo para o Leste no longo limite do bairro fechei para 5:18 e 5:21. Cheguei na Woodbine onde virei à direita para terminar o km 8 para 5:13 e agora pegar a Danforth de volta para Oeste, em percurso que é descida leve, prêmio pelo percurso predominantemente de subida até a Woodbine. 

Na Danforth, indo para o Oeste, eu estou numa parte comercial, com mais carros e lojas e coisas na calçada, e eu pensei que meu ritmo diminuiria, mas pelo contrário, me sentia cansado mas conseguindo segurar o ritmo bem rápido. O km 9 na Danforth foi o meu melhor, para 4:59. Mas a borda do bairro era longa e eu sentia o cansaço, o ritmo então diminuiu com o km 10 para 5:11 e o km 11, logo depois de fechar o bairro na Pape, para 5:15.

















No total o treino foi menos de 1h, 5:17/km, eu estava feliz com o resultado, mas me sentindo cansado. Ainda con certas dores, depois de ter feito test de stress no cardiologista, meus pensamentos e planos são incertos se eu devo focar um pouco mais em voltar ao ritmo de 2024 com uns treinos de tiro, ou se eu devo pegar leve e ficar mais no trote leve, como foi 2025. Uma coisa que me incentiva a dar uma puxada nos treinos é o VO2 maximo dado pelo Garmin, que está no 48 mas já esteve nos 51/52. Apesar do Garmin ser meia boca para VO2 max, ele parece ser aprovado por aí, tendo razoável precisão, e o VO2 max bate com a minha performance e a minha percepção de performance. 

A avenida Danforth tem nome em homenagem ao Asa Danforth Jr., que construiu uma estrada por ali, mas não exatamente a atual avenida Danforth. O Asa Danforth veio dos Estados Unidos no final dos anos 1700, e o pai dele parece ter lugado na Revolução Americana. A história do Asa Danforth Jr parece mais ou menos documentada, ele indo e voltando dos EUA, com problemas na justiça e tal, não parece um sujeito que você homenagearia com uma das principais avenidas em Toronto. 

A avenida Woodbine tem o nome relacionado ao hipódromo Woodbine que fincava mais ou menos no final da avinida lá perto do lago. Woodbine é o nome de uma planta trepadeira, na verdade parece que mais de uma. Woodbine vem the Wood + bind que significa "ligado à madeira" ou algo assim, e parece ser ligado a duas ou mais plantas, e o nome da rua e do hipódromo é provavelente ligado a planta que nem é nativa do Canada mas da Europa, fazendo o nome da planta ser usado pelos ingleses.


domingo, 28 de dezembro de 2025

Sem volta o bairro

 Este final de semana não rolou volta ao bairro por causa das condições climáticas. Ontem, Sábado, o dia amanheceu com muita neve no chão, e muito frio, 9 negative com sensação térmica nos 15 neggativos. Dei uma rodada leve de 1km, e voltei para dentro de casa. Hoje a temperatura estava por volta dos zero graus, mas as condições das ruas ainda bem ruim, com neve em todo lugar, apenas ruas mais movimentadas dando para correr bem, no asfalto. Já estava prevendo a situação desde Sexta feira e nem planejei volta ao bairro para esse final de semana. Dado isso, resolvi rodar um pouco mais do que o usual hoje, um meio longo, de 11km, que acabei marcando apenas 10, e esqueci de apertar o botão do Garmin no primairo km. 

A semana tinha sido boa comparada com as duas semanas anteriories, depois de voltar to México, com 6km na Terça e 8km na Quinta, e menos km todos os outros dias. Talvez por ter corrido todos os dias eu não me sentia tão descansado ontem e hoje de forma que uma volta ao bairro não poderia ser muito longa, se eu fosse fazer. Saindo fora do prédio hoje eu notei que o treino seria um pouco difícil por causa da neve no chão nas ruas residenciais. No primeiro km de caminhada eu pensei onde iria para pegar menos neve no chão e facilitar a corrida, sujar menos o tênis. Só as ruas mais movimentadas estavam limpas o suvidiênte que você conseguia achar lugar para correr no asfalto. Resolvi então sair das voltas que eu dou todo dia e tentar o percurso de uma volta mais antiga de 5km, ou parte daquele percurso que tinha ruas mais largas e quem sabe mais limpas. 

Indo pela Heath para o Oeste, entro na Russell Hill à direita, indo para o Norte. A Russel Hill é uma rua bastante conhecida pois eu pegava ela para o Sul para ir de bicicleta para o trabalho, assim descendo o morrinho pela ciclovia. Hoje em dia ainda pego ela lá embaixo, descendo o morro mesmo, às vezes quando as estações de bike estão vazias e eu só consigo bike mais para o Oeste. Só que hoje em dia com a visão curta, descer morro de bike não é mais a adrenalina que era, particularmente ali que o asfalto não é muito, e eu tendo a evitar ir para lá. Para o Norte a Russell Hill também é bem conhecida minha por causa de muitos treinos; ela termina na Belt Line, mas dá acesso a outras ruas para treinos mais longos. Enfim, logo depois de pegar a Russel Hill, indo para o Norte, e no momento ainda conseguindo correr sem pisar muito na neve, eu percebi que o Garmin não tinha apitado os 5 minutos nem o km 1. Notei que ele não tinha começado...Comecei ele, e tinha corrido mais ou menos 1km.











Mais a frente a rua tem uma subidinha, e na subidinha a rua deixou de ser limpa, e daí para frente eu tive que enfrentar um pouco de neve no chão. Mais a frente completo o km 1 para 5:47, que na verdade era o km 2. O ritmo foi um pouco decepcionante, pensava que estava um pouco mais rápido, mas a neve no chão fazia as coisas mais difíceis e provavelmente foi o fator que me segurou. A Russell Hill termina e tem a Belt Line, muito bom lugar para correr, menos no inverno e com o dia escurto e cheio de neve. Devia ser umas 6:15 da manhã e a Belt Line certamente estava incorrível, então peguei a Forest Hill, indo para o Sudeste. Ali também tinha um carro na Forest Hill, e eu esperei e ele não foi. Eu passei a Forest Hill e fui parar na calçada do outro lado, que estava mais ou menos limpa, mas com pedaços não limpos e meio escorregadio. Eu mentalmente chamei o carro de corno por ter me esperado, dado que se ele tivesse ido embora eu seguiria atrás, no meio da rua, ao invés de ter que ir na calçada. Mas o carro tinha boas intenções e não foi justo, também porque a Forest Hill naquele pedaço estava pior do que a cançada e vinha outro carro do outro lado que me obrigaria a se virar de qualquer forma. Se virar significa correr bem lentamente na beirada, fora da trilha mais llimpa onde os carros passam, para o carro passar. Ou então pular para a calçada, o que pode ser difícil estando na rua dado o monte de neve que geralmente tem nos lados das rua, a neve amontoada lá por caminhonetes ou tratores com pás que limpam as ruas. Pisar nesses montes de neve significa afundar o pé, e entrar água no tênis. Para ir da rua para a calçada geralmente você acaba tendo que esperar uma entrada de garagem, onde alguém limpou a neve para sair com o carro, e mesmo assim só vai fazer isso se a calçada estiver limpa. Portando, vc em geral vai dividir a rua com os carros, e dar uma encostada na beira do monte de neve para o carro passar, rezando para não ter que pisar em neve que afunda muito para não molhar o pé. 

A Forest Hill, que é também o nome do bairro, um bairro de classe alta, faz uma curva e vai para o Sul. E indo para o Sul eu completo o km 2 para 5:45. Indo para o Sul a Forest Hill passa perto do Upper Canada College, uma escolha para gente rica que tem uma pista de corrida de borracha onde eu já corri muito, mas que no Inverno é fechada por uma tenda enorme que colocam sobre o campo de futebol e cobre parte da pista. A pista também é escura, e eu que tenho corrido sempre de madrugada ando indo lá pouco mesmo no verão. Depois a Forest Hill cruza a Lonsdale, e depois vem a Heath, retornando na rua onde comecei. E entrando na Heath fecho o km 3 para 5:45 denovo, determinado a não repetir a volta pois a neve no chão tá de lascar. 

A Forest Hill cruza a Heath, a qual pego à direita, indo para o Oeste, já com plano de ficar fazendo um retângulo ali: Heath, Russell Hill, Lonsdale, Forest Hill, e repete... Nesse retângulo todas as ruas estavam boas, com a Forest Hill tendo um pouco de neve no chão. O retântulo tem pouco mais de 1km, talvez 1,2km. Nesse loop, o km 4 for quando estava entrando da Lonsdale na Forest Hill, para 5:29, e com isso, fazendo esse loop, o meu ritmo melhorou, rodando para 5:26 e 5:22 nos próximos km, depois ficando ao redor de 5:20. Não me sentia totalmente inteiro, mas o ritmo estava okay. No km 10, que era o 11, eu apertei o passo e fechei para 4:47, um bom tempo dado que eu não tenho rodado forte, praticamente nunca.














Mas seria difícil fazer muito melhor do que os 4:47, eu senti o cansaço, difícil não lembrar que nos bons tempos eu provavelmente rodaria por volta dos 4 min/km num tiro de último km tendo corrido os outros para 5:30. Ás vezes dá vontade de voltar a treinar tiros, mas ao mesmo tempo lembro que tenho todas as dores e problemas e o plano seria correr devagar para continuar correndo, e que esse 4:47 provavelmente não deveria ter acontecido. Mas é difícil resistir.

A rua Russell Hill é boa conhecida minha. A palavra Hill significa morro, mas Russell é em homenagem a Peter Russell, um tipo de governador do Upper Canada no início dos anos 1800s, quando havia muita pouca coisa em Toronto, que se chamava York. Ele foi nomeado governador pelos Inglêses, e imigrou para o Canada. O sujeito tinha uma propriedade ali também, tinha escravos e tinha vício com jogos, então hoje em dia ele não é necessariamente uma figura popular.

A rua Heath é nomeada literalmente em homenagem à familia que também deu nome ao bairro ali, o Deer Park. A família Heath tinha propriedade na área que se chamava Deer Park.

A rua Lonsdale tem um nome com orígem não muiot bem documentada. Parece que se refere a uma região na Inglaterra, ou ao Duque de Lonsdale. 

sábado, 20 de dezembro de 2025

Volta ao bairro Danforth East York

 De volta na aativa, hoje foi a vez do bairro Danforth East York ser contornado. Um bairro praticamente inteiramente residencial, do qual é difícil se falar muito. No passado eu passei várias vezes por ele, subindo a Donlands e provavelmente algumas vezes a Greenwood e a Coxell, no tempo que treinava com a galera do grupo East York do facebook. Isso foi lá por volta de 2014 eu acho. Mas para chegar lá é um pouco longe e inconveniente, eu só ia nos finais de semana e acabei parando de ir.

Fiquei um intervalo de 3 finais de semana sem volta a bairros. O primeiro foi a meia de Mazatlán. O segundo, eu tinha chegado do México no sábado e acabei não rodando no final de semana. No sábado seguinte eu estava usando um monitor cardíaco holter, o qual ainda tenho que ver o resultado. Ainda sinto dores e fui diagnosticado denovo com atrial fibrilação, mas a doutora disse que posso correr, e enquanto isso vamos tentar entender as dores na costas, se tem algo a ver com o coração ou pulmão. Enfim, não corri no sábado passado por causa disso, mas na segunda tirei o holter e na terça rodei 3km, na quarta 4km, na quarta 5km, e na sexta, ontem, que eu planajeva rodar 2km para não cansar para o longo de hoje, eu não rodei nada pois choveu a manhã inteira. Hoje fui para a volta ao bairro.

Me sentia bem e não escolhi muito, estava claro para mim que eu estava meio destreinado e devia escolher um bairro mais perto. Eu defini dois bairros, um menor e outro maior, vizinhos, e decidiria depois de fazer o lado Oeste e Norte/Sul deles. Mas a diferença de tamanho não era grande e eu estava com boa certeza que contornaria o maior, o que fiz.

Saí por volta das 6h e com o sol nascendo só perto das 8h eu nem levei óculos escuro. Saí caminhando como de costume, mas não queria caminhar. Me sentia muito bem, e estava frio, por volta dos 4 negativo, e eu queria esquentar. A caminhada então misturou dois ou três trotinhos. Quando cheguei lá embaixo na ponte, completando 1km de caminhada, coloquei o Garmin no modo de corrida e lá vamos nós, descendo a Yonge, rumo ao Sul.

Entrei à esquerda na Crescente, indo para o Leste, completando o primeiro km nela para 5:17. O ritmo estava muito bom e ao mesmo tempo muito forte. Eu tinha pensando em parar de correr forte, rodar leve, parar de ser competitivo comigo mesmo. Mas o ritmo estava bom e fácil e gostoso, eu não sentia vontade de tirar o pé. Indo em direção à parte Leste da cidade, continuei rodando perto dos 5:20 por km nos km 2, 3 e 4.











Rodando na Danforth, indo para o Leste, cheguei na Pape, o começo de um bairro, e peguei ela à esquerda, indo para o Norte. Apesar de ter estudado o mapa fiz o favor de me confundir com a rua que deveria entrar, e vendo a rua Gertrude do outro lado pensei que deveria entrar nela, mas ao mesmo tempo em dúvida que o momento de entrar veio tão logo. Voltei na Pape até a Gertrude e procurei a placa com o nome da rua, e confirmei que estava erroado. Meia volta, continuei na Pape rumo ao norte. Chegui na Selkirk, na qual entrei à direita, agora sem ter dúvidas. Entrando completei o km 5 para 5:36, ainda um ritmo bom, mas caiu por causa da confusão com a rua Gertrude. 

Na Selkirk, indo para o Leste deparei com o seu final, e peguei uma viela lá, indo para o Norte. O nome dela é North Danforth West Langford. Essas vielas são comuns em Toronto, e tem casas dos dois lados, sem calçadas nem nada, mas carros passam nelas, sendo meio apertado quando um carro encontra um pedestre. E entrei nela, indo para o Norte, na frente de um carro, que então veio iluminando o caminho para mim dado que ele não podia me passar. E eu me sentindo um pouco mal acelerei. Dala entrei na Aldywich à direita, ndo para o Leste, depois na Dewhurst à direita, voltando para o Sul, depois na Milverton à esquerda, indo para o leste, basicamente uma continuação da Selkirk. Nisso o contorno do bairro corrido tem esse vai e volta, indo para o Norte e voltando para o Sul, enquanto que o contorno real segue reto por cima das casas. Com  ajuda do carro, fecho o km 6 na Milverton, indo para o Leste, para 5:04, o km mais rápido. Depois ainda na Milverton o km 7 volta para 5:17. 

Só essa parte da Milverton é longa, com 2 km, e eu me sentia meio cansado procurando o final, que era na Woodbine. Mas eu tinha pouca noção onde era o final dado que não conheço bem a região e não tinha olhado distâncias no mapa. Mas eis que chego na Woodbine, onde tenho que decidir se pego ela à direita, fazendo o bairro menor, voltado a correr na Danforth, ou à esquerda, fazendo o bairro maior. Estava cansado mas escolhi entrar à esquerda na Woodbine e fechei o km 8 para 5:17 denovo. Na Woodbine conto 10 ruas e estou na Cosburn que pego à esquerda, voltando para o Oeste, no limite Norte do bairro, e na Cosburn completando o km 9 para 5:17 denovo. Os km 10 e 11 na Cosburn também foram para 5:17 mais ou menos, e logo estou de volta na Pape. 

















Na Pape com a Cosburn tem construção, trabalhadores por ali, a calçada fechada, eu tenho dificuldade de ver qualquer coisa devido a luz. Peço ao sujeito se aquela é a Pape, e ele não entende, diz que eu possi seguir na calçada da Pape por agora, apesar de estar interditada. E assim acabo saindo da zona de construção depois de pular uma faixa que eles colocaram para impedir pedestres de continuar na cançada. Perco um poco de velocidade ali, e mais para baixo na Pape fecho o km 12 para 5:29. Dali até o final da volta ao bairro é um pulinho, e decido parar o Garmin ao invés de completar 13km. Estava me sentindo cansado, mas sem dores a não ser na bacia, uma dor usual. Andei até a estação Chester do metrô, mais 1km, e peguei o metrô de volta. 

Em geral o treino foi muito bom, gostoso, apesar do frio. O batimento cardíaco segundo o Garmin chegou aos 200, o que eu queria evitar, mas de tudo por tudo e tenho ouvido dizer que é normal para corredores ter pulso mais alto. A fórmula 220 - idade certamente não está funcionando. Enfim, o resto do dia tem sido normal.

Um pouco de história. 

A rua Selkirk é muito provavelmente nomeada em homenage ao Conde de Selkirt, um escocês, e Selkirk parece ser uma terra lá na Escócia. O nome do sujeito é Thomas Douglas, e ele é famoso por criar colônias no Canada nos anos 1800s, a mais famosa sendo a Red River Colony. 

Parece que a viela Langford é homagem a uma cidade na Inglaterra com esse nome, mas é meio confuso. A rua Aldwych parece vir da palava do Ingles antigo para antigo povoado, palabra que parece ser usada no começo da Idade Média. Seria uma homenagem à cultura inglesa, e imigração da Inglaterra. Dewhurst também parece ser uma referencia ao ingles antigo, palavra para colina coberta de orvalho e árvores. MIlverton também parece homenagear uma cidade na Inglaterra. Cosburn, que é mais ou menos uma avenida grande, tem até uma ciclovia, foii uma homenagem a sujeito local que mexia com jardinagem. 

Esse negócio de usar o AI para procurar origem de nomes de ruas é complicado, eles erram frequentemente, tem que pesquisar em diferentes AIs e pedir referencia... mesmo assim vamos ver se eu não errei nenhum...

Mais um fim de semana em Fevereiro

 A temperature subiu desde que connversamos na semana passada, e agora tem estado acima dos 10 neagativos, mas pouco passando acima dos zero...